título: inocente
data de publicação: 24/11/2025
quadro: picolé de limão
hashtag: #inocente
personagens: dona edna, dona constanza e seu eugênio
TRANSCRIÇÃO
[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não sozinha, meu publiii… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje é o Banco do Brasil. A Black Friday continua a todo vapor e a nossa vontade de comprar produtos pelos melhores preços não pode estar desvinculada daquele momento de pensar antes de agir. Seu celular recebe uma notificação de SMS e é um link com uma super oferta pedindo para que você clique nesse link? Para e pensa… Pode ser golpe. Os golpes estão cada vez mais elaborados e um simples clique pode te dar uma baita dor de cabeça. Os golpistas criam páginas ou links falsos e tem como iscas promoções e descontos super vantajosos pra chamar aí a sua atenção. Que além, né? De não receber o produto, pode ter seus dados pessoais e do cartão expostos.
Todo cuidado é pouco, os criminosos querem gerar impacto emocional. para que você haja por impulso e realize alguma ação, como clicar em algum link, te direcionar para um site falso ou te induzir a realizar transações. Desconfie. Quem desconfia evita golpes.
Na dúvida, procure o BB. — Saiba mais no link que eu vou deixar aqui na descrição do episódio. — E hoje eu vou contar para vocês a história de Dona Edna. Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]Edna tinha uma tia — que a gente pode chamar aqui de “Maricota” — e Dona Maricota trabalhava numa casa como empregada doméstica de pessoas muito ricas. — Rico nível de ter helicóptero, ter jato, essas coisas. Rico, rico… — As empregadas, assim como Dona Malicota, já tinham mais idade… Algumas estavam se aposentando e Edna ia começar nessa casa. Inicialmente, Maricota passava tudo para ela. Durante esse processo, Edna bateu de frente com o dono daquela casa, o cara rico, que a gente vai chamar aqui de “Seu Eugênio”. Seu Eugênio queria que ela fizesse uma coisa lá, mas ela já estava fora do horário e ela disse “não”. Seu Eugênio ficou um pouco em choque, eles discutiram um pouco, Edna pegou a bolsinha dela e falou: “Tia, não fico aqui mais um dia” e foi embora… Edna trabalhava muito bem, e aí a esposa do Seu Eugênio — Constanza, que a gente vai chamar aqui — fez o Seu Eugênio ir lá na casa da Edna, pedir desculpa e pedir para a Edna voltar. A Edna voltou, mas voltou botando banca… [risos] — Amo… — E a Edna falou: “Olha, o jeito aqui que o pessoal trabalha é ruim pra todo mundo, a gente podia organizar, fazer diferente” e deu umas ideias ali.
Dona Maricota e outras se aposentando, a esposa do Eugênio falou: “Olha, Edna, então você tem carta branca para você fazer aqui o que você quiser. Está aqui, uma folha em branco, você organiza os funcionários do jeito que você quiser. Bom, você faz aí o que você quiser”. Edna trabalhou dois dias como empregada doméstica e virou governanta dessa casa… Ela melhorou as escalas de trabalho, ela melhorou os salários dos funcionários. — Porque para aquela gente rica, não fazia muita diferença se vai ganhar, sei lá, 3, 4 mil a mais, a menos… É muito dinheiro, gente. — A Edna foi aproveitando para deixar todo mundo bem ali. Então aquela coisa, aquele ranço que o pessoal ficou dela no começo, de que ela estava dois dias lá e tinha virado governanta, depois isso passou, porque todo mundo ganhou mais folgas, mais direitos trabalhistas, um salário maior… Então, assim, todo mundo gostava muito da Edna ali, né? Aqueles funcionários, tinha jardineiro, tinha motorista, tinha cozinheira, tinha muitos funcionários.
Constanza e Eugênio só tinham um filho, que era tipo Eugênio Filho. O filho já estudava fora, tipo Suíça mesmo… Por lá ele casou, então assim, ele não tinha muito contato com os pais. Ao mesmo tempo que ela tinha muita proximidade com os donos da casa ali, Constanza e Eugênio, Edna gostava de manter uma formalidade, tipo: “eu sou funcionária, vocês são os patrões” e isso funcionava muito bem. O tempo foi passando, Edna foi ganhando mais experiência, ganhando mais confiança ali do casal. Um dia ela chegou e ela ganhou uma casa… — Não faz mais que obrigação, né? Gente rica tinha que dar casa pra todos os funcionários. — A vida dela foi melhorando e ela continuou trabalhando lá. Todo mundo ali registrado certinho, todo mundo com salário bom, todo mundo com uma escala de folgas boas e os patrões não queriam saber, eles queriam as coisas feitas na casa.
Com 20 anos de trabalho ali, Seu Eugênio um dia não acordou… Morreu. Dona Constanza agora estava viúva. Foi um baque para ela, Eugênio Filho veio lá da Suíça, sei lá onde ele estava morando, teve aquele funeral de rico e tal, passou, mas Dona Constanza ficou muito abalada com a morte do marido… Mas ela tinha muitas amigas ricas, então as amigas ricas agora iam para lá, faziam chás… A Edna, que era governanta, organizava esses mini eventos pra ver se dava uma distraída na Dona Constanza… Aí elas começaram a marcar umas viagens internacionais, tudo pra Dona Constanza sair um pouco de casa e não ficar ali deprimida por conta do falecimento de seu marido, Eugênio. O tempo foi passando, Dona Constanza foi se animando mais, né? Tem que viver, né? O cara morreu, você tá aqui, você vai viver.
Numa dessas viagens, quando ela estava saindo do aeroporto, na volta, que o motorista tinha ido já buscar, estava com as malas, Dona Constanza tropeçou, caiu e quebrou ali o fêmur… — Um perrengue. — Foi para o melhor hospital que tinha, contratou enfermeiras para cuidar de Dona Constanza, que ela tinha que se reabilitar ali e, nisso, foi determinado que ela teria um fisioterapeuta… E uma empresa, nem era do convênio, era tipo, particular, mandou um fisioterapeuta. O fisioterapeuta era muito gentil e muito amoroso com Dona Constanza… Ele ia fazer ali a físio na casa dela, que era o quê? Uma mansão… — Uma mansão. — Era uma das casas que eles tinham. E assim, né? Depois que morreu, logo já fizeram um inventário, então assim, a parte que era do Eugênio Filho ele pegou e foi fazer as coisas dele e tal e a empresa ficou com Dona Constanza, que já tinha acionistas… — Tipo, ela vendeu, mas ficou ali. Essas coisas de rico. —
Esse fisioterapeuta, vendo ali aquela senhora — ingênua até, inocente, vulnerável, com a perninha ali recuperando e tal —, começou a ser muito amoroso com Dona Constanza.. E Edna sacou: “Esse cara, muito mais novo, olhando todas as coisas…” e o cara perguntava assim pra Edna: “Quantos carros eles têm? Quantas casas ela tem? O filho vem sempre aqui? O filho é afastado?” e Edna não respondia nada, só enrolava ele, mas ela sacou que ele ali cresceu o olho. Ele, um cara bonitão, viu que Dona Constanza estava interessada. Um dia, Edna entrou no quarto de Dona Constanza, que estava tendo seu momento de fisioterapia, e este fisioterapeuta estava beijando Dona Constanza… — Ali na boca e tal. — E a Edna: “Gente, não é possível…”, era nítido que aquilo não era amor, que ele estava interessado no dinheiro da Dona Constanza. “Eu sou apenas uma funcionária… Eu vou ficar preocupada? Vou, mas eu não posso fazer nada”.
Quando ela viu o beijo, ela logo já saiu do quarto, mas ficou por ali… Depois de um tempo, ele foi embora, ela entrou, Dona Constanza estava com um sorriso de fora a fora. E a Edna perguntou, elas tinham uma certa intimidade, mesmo que não fosse total, porque a Edna sempre quis manter essa formalidade um pouco, mas eram 20 anos juntas, né? E a Edna tocou no assunto, falou: “Dona Constanza dos céu, a senhora tava beijando o rapaz” e Dona Constanza riu, estava bem animada e falou: “Ah, vamos ver o que vai acontecer, Edna”, tipo, né? Ela gostou. A partir daí, foi tudo muito rápido… Esse fisioterapeuta virou namorado ali da ricaça, milionária Dona Constanza e Edna tinha a impressão que ele não queria muito beijar na boca ou ter momentos mais íntimos com Dona Constanza, mas a dona Constanza chegava junto. [risos] Ele tinha que transar com ela e beijar na boca.
O tempo foi passando. Dona Constanza, além da Edna, tinha uma secretária… — Que a gente vai chamar aqui de “Rose”. — Rose que cuidava de todas as coisas de Dona Constanza e uma ordem foi dada pra Rose: “Ele pode comer tudo que ele quiser, ele pode beber tudo que ele quiser, ele pode sair com o carro e tal, mas não dê nenhum dinheiro a ele”. Nesse começo de namoro, uma vez a Edna pegou uma conversa deles onde o cara já queria parar de trabalhar — como fisioterapeuta, sei lá, virar só namorado de Dona Constanza — e Constanza falou para ele: “Não, o seu trabalho é muito importante, muito digno, eu estou aqui andando normal pela sua fisioterapia. Então, assim, é um serviço que você presta muito importante pra sociedade”, e aí ele murchou, né? Porque eu acho que ele queria parar de dar um trampo. [risos] Então, ele já não conseguiu isso.
Os meses foram passando, eles faziam viagens nacionais… O cara não tinha passaporte ainda, a Edna não sabe porque ele não tirou, ou o que aconteceu, eles não faziam viagens internacionais, mas estavam sempre ali de helicóptero, o cara queria andar de helicóptero, sabe esse tipo de coisa? Ela tinha um advogado, tinha a Rose, que não ficava ali na casa, né? Ficava tipo num escritório. Depois de um tempo, tanto Rose quanto o advogado — que a gente vai chamar aqui de “Dr. Padilha” — estavam indo muito lá na casa. Um dia a Edna viu este cara assinando muitos papéis e ele estava muito feliz… Ela falou pra mim: “Andréia, eu sempre fui muito diplomática, né? Eu não ia… Eu sabia que o cara era um golpista, mas eu não ia bater de frente com ele, o dinheiro não é meu, é de Dona Constanza. Por mais que eu achasse que aquilo tudo estava errado, era nítido que ele queria dinheiro, eu não podia fazer nada”, então a Edna tratava ele bem, né? Depois que ele assinou esse monte de papel, ele foi comemorar, contar pra Edna que ele tinha ganhado um puta carro, tipo um Mercedes, tipo um carro de um milhão…
E que ele tinha ganhado um apartamento que Constanza tinha — vou pegar uma avenida daqui, tipo a Avenida Paulista —, um apartamento que valia 12 milhões, que ela tinha passado para ele… E que agora ele ia sair da casa dele, onde ele morava e ia morar no apartamento dele de 12 milhões. — Só que tem uma coisa, como é que você vai pagar esse condomínio, né? Segundo Edna, ele disse que Constanza ia bancar esse condomínio, bancar tudo. — Agora ele tinha um carrão e ele tinha um apartamentão de gente rica. Ele ia morar lá e Constanza ia continuar morando na casa dela até que eles se casassem. Nesse prédio, Dona Constanza tinha mais um apartamento… A cobertura era dela e os outros apartamentos todos estavam alugados. Então, se ela deu um apartamento para ele, foi a cobertura. Edna estava muito chocada, porque assim, seis meses de namoro e Constanza fazia o cara comparecer… [risos] — Quer apartamento? Quer Mercedes? Quer carrão? Então tem que dar no couro, né? —
Os meses foram passando, este cara foi mudando de atitude… Começou a tratar Dona Constanza um pouco mal e começou a se recusar a ficar com ela tanto tempo, porque agora ele tinha o carro que, assim, ele podia pegar o carro e vender, podia pegar o apartamento e vender, e por baixo ele ia ter, sei lá, uns 12, 13 milhões na mão. — Não precisava mais trabalhar, não precisava mais fazer nada, né? Se eu pensei isso, você pensou isso, ele também pensou. — Edna não se conformava, ela falava: “Meu Deus, eu não achei que a Dona Constanza fosse tão inocente… Ela foi muito inocente… Esse cara não dá mais um mês, ele vai largar ela” e dito e feito… Um dia a Constanza estava lá com um semblante um pouco mais tristonho e ela mesma contou para a Edna que ele tinha largado. Deu um esculacho nela na frente das amigas ricas e tinha terminado o romance.
Edna fazendo as coisinhas que ela gostava ali, preocupada, porque já é uma senhora, né? Com, sei lá, 73, 74 anos… Um mês e pouco depois, eles estão lá na casa e a Edna recebe ali um chamado de segurança — a casa é uma mansão real, que tem seguranças lá no portão — que o cara tava lá na frente fazendo um escândalo. Ele estava tentando invadir… A Edna pensou: “Ele está tentando derrubar o portão com o carro” e aí o segurança falou: “não, ele está a pé e tá aqui, p da vida, gritando”. Constanza tava tomando café e Edna foi lá falar: “Olha, o Seu Fulano tá aqui na porta fazendo um escândalo e tal” e Dona Constanza falou: “Olha, pede pro segurança chamar a polícia… Porque eu não tenho mais nada para conversar com esse senhor”. Edna avisou lá e ligou pra Rose, e aí Rose falou pra Edna: “Edna, quando for umas 11 horas, eu tenho umas coisas pra Dona Constanza assinar e eu vou aí te contar tudo”. Edna falou: “Andréia, [risos] eu não conseguia nem me concentrar em nada, porque quando o segurança falou que ia chamar a polícia, ele foi embora. Então, nem chamaram a polícia pro cara”.
Rose chegou e Rose foi contar tudo o que tinha acontecido… O cara assinou um monte de papéis achando que ele estava assinando a escritura do apartamento, documento do carro, transferência do carro. — A Edna não sabe como que o Doutor Padilha fez… — O fato é: O carro que ele estava era um dos carros da família já, não foi passado para o nome dele. O carro continuava sendo — vou dar um sobrenome de rico, sei lá — dos Siqueira de Albuquerque. A mesma coisa o apartamento… A Edna não sabe explicar bem, mas eu acho, eu, Andréia, que devia ser um contrato de comodato, não sei, alguma coisa que a qualquer momento eles podiam pegar o apartamento de volta. Ele não ganhou nada… Dinheiro ele já não pegava… — Porque tinha ordem ali para ninguém dar dinheiro para ele. — Aquele prédio onde tem a cobertura, que ele achou que ia ser dele, que já estava no nome dele, todos os apartamentos ali praticamente são do Siqueira de Albuquerque e os porteiros já tinham contado para um dos seguranças da Dona Constanza que ele levava mulheres… Muitas mulheres lá.
Um dia ele tentou sair com um quadro e a segurança do prédio não deixou, porque era um prédio de gente rica que tem segurança e ele gritava: “O apartamento é meu, que não sei o quê”, mas o combinado que tinha com Dona Constanza é que as obras de arte que estavam lá não eram dele, que ia ficar ali até ela tirar, mas, na verdade, ele nunca teve nada. — De alguma forma, o advogado da ricaça, fez ele acreditar que ele era dono do apartamento e do carro, ele fez uma soma na cabeça dele lá, que foi a mesma que eu fiz, que você fez: “Pô, 12 milhões, 13 milhões, tô boneco, vou dar um pé na bunda dessa velha”, inclusive, chamou ela de velha na frente das amigas dela… Assim, humilhou ela de todo jeito. E o que Rose acha é que ela estava testando ele, porque se ele fosse um cara bacana e continuasse a ficar namorando com ela, eles iam até casar… Mas o cara realmente era um pilantra e ela, com advogados… Tanto que, pra vocês terem uma ideia, o Eugênio, que era o filho, nem se abalou, tipo: “ah, minha mãe tá com golpista”, sabe? Porque sabia também que ela não era inocente. [risos] Inocente…
Quem que tava inocente na história? O cara. Quando ele humilhou ela e voltou para o apartamento, ela avisou os seguranças que ele não podia nem entrar. Uma funcionária dela foi lá, pegou as roupas dele, porque ele tinha se instalado, né? E entregou lá na portaria pra ele. Ele ficou doido, mas ele ainda estava com o carro… E o carro também foi tomado dele desse jeito. — Sei lá, ele estacionou e alguém levou. — Tipo, ele perdeu tudo que já não era dele, né? Edna jurava que Dona Constanza estava inocente na história e quem estava inocente era o cara. E aí eu perguntei: “Mas você acha que ela gostava dele?” e a Edna falou: “Eu acho que gostava, mas ela não era trouxa de entregar o patrimônio dela, que seria uma parte micro, gente…”. Tipo, uma cobertura e um Mercedes, parte micro do patrimônio dela. Ainda assim ela fez de um jeito ali que ele não era dono de nada.
E aí ele estava ali gritando, sei lá, o que ele estava exigindo, porque depois também o cara nunca mais apareceu quando falaram que ia chamar a polícia, né? E a Edna falou: “Dona Constanza enganou todo mundo, porque assim, todo mundo ficava chocado de ver o quanto: “ah, ela deu o carro, ela deu a cobertura para ele…”” e o que ela estava dando realmente? [risos] Além de sua vagina… Era o que ele queria comer, o que ele queria beber e andar de helicóptero. Ah, tá bom também, né? [risos] Não saiu sem nada. [risos] Então, o inocente da história era ele e não Dona Constanza. Dona Constanza já morreu, Edna já se aposentou. — Ela acha essa história surreal, porque ela realmente acreditou que o cara tinha conseguido passar a perna aí em Dona Constanza, mas não… A única coisa que ele passou nela [risos] foi o rodo.e ela curtiu, né? Ela meio que, né? Ficava ali, marcava em cima. Aí eu fico pensando, se o cara realmente gostasse dela, fosse bacana esse relacionamento, poxa, o cara ia estar boneco, real, né? Porque ia estar ali, usufruindo das coisas dela, mesmo que ele não ficasse com nada, né? Mas não, ele só queria realmente se aproveitar. O que vocês acham?
[trilha]Assinante 1: Oi, nãoinviabilizers, aqui quem fala é Raquel de Fortaleza. Dona Constanza, o que mais me impressionou foi que os filhos dela não se intrometeram na relação, provavelmente eles já sabia quem era a mãe deles e o quanto a mãe deles era instruída e sabia das coisas, sabia como proteger o patrimônio dela, por mais Constanzas no nosso meio, né? Independente da classe social, do quanto dinheiro tenha, mas ter consciência de proteger o patrimônio, seja ele gigantesco ou seja ele o pouco conquistado com muito suor. Passo meu pano rosa com glitter pra Dona Costanza mil vezes, arrasou, divou.
Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, aqui quem fala é a Poliane, do Rio de Janeiro. Que coisa boa essa história Inocente, hein? Me deu um prazer, como trabalhadora brasileira, voltando do trabalho e ouvindo essa história, vocês não têm noção… Por que que rico continua rico? Porque rico não é besta. Nós pobres que somos emocionados, não é verdade? Mas olha, que senhora inteligente… É isso mesmo, o cara quis dar o golpe nela e foi golpeado. [risos] Um beijo, gente, até mais.
[trilha]Déia Freitas: Recebeu um SMS com a comunicação de uma suspeita de compra, pagamento ou transferência? Recebeu um aviso de bloqueio de conta, pontos de fidelidade a expirar, ofertas de brindes, descontos, promoções ou ganhos super vantajosos? Isso pode ser uma isca para te enganar, isso pode ser um golpe. Desconfie… Quem desconfia, evita golpes. Na dúvida, procure o BB. — Saiba mais no link que eu deixei aqui na descrição do episódio. Valeu, Banco do Brasil, pela parceria. — Um beijo, gente, e eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]