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título: filhota
data de publicação: 15/12/2025
quadro: picolé de limão
hashtag: #paulada
personagens: paula, diego e dona rosilda

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje é a Pet Love. Dezembro é uma época de correria com os preparativos para as festas de fim de ano, mas também é um tempo de reflexão, de retrospectiva e, principalmente, o momento de garantir a saúde e o bem-estar de toda a sua família, incluindo seu pet. O plano de saúde Pet Love foi um apoio fundamental para milhares de tutores em todo o Brasil… Seja por conta de um susto inesperado com a saúde do pet, que graças ao plano de saúde Pet Love foi resolvido, seja um suporte em momentos de necessidade, com consultas, exames e vacinas, e também pela tranquilidade de saber que com a Pet Love você tem a garantia completa dos cuidados com os seus pets de maneira constante. 

Nesse fim de ano, eu te convido a adquirir aí um plano de saúde Pet Love para o seu petzinho querido. — O valor por mês, gente, é super acessível, tá? — A contratação é 100% digital e é super fácil de usar. — Além de ter uma rede muito grande, tá? Pra você poder escolher. — Planos de saúde Pet Love, se tem pet, tem que ter. — Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio e, no final tem o nosso cupom de desconto. Um cupom que você não vai acreditar, então fica comigo até o final. — Antes de mais nada, nós somos totalmente contra violência. E hoje eu vou contar para vocês a história da Paula. Então vamos lá, vamos de história.

[trilha]

Paula se casou aí com o Diego e os dois são muito tímidos e muito calados… Tanto que a mãe do Diego — que chamaremos aqui de “Dona Rosilda” — sempre fala que não sabe como esse encontro [risos] aconteceu. [risos] Ela fala: “Olha, eu, assim, eu peço a Deus que ele ilumine vocês pelo menos um dia para que eu tenha um neto. [risos] Porque eu não sei nem se vocês se aproximam… Vocês ficam perto do outro?”. Dona Rosilda aí se intrometendo entre o casal. [risos] Paula vem de uma família muito complicada… Ela considera Dona Rosilda como sua mãe. — Então, assim, ela falou para mim: “Andréia, mesmo que um dia… Não penso nisso, mas mesmo que um dia eu me separe do Diego, Dona Rosilda vai continuar sendo a minha mãe. É isso, eu gosto mais da Dona Rosilda do que do Diego”. [risos] — E isso é totalmente possível… Eu já tive uma sogra, um beijo, Dona Rosana, que eu realmente gostava mais da minha sogra do que do meu namorado. A vida é isso. —

Diego e Paula alugaram uma casa, fizeram uma reforminha. Um dos quartos ficou ali como quarto de hóspedes até a Paula e o Diego terem um filho, ainda isso está em projeto, eles são novos… O outro quarto eles transformaram num escritório onde também o Diego pode jogar videogame e o quarto do casal, que é a suíte. Tanto a Paula quanto o Diego são da área de TI. O Diego, um trabalho mais remoto e ele tem plantões, então se ele precisa ir na firma, é nesse sistema de plantão, né? Paula tem um trabalho presencial na área de TI que ela gosta muito, ela gosta, ela me disse que ela é uma pessoa do presencial, que assim, se ela ficasse só em casa, ela ia ficar ainda mais tímida, mais fechada… Ela gosta dessa convivência e ela tem ali umas amigas da área de TI, tem umas amigas do trabalho e tem aquelas amizades que a gente traz da infância. 

Paula está num grupo de amigas da infância. Várias meninas, elas às vezes saíam para tomar alguma coisa, relembrar o tempo de infância. E, entre essas meninas, tinha uma lá que estava precisando de um lugar para ficar. Ela dividia apartamento com uma moça, não deu certo, a moça mandou ela embora do apartamento, ela foi para casa de uma dessas amigas do grupo, precisava sair e ainda não tinha conseguido alugar um lugar para si. Paula vendo ali a moça reclamando no grupo, mas essa moça chamou a Paula no privado e perguntou se ela poderia ficar lá na casa da Paula por três meses. Ela falou: “Andréia, eu jamais me ofereceria para brigar alguém em casa. Eu sou uma pessoa tímida, já falei. Tem também o Diego… Então, assim, jamais falaria”. Paula, muito sem jeito, disse que sim… — Eu acho que a Paula errou numa coisa, porque assim, você não mora mais sozinha, você tem o seu marido. Então você tem que perguntar para o seu marido se tudo bem. Não acho que esta é uma decisão, quando você mora com outras pessoas, que você possa tomar sozinha. —

Quando ela comentou com o Diego, o Diego ficou chateado e falou pra ela: “Poxa, Paula, você tinha que ter falado comigo… Eu trabalho em casa e é complicado ter uma pessoa aqui o tempo todo que não vai ser você. Eu vou perder a minha privacidade, vou ficar intimidado… Você sabe que eu sou muito tímido”, mas enfim, já estava feito… A Paula pediu desculpas e falou: “Amor, vai passar rápido, são três meses. Daqui três meses a gente não vai mais ter essa minha amiga em casa”. A amiga chegou para ocupar aquele quarto de hóspedes, que futuramente será o quarto das crianças, né? Porque sim, Paula quer ter filhos e tal. Aparentemente, uma moça muito comunicativa, muito falante, muito agradável, chegou, falou “oi” para todo mundo, “esse aqui é o quarto onde eu vou ficar?”, “aqui é o banheiro onde você pode usar”, que era o banheiro ali do corredor, que atende os dois quartos. Então, um quarto tinha sido transformado em escritório e sala de videogame e o outro quarto era do casal, que era suíte.

Ninguém comentou nada para a Dona Rosilda, porque a Dona Rosilda, ela fala assim, que ela tem o seguinte sistema: “Filho que casa, quer casa, e a sogra não pode ficar enfiada dentro da casa do filho e da nora, sabe? Então, quando meu filho e minha nora eles querem me ver, eles vêm na minha casa. Eu não vou lá… Então eu não sei se a casa está limpa, se está suja, se eles têm comida, se eles não têm. Não é um problema meu mais. Quando eles vêm aqui, eles comem, eles ficam aqui. Às vezes a gente passa o sábado tomando uma cerveja e tal, eles dormem aqui, domingo eles voltam para a casa deles e tá tudo certo. Eu não vou lá, eu não encho o saco, eu não fico questionando…

A única coisa que às vezes eu encho o saco deles é: cadê meus netos? Mas eles falaram que é mais pra frente? Tudo bem então, mais pra frente. Enquanto isso, eu fico aqui com meus gatos, meus cachorros na minha casa”. 

Depois ali da primeira semana, Paula notou que o Diego estava diferente… O Diego estava emburrado. O Diego, que antes acordava mais tarde, começou a acordar mais cedo que a Paula para tomar café junto com a Paula e se trancava no escritório. Passado uma semana ali, ele reclamou para a mãe dele que ele estava com dificuldade para urinar e a Dona Rosilda comentou com a Paula e a Paula falou: “Nossa, né? Estranho, ele nem me falou nada”. Quando ela chegou, ela perguntou e ele falou: “Ué, tô”, “mas assim, do nada?”, e aí ela descobriu que o Diego não estava saindo do quarto nem para fazer xixi, porque ele disse que a moça tomava banho, às vezes saía do banheiro — que é no corredor, né?—  somente de calcinha… — Gente, somente de calcinha somente… 
Somente de calcinha… — Os peitos pra fora com uma tanguinha… Passava com a toalha enrolada na cabeça pro quarto pra se vestir. — Gente, nem uma toalha? — 

E o vestir dela era chegar no quarto, botar um crópede e ficava andando pela casa de calcinha e cropped… — Ô, gente… Você tá de favor na casa dos outros, tem o marido da sua amiga ali, você vai ficar andando de calcinha com seus peitos de fora? De calcinha e cropped? Não tem como. — Paula ficou chocada, falou: “Gente, não pode ser… Mas o Diego não ia mentir pra mim, mas não pode ser…”. Ela chamou a amiga para conversar e a resposta da amiga foi: “Ai, Paula, eu tenho muito calor…”. — Ô, sua… [risos] Não posso falar aqui o que eu queria falar, sabe? Você tá com calor? Sabe? — A Paula ficou chocado e falou: “Não, mas você não pode andar assim, meu marido tá constrangida, não tem como você andar assim aqui”. E aí ela virou pra Paula e falou: “Paula, eu não pensei que você fosse assim tão insegura”. 

E a Paula falou pra mim que em nenhum momento ela pensou que o Diego ia trair ela com a amiga, nada, mas assim, de ter tirado a liberdade do marido, era pra esse caminho que a Paula tava tendo essa conversa com a amiga… E a amiga repetiu isso na cara da Paula: “Nossa, amiga, eu não pensei que você fosse tão insegura assim”, pensa que ela parou de andar de calcinha e cropped? Não parou… E começou a andar de calcinha e cropped no final de semana, na frente da Paula. Paula só ficava nervosa, chorava… Ela falou: “Andréia, eu não tinha força pra fazer nada, eu sou muito fechada, muito tímida. O que eu ia fazer? Eu não conseguia nem, sei lá, pegar ela pelo braço, assim, não conseguia fazer nada”. Diego começou a acordar, pegar o laptop e as coisas dele e ir para a casa da Dona Rosilda. 

Ele começou a aparecer todo dia na casa da Dona Rosilda, a Dona Rosilda chamou ele e falou: “Escuta, você com uma casa lá de três quartos, uma sala enorme, um monte de lugar para trabalhar, quintal, vem se enfiar na minha casa para trabalhar o dia inteiro? O que está acontecendo? Se você estiver aprontando com a Paula, eu vou cortar o seu pinto fora. O que está acontecendo? Por que você está enfiado aqui? A Paula está te mandando embora?” e já começou a gritar com o filho a querer quebrar o computador do filho sem saber o que estava acontecendo. [risos] Porque Dona Rosilda é barraqueira… O Diego não queria falar, porque ele conhece a mãe que ele tem, mas ele falou: “Tem uma amiga da Paula dormindo, vai ficar três meses em casa e eu não me sinto à vontade, então eu vim pra cá”. Dona Rosilda também conhece o filho e falou: “Mas ué, mas o que essa moça tem que não te faz ficar à vontade? Não é sua casa? Que estranho isso… Você saiu com essa moça, Diego?”. [risos] Já com a vassoura na mão. [risos] 

“Você saiu com essa moça? Você teve alguma coisa com essa moça, Diego?” e pegou o telefone, aos gritos, e ligou pra Paula. “O que que tá acontecendo? Seu marido tá aqui enfiado na minha casa, ele tá te traindo com a sua amiga? O que que tá acontecendo?” e Paula contou a coisa da calcinha, dos peitos de fora, do cropped e Dona Rosilda enlouqueceu. Paula falou assim pra mim: “Andréia, eu podia muito bem falar pra ela não se meter, eu conheço a minha sogra, minha sogra ia ficar muito puta, mas ela não ia se meter se eu falasse pra ela “não se meta”, mas eu tenho que confessar pra você que eu queria [risos] que ela se metesse, porque eu não tava conseguindo resolver. Eu sei que eu sou fraca pra esse tipo de coisa, então eu meio que dei graças a Deus quando a minha sogra falou: “O quê? É o quê? Ela tá andando o quê? De teta o quê? Calcinha o quê? Tanga o quê?”, Doida a Dona Rosilda. [risos]

Ela falou: “Eu vou lá…” e Paula ainda falou: “não, não precisa”, mas foi um “não precisa”  que a Paula falou: “Andréia, eu falei bem tristinha, e minha sogra, Dona Rosilda, é assim, quando eu falo qualquer coisa tristinha, ela fica assim, doida pra me agradar”. Desligou o celular, começou a gritar e falar: “Ah, então nós vamos resolver isso. Eu não tô acreditando em vocês dois… Então você vai voltar pra sua casa com essa porcaria desse computador e quando ela tiver de calcinha, você me manda uma mensagem que eu vou lá”. Diego mandou mensagem pra Paula e falou: “Olha, minha mãe tá querendo ir lá… Melhor você conversar você com a sua amiga, você sabe como é Dona Rosilda… Não é melhor você resolver?”, “Ah, deixa, depois eu vejo isso”, porque Paula queria… Diego falou: “Eu tô sendo expulso da casa da minha mãe, mas eu não vou entrar nessa, Paula. Eu não vou mandar mensagem pra minha mãe, porque você conhece a minha mãe”, “Então, quando ela estiver de calcinha aí, você manda mensagem pra mim que eu resolvo com a minha amiga”. 

Qual que era a intenção de Paula? Quando ele mandasse a mensagem, ela ia falar com a Dona Rosilda. Nesse dia, o Diego foi embora, não mandou mais mensagem pra Paula, eles até tiveram uma pequena discussão ali, né? Pelo WhatsApp. No dia seguinte, Diego mandou mensagem pra Paula e falou: “Olha, você não vai acreditar… Ela tá sentada na sala, assistindo Netflix…”, tinha esse detalhe, porque ela não estava trabalhando, “só de calcinha, com os peitos de fora, deitada no sofá. É isso. Eu tô aqui no escritório”. Paula ligou chorando para quem? Dona Rosilda… Em vez de ela ir pra casa e resolver, gente… Porque assim, eu acho que quem devia ter resolvido era a Paula, põe sua amiga pra fora, sabe? Ela não tá te respeitando, ela não tá respeitando a sua casa. Dona Rosilda não terminou nem de escutar a Paula, desligou o telefone na cara da Paula, pegou um rodo, sabe rodo? De puxar água… E andou uns seis quarteirões com aquele rodo na mão e foi para a casa de Paula. Dona Rosilda tem a chave. 

Quando ela chegou lá, ela não tocou campainha, não bateu nada, ela entrou… Quando ela chegou na sala, ela viu a moça deitada só de calcinha, os peitos de fora, assistindo Netflix… Com o rodo na mão, Dona Rosilda começou a gritar, sacudindo o rodo e gritando: “Fora, fora…” e a moça nunca tinha visto Dona Rosilda, falou: “Quem que é a senhora? Diego, tem uma velha aqui me expulsando”. Na hora que ela falou “uma velha”, ela falou: “Ah, mas você vai ver o que a velha vai fazer”. Nisso, Dona Rosilda já estava batendo na perna da moça com o rodo e a moça meio que pulando, assim, com os peitos balangando, né? [risos] Diego veio e, tentando não olhar, tentando não encostar na moça, né? Tentando segurar a mãe dele… Acabou tomando umas pauladas de rodo também, a moça correu e se trancou no quarto. 

O escândalo foi tão grande que chamaram a polícia, algum vizinho chamou a polícia e a polícia veio lá. Dona Rosilda falou: “Tem uma vagabunda aqui dentro dessa casa… Essa casa está alugada no meu nome”. — Porque tinha isso, o aluguel aliquem pagava era eles, mas a casa estava alugada em nome da Dona Rosilda”. — “E eu quero ela fora da minha casa, porque aqui é minha casa, eu que aluguei”. E aí a moça de dentro do quarto gritava: “Ela é uma louca, não sei o que lá”, e aí o PM falou: “Por favor, moça, abre a porta”, aí entrou um PM para falar com ela e outro PM ficou com a Dona Rosilda. O Diego já foi, pegou água para a mãe, o PM saiu de lá e falou: “Olha, a moça falou que está abrigada aqui porque sua nora deu abrigo”, e aí a Dona Rosilda falou: “Eu aluguei essa casa, eu não quero dar abrigo pra ela, eu quero ela fora”. 

E aí o policial explicou para a moça que se ela era a pessoa que alugou a casa ali, infelizmente a moça ia ter que sair e eles aconselharam ela a ligar para a Paula, enfim, mas do lado de fora da casa. O policial perguntou pra moça se ela queria dar queixa da Dona Rosilda e a Dona Rosilda falou: “Se ela der queixa de mim, eu vou dar queixa porque ela encostou a teta no meu rosto. O que é isso? É assédio? Agressão? Encostou a teta… Eu sou uma idosa, bateu na idosa”. E aí o policial meio que apazigou a coisa ali, porque também ele ia ter que preencher uma papelada, levar pra lá… Falou: “Bom, pega suas coisas, a gente vai te acompanhar… Essa senhora não vai mais chegar perto de você” e Dona Rosilda gritando, um barraco, gente, barraco, barraco, barraco… E essa moça saiu junto com os dois policiais lá da casa. 

E lá da frente, ela com as duas malas dela lá, chamou um carro de aplicativo, mas antes do carro de aplicativo chegar, ela mandou uma mensagem para a Paula e a Paula escutava a Dona Rosilda do lado de dentro, acho que do muro, gritando ainda, xingando a moça, falando assim: “Ah, parabéns, você é uma insegura… Você sabe que o seu marido ia me preferir a você”. — Gente, você pediu abrigo, você tava de favor…”. Paula bloqueou ela, escreveu que ia sair do grupo porque essa moça estava, e aí a outra moça, lembra que uma outra moça tinha abrigado ela e não deu certo? Por causa disso… Falou que chegou uma vez na casa com um colanzinho muito justo assim, brincando, sentou no colo do marido da moça… — Da outra moça. — E aí essa outra moça, que não era tímida, nada, botou ela pra fora e não falou nada no grupo… E aí resolveram tirar essa moça do grupo. 

Eu acho que a Paula e o Diego, eles que deviam ter resolvido esse BO, né? O Diego mesmo podia falar pra moça: “Olha, eu não me sinto bem com você aqui, pega suas coisas e sai, porque aqui é minha casa, né?”, Paula também podia ter falado com a amiga: “Amiga, não deu certo… Não deu certo e, assim, pega suas coisas e sai”, mas não… Precisou a Dona Rosilda, com o rodo, um escândalo na rua, juntou gente, polícia, para poder tirar a moça de lá… E a Dona Rosilda falou pra Paula depois que o PM perguntou ali pra moça: “Mas por que você, sabendo que o marido da sua amiga tá aí, você fica somente de calcinha pela casa? É até perigoso pra você, e se ele te ataca e tal, né?”, o PM falou isso… E aí ela virou pro PM e falou: “Mas é porque eu tenho muito calor”, aí um PM olhou pra cara do outro, sabe? E aí Dona Rosilda, nesta hora, ninguém ainda tinha tirado o rodo da idosa… Ela ainda tentou dar com o rodo na moça e aí tiraram o rodo. 

E aí o policial também falou: “Chega disso”, [risos] pra parar, né? Mas o argumento dela era o calor. Enfim, a Paula fala: “Andréia, eu sei que foi errado, mas eu fiquei muito aliviada que minha sogra fez isso e eu não conseguiria fazer, provavelmente ela ia ficar mais que três meses em casa e eu ia ficar passando nervoso, porque eu não ia conseguir, sei lá, resolver…”. E ainda o Diego depois teve que tratar tipo uma infecção urinária porque ele não saía pra ir no banheiro, ficava segurando e tal, né? Então ainda teve isso… Achei errado a Dona Rosilda dar paulada na moça, [risos] é muito errado, né? Mas, pessoal, vamos ter noção, né? Você está na casa dos outros de favor, você tem que passar imperceptível… Ficar o tempo ali que você combinou e vazar, né? O que vocês acham? 

[trilha]

Assinante 1: Oi, nãoinviabilizers, aqui é a Bianca, falo de São Paulo. Enquanto eu ouvia a história, eu xinguei essa mulher mentalmente de tantos nomes possíveis… Porque, cara, que absurdo, gente, não é possível um negócio desse… Eu fiquei chocada. Eu falei: “Não, como assim?”, gente, é surreal… Realmente surreal. Que bom que a Dona Rosilda, maravilhosa, perfeita, meu pano tá aqui, garantidíssimo, foi lá e resolveu a situação. Se eu pudesse, até eu teria participado do barraco de tão revoltante que é essa história, gente. Mas que bom que ela foi lá, resolveu tudo. Desejo aí, Paula e seu marido, que sejam felizes, né? E que nunca mais façam isso novamente. 

Assinante 2: Oi, pessoal, aqui é a Isadora e eu falo de Portugal. Primeiramente, quero dizer que Dona Rosilda foi uma diva, foi uma rainha… Eu acho que ela arrasou, ela fez o que todo mundo que ouviu essa história teve vontade de fazer. Só é triste que quem não fez foi a própria Paula. Eu fiquei abismada enquanto eu escutava a história dessa passividade da Paula… Mulher, ela não só desrespeitou a sua casa de andar por aí só de calcinha na presença do seu marido, como ela te afrontou na sua cara te chamando de insegura e você continuou sem saber o que fazer… Pelo amor de Deus, Paula, reaja. Deixa os pensamentos intrusivos agirem na próxima vez. Espero eu, que não aconteça uma próxima vez. [risos] E é isso, fiquem bem vocês dois. Um beijo.

[trilha]

Déia Freitas: Neste fim de ano, garanta a saúde e o bem—estar do seu pet com o plano de saúde Pet Love. Cabe no seu bolso, tem clínicas pertinho de você, a contratação é prática e digital, tem microchipagem grátis, proteção para todos os seus pets, independente da idade do seu pet. Descontos progressivos para mais pets e uma variedade de planos para você escolher. Usando o nosso cupom “PONEI100” — amo, “pônei” em maiúsculo, sem acento, sem numeral —, você ganha 100% de desconto na primeira mensalidade dos planos de saúde Pet Love. Contrata agora, porque o cupom é válido somente nesse mês de dezembro. Planos de saúde Pet Love, se tem pet, tem que ter. — Valeu, Pet Love, te amo… — Um beijo e eu volto em breve. 

[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]