título: pombal
data de publicação: 05/02/2026
quadro: picolé de limão
hashtag: #pombal
personagens: leila, uma amiga e dr. jefferson picles

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje, mais uma vez, é o Airbnb. O Unidos do Airbnb está aí pra te ajudar… [risos] Gente, vamos tornar esse carnaval aí mais gostosinho, mais especial? No Airbnb você pode escolher uma acomodação para folia e bloquinhos, um lugar delicioso, tranquilo para descansar, recarregar aí as baterias, hein? Ou você pode ter os dois… Que tal escolher uma casa belíssima, o pessoal descansa e depois sai pro bloquinho? Carnaval é muito melhor com os amigos e o Airbnb tem acomodações incríveis com muitas comodidades, com piscina, churrasqueira… — Aí você leva, sabe aquela sua boia de unicórnio? Tem unicórnio, tem flamingo, tem uma que é aquela rosquinha, donut… [risos] Adoro. — 

Uma cozinha completa, bonita, quintalzão, com aquela grama, hein? Um espaço pra todo mundo, pessoal ali de boa, curte, sai pra bloquinho, volta… Não é ideal? Vamos nessa? Com o Airbnb, a turma fica mais unida durante todo o período aí de carnaval. Tem acomodações à beira—mar, chácaras, sítios com cachoeira, com trilha. — Eu não vou falar aqui o que eu acho de trilha, mas tem quem goste, então vai, né? — E se você é da folia, tem também acomodações aí que cabem no seu bolso, no bolso da sua turma, e você encontra aí ótimas acomodações. perto de onde vão sair os bloquinhos, assim, você já fica ali, ó, no jeito… A gente tá na véspera do carnaval, mas ainda dá tempo pra você reservar aí sua acomodação com o pessoal que você gosta, que você convive. — Não briguem. 1, 2, 3, paz. Todo mundo felizinho aí no carnaval. —

Entra agora, faz uma lista das acomodações favoritas, já compartilha no seu grupo com seus amigos e, pra facilitar ainda a vida da turma, você pode pagar no pix ou parcelar em até 6x sem juros no cartão, então, ó, corre agora… — E hoje eu vou contar para vocês a história da Leila. Então vamos lá, vamos de história. 

[trilha]

Leila mora em um condomínio que eu vou dar aqui o nome que ela deu: “Pombal dos Ricos”. O que seria o Pombal dos Ricos? [risos] Um apartamento de alto padrão, só que muitos apartamentos, cinco, seis torres e fica parecendo que é de luxo, mas assim… É meio pop. — Então, Leila deu aí a categoria para o seu prédio de Pombal dos Ricos, e assim seguiremos aqui. — Leila é cabeleireira. [risos] Vocês lembram do meme da “cabeleleila Leila”? Então… Ela só está de folga nas segundas—feiras e até de domingo ela trabalha, às vezes, na casa de clientes. Então ela começa muito cedo e acaba, assim, a hora que tiver o último cliente.  A Leila comprou esse apartamento porque uma grande amiga dela já estava lá morando no Pombal dos Ricos.  —  Era prédio novo, né? Primeiros moradores, né? —  E a Leila: “Poxa, perfeito, tem um apartamento vago na mesma torre, no andar de baixo”. 

O da amiga era o apartamento 98 e o dela seria 88. — O da nossa amiga Leila. — Então, assim, perfeito, gente, as duas muito amigas mesmo, assim, e morando um andarzinho de diferença. Então, uma tomava café na casa da outra, uma fazia o almoço e ligava para a outra: “ó, o almoço está pronto, vem comer aqui e nã nã nã”, trinta anos de amizade. — Eu acho esse o melhor dos mundos, assim, você morar perto de amigos que são seus amigos de muito tempo, que você já tem intimidade, enfim, praticamente família. — E Leila trabalha tanto que ela chega em casa, às vezes janta na casa da amiga, às vezes a amiga — que é uma fofa, que é uma querida, uma tem a chave do apartamento da outra, tá? — deixa lá uma quentinha para ela, para quando ela chegar, comer. Ela chega tarde, come alguma coisa, se tem comida, come, se não, um sanduíche. Toma banho, escova os dentes, deita e morre. — Palavras de Leila, porque é o dia inteiro em pé, é o dia inteiro fazendo escova, mexendo em cabelo e tal, então, ela fica muito, mas muito cansada. —

Então, ela dorme assim, ela fala: “Andréia, meu remédio é o trabalho, porque eu trabalho tanto que eu chego, eu deito, eu apago”, acorda no outro dia, revigorada, faz as coisinhas ali e vai de novo para o salão.  A vida ia muito bem, salão lotado, até que um dia, uma quinta—feira, mais ou menos umas três horas da tarde, Leila está lá no salão, terminando uma escova, quando ali entram três pessoas, dois homens e uma mulher… — Vamos chamar o salão de Leila de Pônei Hair. — O PôneiHair estava lotado e a recepcionista foi conversar ali com eles. De longe, Leila notou que eles tinham algo no pescoço, a moça veio assustada — que a gente pode chamar de Mayara —, Mayara veio assustada e falou: “Leila, eles querem falar com você” e era a polícia civil, três policiais ali da civil, querendo conversar com Leila. — Estranho, né? Leila não deve nada, nunca aconteceu nada. —

Leila foi falar com eles e eles falaram: “Olha, a senhora pode ir acompanhar a gente até a delegacia? A gente precisa fazer uma averiguação, tem relação com o seu automóvel”. Leila já pensou: “meu Deus, meu carro foi roubado?”, Leila deixava o carro ali na rua, mas era uma rua que tinha um vigia e o cara não foi avisar nada, e aí eles falaram: “Não, não, a gente só precisa fazer algumas perguntas, uma averiguação”. — Estranho… — Uma cliente que estava no salão falou: “Leila, não importa o que seja, não vá à delegacia sem um advogado”. — Achei um conselho sábio. — Aí a Leila falou: “Mas eu não devo nada”, ela falou: “Não importa, você tem algum advogado que você possa ligar?” “Ah, tenho” e ligou lá para o advogado dela, conhecido, ele perguntou para que delegacia eles iam, a policial civil ali falou e ela falou: “Bom, eu vou. Então, posso ir seguindo vocês, né? Preciso ir no carro de vocês?” e “Não, você pode ir com o seu próprio carro mesmo. É o carro placa “nãnãnãnã”?” e ela falou: “É”, “então, você pode ir, sim, com o seu carro”. — Estranhíssimo, gente… — 

Leila foi seguindo eles e conversou com o advogado, o advogado falou: “Olha, vai bem devagar, que eu estou chegando para a gente chegar lá junto”. — E aí, a gente pode dar um nome para o advogado de Dr. Jefferson Picles. — Ela chegou lá junto com o Dr. Jefferson Picles, sentaram lá, tomaram um chazinho de meia hora de espera, e aí um investigador chamou ali, tinha um investigador, um delegado, e começaram a fazer um monte de perguntas para a Leila: onde ela estava num determinado sábado, de tal horário e um monte de pergunta… Até que o doutor Jefferson perguntou, falou: “Mas qual é a ocorrência? O que aconteceu? Leila, não responde mais nada. Agora, a gente quer saber por que nós estamos aqui”. O investigador virou um monitor e no monitor tinha algumas imagens de um posto de gasolina, da lojinha de conveniência. 

Você via o carro, com a placa da Leila e era o carro dela… O carro dela tinha um adesivo muito grande da Pônei Hair atrás…  — Então, era o carro dela, não era uma placa clonada. A polícia já tinha investigado isso, né? Eles não chamaram ela lá sem fazer uma investigação antes. Então, se ela estava ali, é porque era o carro dela. — E aí você via alguém que ficou no carro, que não dava para ver se era um homem ou uma mulher, então você via um braço e você via um rapaz novo saindo do volante, entrando na conveniência, assaltando, levando dinheiro, cigarros… Não levou o celular da moça, só assaltou o posto de gasolina. — Pelo menos tem um pouquinho de consciência de classe esse bandido. —  Pegou também uma garrafa de vodka, alguma coisa assim e saiu correndo para o carro, rindo. Ele não estava armado, ele não mostrou a arma, mas ele não tirou uma das mãos do bolso, só a hora que ele foi pegar as coisas e sair correndo que ele tirou a mão e não tinha nenhuma arma na mão, mas você não tem como saber se estava na jaqueta ou se não estava, né? Ele saiu rindo, entrou no carro e saiu cantando pneu.

Foi um assalto ali num domingo, 18h30, um horário que a Leila não conseguia nem lembrar onde ela estava, o que ela estava fazendo, se ela estava em cliente, porque, se ela estava em cliente, o carro dela estava na rua.., Mas ela teve que fazer uma coisa ali no celular dela para ver as datas, porque o delegado queria saber onde ela estava e, neste dia, neste horário, ela estava em casa. Tinha como alguém provar que ela estava em casa? Não, porque ela estava em casa, provavelmente dormindo, porque era o que ela mais fazia quando ela estava de folga, né? “E como que é então o seu carro? Para quem você deu o seu carro?”, assim, um monte de perguntas, um monte de perguntas… E o Dr. Jefferson falou: “Não, ela está dizendo que ela estava em casa, estava dormindo. Você tem alguma prova de que ela estava no carro?”, “ah, como que é lá o seu estacionamento?” e aí foi dando uma coisa na Leila…

O estacionamento do Pombal dos Ricos funciona assim: um carro para atrás do outro, uma vaga é dupla, então você tem que deixar a chave do seu carro no pneu do seu carro, porque se a pessoa que estiver na frente quiser sair, ela tem que manobrar o seu carro, tirar o carro dela e botar seu carro de volta. — Gente, isso é certo? Eu nem sabia que podia isso, mas lá no Pombal dos Ricos é assim. — Quando Leila se mudou para lá, ela fez um bem bolado com o vizinho para ficar dividindo vaga com a amiga e ela, olhando nas câmeras ali, viu que quem estava dirigindo o carro era o filho da amiga dela… — Um jovem de 22 anos. —

E esse rapaz, agora com 20, 21, tava começando a dar problema para a amiga da Leila, né? A mãe dele. Mas não era nada assim grave, gente, de você entrar numa loja de conveniência e assaltar, provavelmente sem arma, mas fingindo que tinha uma arma, uma loja de conveniência, um posto de gasolina. Gente?  E, na hora a Leila ficou com muito medo e não falou que conhecia a pessoa, ela ficou olhando ali para o Jefferson Picles, que era um amigo dela já de muito tempo e tal e ela encerrou o depoimento. Quando eles saíram da delegacia, ela falou pra ele: “Eu sei quem é”, aí, o Doutor Jefferson deu uma bronca nela, falou: “Você tinha que ter falado” e ela falou: “Ah, eu não sabia, fiquei sem ação”. E aí eles voltaram, fizeram ali um adendo no depoimento dizendo quem era, dando endereço, telefone, dando tudo da amiga da Leila. O delegado ameaçou apreender o carro, mas o Doutor Jefferson Picles falou alguma coisa lá jurídica e acabou que não apreendeu o carro da Leila. E, lá na delegacia falaram que a Leila não podia falar nada para a amiga dela. — Então, veja a situação: você tem uma melhor amiga, o filho dela pegou o seu carro, cometeu um assalto com o seu carro, devolveu o seu carro intacto, na vaga certinho, e você não pode falar nada para a sua amiga. —

O delegado também pediu outra coisa para a Leila: Como moradora, ela podia pedir para a síndica as filmagens daquele domingo, para ver que horário o carro dela saiu e como saiu. Pela delegacia, tinha que pedir um mandado… Ia ser mais complicado, né? Então, ele pediu, falou se o advogado podia ajudar a fornecer as imagens que provavam que o rapaz pegou o carro. E aí a Leila foi lá, ligou para a síndica, contou mais ou menos para a Dona Álvara o que tinha acontecido, a Dona Álvara ficou passada, fofoqueira, falou: “Vou te conseguir todas as imagens”. E lá nas imagens tinha o horário que ele pegou o carro, o horário que ele devolveu o carro e mais: ele saiu com outro rapaz do apartamento dele e pegou o carro. E, pelo braço que dava para ver, pela jaqueta, tipo, era uma jaqueta vermelha, dava para ver que era o mesmo rapaz que estava com ele na hora do assalto. 

Leila ficou muito mal, porque assim, ela não podia contar pra amiga dela. Ela recebeu as imagens da síndica, né? Dona Álvara, falou pra Dona Álvara também que isso não podia vazar, que a polícia pediu, enfim, deu uma ameaçada também, né? Porque Dona Álvara é fofoqueira.  A Leila passou as imagens para o advogado e o advogado que entregou lá na delegacia, mandou para o pro delegado… Dois dias depois, a amiga da Leila liga, muito brava, dizendo que o filho dela tinha sido preso e que era culpa da Leila. Porque era a Leila que tinha denunciado o filho, sendo que não foi uma denúncia… 

A polícia fez uma investigação, chegou até a Leila porque o carro era dela, eles nem mudaram a placa, nada, e a Leila foi obrigada a dizer quem que era e tal, né? Ia omitir? Eles iam acabar descobrindo, porque iam pedir as imagens do prédio, né? E a amiga estava duplamente possessa, porque o filho dela tinha sido denunciado, e, dois, porque ela tinha ligado para o Dr. Jefferson Picles representar o filho dela, só que o Dr. Jefferson falou que não podia, que ele já fazia parte do processo representando a Leila. Xingou a Leila de tudo quanto é nome, ameaçou a Leila de processo… — Gente, amigas de 30 anos. Eu acho, assim, eu acho que a postura da amiga tinha que ser em choque, tipo: “meu filho fez isso, pegou seu carro, te colocou nessa situação?”, porque bem ou mal, foi o filho dela que botou a Leila nessa situação, pegou o carro da Leila aí escondido… Por que ele não fez com o carro da mãe dele? Fez com o carro da Leila, né? 

E aí não dá pra entender se a mãe do rapaz é sonsa ou se realmente ela não entende nada de leis. Ela fica enchendo o saco da Leila porque esse processo está correndo ainda, não aconteceu nada com o rapaz, mas provavelmente alguma coisa vai acontecer, né? Se ele vai preso ou não, não sabe, mas o processo está correndo. Ela fica pressionando a Leila para a Leila tirar, retirar a queixa. Não foi uma queixa que a Leila fez, foi uma investigação policial, onde agora ela é só testemunha… Ela teve que dar um outro depoimento e tá ela lá como testemunha e também como, tipo, a pessoa que foi lesada, que teve o carro roubado. Então, talvez é isso, né? Talvez ela queira que tire a queixa de roubo, fale que ela emprestou o carro… Pode ser isso também, né? Bom, no caso, a Leila falou: “Andréia, eu não vou me mexer para nada, porque, assim, eu fui tratada super mal na delegacia também. Quando eu cheguei lá, eles perguntaram até se eu tinha jaqueta vermelha, né? Tipo, era eu que estava sentada do lado dele?”. 

O outro rapaz também vai responder, só que o outro rapaz deve ter tido já alguma outra coisa em que ele ficou detido e agora a Leila tá com medo, botou o apartamento dela à venda, voltou a morar com a mãe, porque ela teve que sair de lá, porque a amiga fica pressionando e ela tem medo do filho da amiga, assim… Ele não ameaçou a Leila, não fez nada, mas e o outro cara que tá preso, de repente, sai? A Leila tá com medo e agora teve que botar o apartamento para vender e está vendo aí se vende, se não vende. — Agora, gente, isso de você deixar a chave do carro para qualquer pessoa manobrar, ou não é qualquer pessoa, o seu vizinho da frente, ou que tem o carro na frente do seu manobrar, não é estranho? Ou você mesma ter que manobrar o carro de outra pessoa? E se bate? E se arranha? — 

E era uma amizade de 30 anos, agora a amiga, ex—amiga, odeia a Leila porque a Leila não quer retirar a queixa. Não tem como a Leila retirar nada e o rapaz realmente assaltou, gente, a conveniência. Então, assim, né? Não tem muito o que fazer… O que vocês acham?

[trilha]

Assinante 1: Oi, nãoinviabilizers, aqui é o Alexandre do Canadá. Essa história é realmente uma combinação de uma pessoa de extremo mau caráter e uma situação oportunística pra esse tipo de coisa acontecer. Realmente essa história de deixar a chave em carro eu já tinha ouvido, agora nunca tinha pensado que alguém ia roubar o carro que já é crime número um, cometer um crime fora e trazer o carro de volta. Novo medo aí destravado. Com relação ao que está acontecendo, não tem o que você fazer, a denúncia não é sua. Se a sua amiga não consegue entender e não consegue aceitar a culpa do filho e está preferindo transferir pra você, talvez seja uma pessoa que a amizade foi boa enquanto durou, mas é hora de agora seguir em frente. Boa sorte pra você, boa sorte em achar sua nova casa em breve. 

Assinante 2: Oi, gente, aqui é a Cindy, de Sorocaba, São Paulo. Passada, nunca imaginei que uma situação dessa poderia acontecer. Sobre os condomínios, eu conheço o condomínio da minha irmã, que isso acontece, você tem que deixar a chave em algumas vagas específicas pra poder manobrar, mas não sei também, assim, o quanto isso é bacana ou não. Infelizmente, realmente vai na base da confiança, porque fizeram o prédio assim, vai fazer o quê, né? Não tem muito o que fazer. Leila, você está certíssima, a situação que é uma situação muito ruim, o filho está errado. Culturalmente, vai querer proteger o filho dela, não importa o motivo, mas tudo tem limite, não é mesmo? Até mesmo você proteger, entre muitas aspas, o filho dela de uma coisa que ele fez de errado. Infelizmente, toda a sua ação tem sua consequência, né? Fique em paz que uma hora todas as coisas se ajeitam.

[trilha]

Déia Freitas: Carnaval é sempre inesquecível e se for com amigos é muito melhor no Airbnb. Entra agora no aplicativo, começa a mandar os links das acomodações favoritas no grupo de zap, já vai marcando todos os amigos. E, pra facilitar, você pode pagar no pix — olha, que boneco [risos] — ou parcelar em 6x sem juros no cartão. E não esquece que no Airbnb tem os preferidos dos hóspedes, que são aí as acomodações mais bem avaliadas pelos próprios hóspedes. Seja perto da folia, ou perto da natureza, ou uma prainha gostosa, você vai encontrar uma acomodação maravilhosa e incrível para curtir aí ou descansar no Airbnb. — Valeu, Airbnb, pela parceria nesse carnaval. — Um beijo, gente, e eu volto em breve

[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]