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título: barulhenta
data de publicação: 16/12/2024
quadro: picolé de limão
hashtag: #barulhenta
personagens: ana carla, esposa e vizinha

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje é a Placo, uma marca referência em drywall, líder em soluções para construção a seco. Se você está planejando aí uma obra ou uma reforma, a Placo é a melhor escolha no sistema drywall. Com a Placo, você terá um sistema confiável, de qualidade, alto desempenho térmico e acústico, praticidade e alta capacidade de fixação. Sem contar que também é um método construtivo sustentável, com menos geração de resíduos. Ou seja, você transforma seu espaço com praticidade, eficiência e qualidade de primeira. Quer conhecer um canteiro de obras tranquilo, sem perrengue, mais cheio de emoção e competição? A Placo lançou um reality show para descobrir o maior montador de drywall do Brasil e desmistificar todas essas fake news aí que falam sobre drywall. O reality show “Mestre do drywall Placo” é uma competição que testa as habilidades dos competidores em situações reais de obra. — Amo… Vocês sabem que eu tô em obra, né? — Sem atrasos, sem sufoco, porque tudo é feito com Drywall Placo. 

E você pode acompanhar o reality no YouTube da Placo do Brasil e ver todos os detalhes também no site: mestredodrywallplaco.com.br, eu vou deixar certinho o link tanto do site quanto de YouTube aqui na descrição do episódio. E hoje vou contar pra vocês a história da Ana Carla e de sua esposa Lorena. Então vamos lá, vamos de história. 

[trilha]

Ana Carla e a Lorena elas moram aí em um condomínio e elas se mudaram para esse prédio tem dois anos. Desde que elas se mudaram, elas não têm paz por conta de uma vizinha barulhenta. E quando eu digo barulhenta, é barulhenta mesmo… Essa vizinha é a vizinha de cima — e além de todo barulho de obra que a gente já sabe, aqui na minha rua tem obra, tem o carro do gás, tem o carro do churros, tem o carro do ovo, enfim, [risos] mil carros, tem barulho o dia todo —, lá no condomínio da Ana Carla também tem essas questões de obras e tal e tem um horário, pode começar 09h00 e tem que terminar 17h00. E aos sábados pode começar 09h00 e tem que parar às 14h00. Acontece que essa vizinha de cima ela ignora todos os avisos, tudo de tudo assim… — E é surreal o barulho que ela faz, assim. — Parece tem hora que, sei lá, tem uma bola de boliche no apartamento dela e eles derrubam no chão e por eles — agora eu apresento para vocês —, o filhinho dessa vizinha barulhenta.

É uma criança pequena e que faz bastante barulho e o barulho começa lá 06h00 da manhã, parece que eles arrastam móveis… — Eu acho que é criança brincando, né? Mas Ana Carla falou que é impressionante, porque assim, tem barulho até de furadeira, gente, martelo… A mãe da Ana Carla acha que, sei lá, que a mulher é marceneira. [risos] Mas acho difícil dentro de um apartamento, [risos] não acho que ela seja marceneira, não. —Tem dia que a Ana Carla e a Lorena elas acordam no susto, sabe assim? “Buum”, aquele barulhão… Elas acordam e geralmente são os filhos dessa vizinha. Ela tem dois, tem o pequenininho que chora o dia todo porque ele quer ir no parque… — Tem uma área boa pra criança no prédio, só que a mãe não leva… — E tem o maior que gosta de brincar com objetos pesados e jogar as coisas no chão. A Ana Carla e a Lorena elas não reclamam quando o barulho é feito dentro desse horário — começa às nove e acaba a cinco, só que as crianças começam as seis da manha, gente, e vai o dia todo, quando não está uma criança está outra ou estão as duas — e a Ana Carla ela trabalha home office, então ela passa o dia inteiro em casa. 

O pico de barulho é entre seis e oito da manhã. — Então pensa, se você quer acordar um pouco mais tarde, sei lá, se você começa a trabalhar às nove, você não consegue acordar tarde. Você acorda ali a hora que as crianças da vizinha acordam… E aí é aquilo: Pô, a vizinha lá, será que a mãe solo não tá dando conta? Não sabemos. — A Ana Carla e a Lorena elas foram, assim, pacientes o máximo que elas puderam. Até que um dia, a Ana Carla não aguentou e ligou na portaria pra conversar com o porteiro pra pedir pra vizinha diminuir um pouco o barulho. — Porque assim, ela trabalha, tem que fazer cálculos, ela não está conseguindo ouvir, sei lá, própria respiração, saca? — E ela escutou no apartamento de cima o interfone tocar, o vizinho falar com a mulher e o barulho seguiu como se nada tivesse acontecido. — Tipo, nem aí… — E ela ligou até uma furadeira, aí a Ana Carla falou: “Eu vou ter que documentar tudo”. Ela começou a gravar os barulhos em áudios e vídeos e fez tipo um dossiê e enviou esse dossiê para a administração do condomínio, abrindo uma reclamação formal contra essa vizinha que mora com as duas crianças.

A vizinha foi notificada verbalmente por um funcionário ali do condomínio e ela teve uma das piores reações, assim… Ela xingou todo mundo, destratou os funcionários, um barraco… — Ela tá errada, né? Ela tinha que pelo menos, sei lá, explicar, ou senão… Eu já vi gente falando que quando você tem criança que faz muito barulho, você compra aqueles pisos que é de borracha, sei lá, que é colorido, que um encaixa no outro, pra criança pular em cima daquilo, porque a gente sabe que a criança pula, criança, realmente ela pula. Então, o que você tem que fazer? Você tem que tentar amenizar, se você não vai conseguir que a criança pare de pular, você tem que tentar amenizar esse barulho pros vizinhos, né? — Ela reagiu mal, xingou todo mundo, a ponto do condomínio resolver que a notificação feita verbalmente não ia surtir efeito e foi feito uma notificação por escrito. Eles formalizaram aí uma queixa em relação aos barulhos e a próxima, ela seria multada e a multa de condomínio ali é alta. Inclusive, ela gritou que ela não ia assinar a notificação, ela se diz perseguida no condomínio. — Ela tem essa narrativa aí da perseguição. —

E aí mandou áudio xingando a síndica, tanto que a síndica mostrou os áudios pra Ana Carla, tipo: “A gente está tentando realmente, mas ela só berra, xinga e fala que que quem faz o barulho são os filhos”, mas a furadeira é ela, gente, martelo essas coisas…Será que é a criança? Sei lá, a criança pode ficar batendo também, mas a furadeira… Ou será que a criança tem um brinquedo que parece uma furadeira? Pode ser também, né? E ela se diz perseguida no prédio. Após essa notificação por escrito, a vizinha maneirou uma semana e o barulho depois voltou ao normal. — O barulho às 06h00. — Já de saco cheio, Ana Carla pegou uma vassoura e começou a bater no teto pra sinalizar pra vizinha que, poxa, estava incomodando… Só que adiantou zero. — E aqui está o ponto: Até onde vai o nosso espírito natalino, né? Ana Carla e Lorena são um casal muito bacana e elas têm realmente essa preocupação de que um: A vizinha, primeiro, a próxima notificação ela vai ter que pagar uma grana. Será que ela tem essa grana? Será que ela é mãe solo com duas crianças? Segundo, ela é barraqueira… Será que ela vai aparecer na porta da Ana Carla? Já pra tirar satisfação e, enfim, fazer um barraco? Três: Ela pode não descer lá no apartamento da Ana Carla, mas esperar a Ana Carla, sei lá, no estacionamento, nas áreas comuns do prédio, e aí, sei lá, avançar na Ana Carla? Porque ela já tem todo um histórico. —

Então, poxa, estamos chegando no Natal, vale a pena esse desgaste? O que Ana Carla e Lorena deveriam fazer agora? Eu acho que tem que denunciar, gente… Porque se ela não faz nada… Agora, assim, ela pode também tá se sentindo impotente, de não conseguir controlar as crianças, mas e aí, como é que fica Ana Carla e Lorena? Se não é uma pessoa que está aberta ao diálogo. Porque ela poderia muito bem falar: “Gente, eu faço o que eu posso… Se alguém tiver sugestão, eu estou exausta… Eu preciso de ajuda. Se alguém souber o que eu posso fazer, eu faço”, mas não, ela acha que ela está certa. Então, eu acho que isso pode dar muito pano pra manga aí e eu só espero que ninguém tenha um Natal perdido aí por conta disso. O que vocês acham?

[trilha]

Assinante 1: Oi, pessoal, aqui é Amanda de Brasília. E o que eu tenho a dizer para as meninas é: Deixe o pau torar, vocês já tentaram por meio de todas as vias conseguir falar com essa mulher, para ela maneirar no barulho e ela simplesmente age de uma forma extremamente mal educada, então a gente tem que parar com esse negócio também, de ficar pensando muito “ah, porque tal pessoa isso, porque tal pessoa aquilo”, a gente tem que parar em alguns momentos de se colocar demais no lugar dos outros porque a gente acaba invalidando o nosso bem estar e, sim, não vai estragar Natal coisíssima nenhuma… Se ela vier te bater no meio do estacionamento, problema dela, você se defenda, coloque ela na justiça, porque é assim que as coisas tem que se resolver quando não dá para se resolver por forma amigável, por meio da conversa. 

Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, aqui quem fala é Samante, eu falo de Recife, Pernambuco. Fiquei muito chateada e só pensei: “Sim, continue fazendo reclamação, quando doer no bolso ela vai parar”, mas por outro lado, se elas estiverem no espírito natalino, elas podem mandar uma carta mesmo para ela, colocar por debaixo da porta, sem dizer que foram elas, sem assinar, perguntando se ela precisa de alguma coisa, dizendo que as pessoas estão dispostas a ajudar. As vezes a pessoa não tem nenhuma ajuda, nenhum auxílio, só julgamento, pode ser que esteja acontecendo isso com ela. Nunca é demais. Agora, se não funcionar novamente, espere um pouco passar o Natal, passar o Reveillon e aí é apelar pra jogar para o bolso mesmo. Um abraço para todos. 

[trilha] 

Déia Freitas: O apartamento da Ana Carla foi construído em alvenaria. Se ela tivesse visto o sistema do apartamento dela antes de comprar, ela poderia ter evitado aí esse transtorno, todo esse barulho, porque o drywall tem esse acabamento de isolamento acústico… Ele garante o isolamento acústico e é ideal para apartamentos, mas como não dá para voltar no tempo, existem aí algumas coisas que Ana Carla poderia fazer usando drywall. — Pra amenizar, né, gente? O barulho da vizinha, enfim. — Ela poderia usar uma contra a parede construída com drywall recheada de lã de vidro. — Eu pego todas essas dicas agora que eu estou em obra… Amo.. — Dicas como essas estão presentes nos episódios do mestre do Drywall Placo, um reality show que vai muito além da disputa e pode ajudar aí a facilitar sua vida em construções e reformas. — Amo e usarei. — Mestreado drywallplaco.com.br, valeu, Placo pela parceria. Um beijo, gente, e eu volto em breve. 

[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]