título: bebezinha
data de publicação: 19/12/2024
quadro: picolé de limão
hashtag: #bebezinha
personagens: flávio, sílvia e bebê
TRANSCRIÇÃO
[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje é a Hidrabene. — Hidrabene, olha, a gente, parceria perfeita, perfeita, lado a lado até o final eu e Hidrabene, tá? — Dezembro é conhecido como Dezembro Laranja, que tem aí uma campanha dedicada a conscientização e prevenção do câncer de pele. Pra te ajudar a cuidar da sua pele todos os dias, eu te indico aí os protetores ultra leves da Hidrabene, disponíveis aí nas versões com fator de proteção solar 50, 70 e 90, garantindo proteção e leveza no seu dia a dia. O Protetor Solar Facial Ultraleve da Hidrabene foi desenvolvido para o autocuidado diário. Ele é enriquecido com ativos poderosos que elevam a sua experiência em proteção solar. Sua fórmula combina argila orgânica e aloe vera, proporcionando hidratação profunda, prevenção do fotoenvelhecimento, prevenção de rugas e linhas de expressão, além de um efeito soft focus que não resseca.
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[trilha]Eu vou começar descrevendo o Flávio do jeito que ele se descreveu pra mim no e-mail. O Flávio falou: “Bom, Andréia, queria começar dizendo que eu sou um homem branco, cis, hétero, mediano… Não sou bonito, nem feio, não tenho nenhum feito extraordinário, não sou musculoso, enfim, sou um cara totalmente comum. Que, se bobear, passa desapercebido de qualquer coisa”, então esta é a descrição que o Flávio tem aí de si mesmo… Para o Flávio durante, durante o final da adolescência ele conseguiu ficar com uma menina ou outra e na juventude, enfim, depois, na vida adulta — ele está agora com 34 anos —, ele sempre se relacionou com mulheres comuns. —O que é uma mulher comum para o Flávio? Não é bonita e nem feia, é uma mulher ok, agradável, simpática, mas que não é tão bonita porque também ele não é um cara bonito. Ponto. Essa é a descrição do Flávio para ele e para as mulheres com quem ele saía.
Teve um relacionamento mais longo aqui, outro ali, foi abandonado uma vez, tomou um chifre… — Aí fui ver como é que ele reagiu a esse chifre, tudo bem, conversa até com a menina até hoje, enfim, normal… — O tempo foi passando, ele tinha acabado de sair de um relacionamento sério, então ele falou: “Bom, eu quero dar um tempo, quero curtir aí, né? A vida”. O tempo passou mais um pouco, ele indo em balada, ele saindo com os amigos e o Flávio ele nunca olhou assim para mulheres padrão, sabe? Aquele tipo de mulher linda, porque falou: “Andréia, sabe, eu ponho no meu lugar, não tem a menor chance. Ainda se eu fosse rico, eu podia até tentar porque minha autoestima estaria melhor, mas não, né? Ainda da classe trabalhadora, achei que, enfim”, e um dia numa balada, uma moça muito linda, padrão: Alta, magra, olho claro, cabelo castanho claro, bem modelo, assim, olhando pra ele… Flávio até olhou assim de um lado e do outro, tipo: “Deve ser pra algum cara que está atrás de mim”, mas não tinha nenhum cara atrás dele, a moça olhando pra ele e aí foi dando aquela confiança em Flávio e ele foi achando que dava pra ele. “Poxa, mina gata, gata, gata”.
Flávia tomou coragem e chegou na moça… — Vamos chamar a moça aí de “Sílvia”. — Sílvia uma moça muito agradável, alto astral, animada, começou a conversar com o Flávio ali… Eles deram risada… O Flávio, não sabendo se podia ser um golpe, [risos] apesar de que ele não tinha muita grana, mas sim aquele tipo “boa noite, Cinderela”, não bebeu nada ali perto, ele estava cabreiro… — Sabe aquilo laranja madura na beira da estrada? [risos] E Sílvia muito comunicativa, conversou ali com o Flávio bastante, trocaram um telefone e, de cara, a Sílvia chamou o Flávio para a casa dela. O Flávio falou: “Andréia, cara, a menina era muito bonita, alegre, legal, me chamando para casa dela? Não sei, era muita areia para o meu caminhão, e aí eu recusei, recusei… Falei: “Não, a gente marca outro dia e tal e vamos ver, não sei o que lá”. Só que na semana ele ficou pensando muito na Sílvia e eles começaram a conversar ali.
E aí a Sílvia contou um pouco da vida dela, que no momento ela trabalhava em home office porque ela tem uma filha bebê com menos de um ano — então pra cuidar da filha, ela trabalhava de casa, enfim, contou ali da vida dela —, o Flávio começou a questionar um pouco sobre esse pai, mas no intuito do quê? De saber que, sei lá, de repente ele tá com aquela mina linda e aparece um cara e dá um soco na cara dele, sabe assim? Porque, enfim, deve ter sido uma separação recente, o bebê pequeno, enfim. Ela falou que o pai não era presente e que ela, Sílvia, estava procurando um relacionamento sério e alguém que fosse como uma figura paterna para a filha dela — porque pai a bebê tem — caso o relacionamento evoluísse. — Não acho que a Silva está errada, gente, eu acho que quando você começa um relacionamento para você não perder tempo também. Você já fala se você quer um negócio sério, se você não quer… Você já deixa claro ali que você tem uma criança. Então, se a pessoa te amar, ela tem que amar sua criança… Porque se eu tenho um filho e o cara que eu estou não ama o meu filho, eu vou dar cadeirada nele. Mentira. Eu só vou terminar o relacionamento, entendeu? Então, eu achei que Sílvia foi errada? Não, ela mandou a real, que ela tinha uma bebê de colo ainda, pequena, e que ela estava procurando um cara para um relacionamento sério. —
Flávio, nesse ponto, achou que ela foi muito rápida na conversa, mas Flávio falou: “Ok, estou ciente, quero continuar”. Conversaram mais um pouco ali e marcaram um cinema. Sílvia muito agradável, foram ao cinema, conversaram e ela, assim, já dando uns beijão nele assim mais forte e nã nã nã… E dessa vez ela tinha ido de carro de aplicativo, então ele teria que leva-la para casa, só que o Flávio ainda estava inseguro em relação a isso, porque achava que, sei lá, agora que sabia que ela tinha uma bebê: “Pô, a gente vai chegar lá, a bebê está com uma babá ou com alguma parente dela, não sei…”, também não sabia se estava na casa, ele deduziu… “E aí se a gente acorda bebê?”, enfim, eu, na minha cabeça, tá, gente? Eu tô achando que o Flávio não queria aí se comprometer muito. E aí então a Sílvia propôs que eles fossem para um motel, foram para o motel — ele com 34 a Sílvia com 31 — e foi incrível… E aí o Flávio falou: “Bom, agora, agora eu vou casar com essa moça, vou criar essa criança, é isso mesmo… Eu já sou pai, já… Sou pai dessa criança”,
O Flávio tomou coragem de levar essa moça na casa dele, porque na cabeça do Flávio, quanto mais eles trocassem assim intimidades em relação a, sei lá, “aqui é minha casa, esses são meus amigos e tal”, mais firme o relacionamento ia ficando, sei lá, enfim, essa é a cabeça do Flávio. Depois de umas duas vezes que ela foi na casa dele, a Sílvia falou: “Bom, agora eu acho que tá na hora de você conhecer a minha bebê, porque se a gente realmente vai ter um relacionamento sério, tá na hora”. — E aí uma coisa que o Flávio falou que incomodou ele um pouco, eles foram ao cinema, né? E todo mundo olhava pra Sílvia e olhava pra ele do tipo: [risos] “Mano, esse mulherão com esse cara?”, [risos] tipo assim olhavam pra ele assim: “Será que é rico?”, o Flávio sentiu esses olhares, assim, até algumas risadinhas, porque a moça realmente linda, linda, linda. — O Flávio falou: “Eu quero conhecer sua bebê, como é que a gente faz? Vamos marcar e tal”, “tá bom, então você vai na minha casa, dia tal, hora tal, para conhecer minha neném”. Dia tal, hora tal, o Flávio chegou… Um prédio desses que tem interfone, que não tem porteiro, sabe? Ele interfonou, a Sílvia abriu o portão pra ele e ele subiu.
O apartamento era no segundo andar, um predinho de três andares, sem elevador, escada… E aí ele subiu ali o segundo andar deu uma cansadinha, né? Porque Flávio sedentário, enfim, chegou… Ela estava toda bonita e feliz que ele ia conhecer a bebê e a Sílvia sempre falando muito da filha, “ela tá dormindo, mas eu vou pegar mesmo assim pra você conhecer”, “não, vamos esperar, a gente conversa aqui um pouco” e ela falou: “Não, vou buscar que eu quero que você conheça minha filha”. E aí ela veio com a bebê enroladinha, assim, na manta, toda aconchegada e falou: “Olha, vamos falar baixinho, aí você dá uma olhadinha, só pra falar um oi”. E aí ela tirou o xale do rostinho da bebê e falou assim: “Oi, papai…”, brincou… Na hora que o Flávio olhou, ele tomou um choque, um choque… A bebê era uma boneca… — Desses bebês… Reborn que chama? Um bebê reborn. — E aí ele tomou um susto e na hora o Fábio deu uma gargalhada, porque o que ele pensou? “Pegadinha de Sílvia”.
Na hora, a Sílvia virou uma fera, falou: “Escuta, fala baixo, minha filha está dormindo… Você está atrapalhando, o que você está fazendo?”, e aí ela voltou pro quarto e botou a bebê, sei lá, no berço, porque, enfim, o Flávio não foi lá pra ver onde ela pôs a bebê. E aí ela voltou brava e falou: “Que falta de respeito é essa? Você estava rindo da minha bebê?” e aí o Flávio ficou sem entender e falou: “Sílvia, não é uma bebê”, e aí a Sílvia ficou muito brava e falou: “Fora daqui, quem você pensa que é? Você maltratou a minha filha”, ela tratou aquela situação como se a boneca — se o bebê reborn — fosse um bebê de verdade. E ele desceu ali as escadas e foi embora chocado… E ela tinha que destravar o portão e ela não destravava porque tinha que apertar lá, e aí ele acabou batendo em qualquer porta e pedindo pra abrir, a mulher até assustou e ele falou: “Eu estava no segundo andar, no apartamento da Sílvia” e aí a mulher falou: “Ah, tá” e abriu e foi embora chocado, porque era um bebê reborn, não era um bebê de verdade, né?
Isso era sábado, cinco da tarde, a Sílvia mandou um monte de mensagens xingando ele, falando que ele tinha maltratado a filha dela, enfim, falou um monte… Ele resolveu não atender mais a Sílvia. Quando foi na segunda—feira, o Flávio estava no seu trabalho, era mais ou menos umas onze horas da manhã, quando interfonam para ele da portaria da empresa que tinha uma mulher fazendo escândalo lá… Falando que ele que ele tinha maltratado a filha dela, que a filha dela era uma bebê e que ele era um canalha, enfim… E todo mundo ficou olhando, o Flávio foi chamado no RH, ele estava muito assustado. O Flávio falou: “Andréia, eu estava tremendo, eu não conseguia falar porque o meu queixo não parava de tremer”, e aí eu expliquei no RH o que aconteceu, que ela não tinha uma filha, um bebê, ela tinha uma boneca, uma boneca, um bebê de plástico… E aí o RH ficou na dúvida do que estava acontecendo, enfim, resolveu dar uma dispensa daquele dia para o Flávio. O Flávio ligou para a mãe dele e a mãe dele falou: “Olha, se ela está fazendo isso, é melhor você se prevenir e ir até a delegacia fazer um boletim de ocorrência, a Sílvia já tinha ido fazer o boletim de ocorrência e ele estava ali como, uma pessoa a investigada. — Enfim, uma coisa ainda para ver o que que delegado investigador ia fazer. —
As pessoas pareciam que não acreditavam nele, e aí ali o escrivão, o cara falou que eles iam verificar que tipo de maus tratos foi esse que o Flávio causou a um bebê e se realmente existiu um bebê, porque ali o Flávio estava falando que não existia bebê… — Enfim, a polícia ficou cabreira porque, gente, tem um bebê envolvido, né? Então eu acho que a polícia também fez certo, falou: “A gente vai investigar e tratou ele meio com hostilidade ali, né?” .— E o Flávio ainda assim conseguiu fazer um B.O., mas ele falou: “Andréia, no B.O. parecia que eu era culpado, sei lá, não sei explicar… Você lia e parecia que não sei”. Flávio trabalhando muito apreensivo porque ele sabia que se acontecesse mais um evento daquele, provavelmente ele ia ser demitido. — Ela não apareceu, e aí, depois de uns dez dias, ele recebeu um telefonema da delegacia, que era para ele comparecer na delegacia. Se alguém te ligar da delegacia mandando você comparecer, vá com um advogado ou antes, peça para o seu advogado ligar lá para saber sobre o que se trata. Ele pagou um advogado, que era ali um conhecido da firma que ele trabalhava, mas o cara não ia fazer de graça para o cara saber sobre o que se tratava.
E este advogado foi até a delegacia sem o Flávio e aí ficou sabendo, gente, que a Sílvia ela tinha algumas questões aí em relação à saúde mental e que a irmã dela tinha ido até a delegacia explicar sobre isso e que não era a primeira vez que isso tinha acontecido e que a polícia, depois de levantar ali tanto um histórico do Flávio quanto um histórico da Sílvia, a Sílvia já tinha dado uma facada — uma facada, faca, faca, faca — que pegou superficialmente, mas pegou num rapaz que ela também dizia ser o pai do bebê reborn. E aí a irmã da Sílvia — que a gente pode chamar aqui, sei lá, de Aline —, falou que ela tomava uma medicação, mas que tinha época que ela não tomava e aí era era mais complicado, enfim… Explicou lá a situação da Sílvia e garantiu ali para o delegado que a Sílvia não ia aparecer mais no trabalho do Flávio, mas o Flávio falou que ficou estranho porque, assim, ele falou: “Andréia, é óbvio que um cara falando que a moça não tinha um bebê de verdade, as pessoas não vão acreditar nisso, né?”, e aí ficou um clima estranho na firma e ele acabou saindo, ele acabou arranjando um outro emprego e saiu de lá por esse clima que estava.
Ele realmente nunca mais ouviu falar dela e, no fundo, ele acha que ele até saiu do emprego nem tanto pelo julgamento de galera — porque aquilo ia passar, sei lá —, mas com medo que ela voltasse a aparecer. E ainda assim ela sabia onde ele morava, enfim, ele ficou muito tempo com medo assim por causa da questão dessa facada, pegou superficial ali, mas o cara tomou uns pontos assim, né? Então, é isso, assim. E aí o Flávio me falou: “Andréia, tinha um monte de questões, assim, que talvez algumas coisas que ela falava que eu falava: “Poxa, mas ela é tão linda, né?”, então sei lá, que deixaria ele mais atento… Eu falei: “O quê? Se fosse uma mais feinha?”, ele falou: “Andréia, infelizmente eu fui um otário, fui um babaca de ir só pela aparência dela, mas segundo meu advogado conversou lá, a irmã dela falou que ela já teve outros relacionamentos que ela fica de boa”, gente, ela fica de boassa, fica bem quando ela toma medicação, quando não toma, ela fica… Achei que o Flávio foi bem superficial também, de ir só pela aparência da Sílvia e tal. — Não sei, não fiquei do lado do Flávio, não, né? A Sílvia tem as questões dela, precisa de medicação e toma e tal, eu acho que é uma história também para a gente se despir de preconceitos, porque quando você toma medicação não significa que a sua vida acabou, que você está incapacitado, não… —
A Sílvia trabalha, a Sílvia tem uma vida, ela tem amigos, tem amigas e ela estava com a amigas na balada, então também nenhum… O Flávio falou: “Por que ninguém chegou em mim e falou que “ah, sei lá, ela tinha alguma questão”? Porque eu acho que ninguém tem que falar isso, a mina tá ali na balada como qualquer outra mina, tá ali de boa, lúcida, fazendo as coisas dela, entendeu? Nesse meio do caminho, ela parou de tomar o remédio que às vezes acontece isso mesmo, a pessoa acha que agora ela tá bem, tá estabilizada, tá com namorado, enfim, né? Aí ela para e começa a falar aí desse bebê, dessa a criança que é de plástico, enfim, acho um perigo também, já pensou se ela pega outra faca aí, dá uma facada nele… Enfim, mas escapou foi fazer B.O., também não deu muito certo, mas foi… O certo é você ir se alguém aparecer no seu serviço pra fazer um escândalo, seja um homem ou uma mulher, é melhor você se prevenir e fazer um boletim de ocorrência, enfim, mesmo pra mostrar pra empresa também que você trabalha que, enfim, sei lá, que você não cometeu nenhum crime… Do jeito que eu tava falando ali, que ele maltratou a bebê, né?
E o erro dele foi rir também, porque eu acho que a partir do momento que ele viu ali a situação que que não era um bebê humano, ele podia ter falado: “Ah, legal, então, bonita sua bebê… Então, vou indo”, sabe? Não precisava rir, sei lá… Então, mas o Flávio falou: “Andréia, me pegou muito de surpresa, porque eu achei que ela estava zoando, que ela estava realmente fazendo uma pegadinha comigo e não era, né?”. O que vocês acham?
[trilha]Assinante 1: Oi, pessoal do Não Inviabilize, aqui é a Vitória, eu falo de Dublin. Me conectei muito com essa história porque na minha família tive uma tia—avó que, na época, ela e o marido, meu tio avô, criaram três bonecos como se fossem filhos por um tempo. Então, meu pai contava que eles davam o almoço para as crianças, colocavam as crianças pra dormir, enfim, tratavam e todo mundo tinha que tratar como se fossem os filhos deles. E, eventualmente, isso parou quando ela engravidou da minha prima. Beijo.
Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, meu nome é Ana Luísa, eu falo de Bauru, interior de São Paulo. Flávio teria resolvido tudo isso se no momento que ele chegasse na delegacia para fazer o boletim de ocorrência, tivesse visto que já tinha um boletim de ocorrência contra ele, que ele já tivesse falado: “Peçam a certidão de nascimento da bebê dela, peçam e vocês vão ver que não existe. Não existe bebê nenhum nessa história”. Era só ter pedido esse documento que muita coisa [risos] teria sido resolvida rapidamente, assim, de imediato. Mas essa história do Flávio me lembrou um post que estava rolando nas redes sociais, de que é melhor ficar com um feio do que um coitado, né? Talvez seja para você também aprender a se valorizar, [risos] mas é isso, espero que você já esteja bem, Flávio.
[trilha]Déia Freitas: Não esquece: Você pode se prevenir aí contra o câncer de pele usando diariamente o Protetor Solar Facial ultra leve da Hidrabene, faot de proteção 50, 70 ou 90. — Você entra no site e escolhe, tá? — Ele tem aí aplicação confortável, hidratam enquanto repõem minerais da pele e são oil free — ó, que chique —, com toque seco, são veganos — amo — e livres de crueldade com animais, além de serem ultra leves para você aplicar onde e quando quiser. — Você pode usar aí, gente, sem medo, sem receio. Vai linda, sabe? — E com nosso cupom: PICOLE10 — tudo junto, em maiúscula e o 10 em numeral —, você ganha 10% de desconto em todas as compras do site, exceto os kits. — HIdraBene, quero agradecer mais um ano da nossa parceria… Que os funcionários da Hidrabene tenham um lindo Natal e é isso, esse é último dia do ano — dia útil aqui do podcast — e, se não fosse como marcas como a Hidrabene, a gente não teria um ano tão lindo como a gente teve. — Então é isso, gente, valeu, Hidrabene. — Um beijo, gente, e eu volto no começo do ano.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]