título: conchinha
data de publicação: 25/11/2024
quadro: pimenta no dos outros
hashtag: #conchinha
personagens: vanessa
TRANSCRIÇÃO
Pimenta no dos Outros é o quadro 18+ do Não Inviabilize. As práticas sexuais aqui descritas são feitas com consentimento entre os envolvidos, para informações sobre infecções sexualmente transmissíveis, acesse o site do Ministério da Saúde Brasileiro: www.gov.br/saude ou procure o Posto de Saúde mais próximo da sua casa. Use camisinha.
[vinheta] Hum, Pimenta… No dos Outros. [vinheta]
Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais uma história do nosso quadro Pimenta no dos Outros, o quadro 18+ do podcast. — Então tire aí as criancinhas da sala ou ouça de fone. — E hoje eu não tô sozinha, meu publi… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje — mais uma vez — é a minha Pantynova. Todo mundo sabe que a Pantynova é parceira quando o assunto é prazer. Nesse mês de novembro tá rolando desconto aí de até 30% por conta da Black Friday. — Mas está acabando, gente… — É a última semana. Seja aí qual for o seu mood, a Pantynova tem. É vibrador, é sugador, é bullets, é anel peniano, é prazer do seu jeito e o que você quiser, do jeito que você quiser, gostosinho pra você. É isso. Aproveita agora e vai conferir também os lubrificantes da comunidade Pantynova. — Sim… –
Um brinquedinho e um lubrificante são aí a combinação perfeita para dar aquele up nos seus momentos vibrantes. Vai olhando agora o site da Pantynova: pantynova.com e aproveita aí as ofertas. — Black Friday com até 30% de desconto, você vai perder? — Vai lá escolher seu produtinhos… Você ainda pode parcelar sem juros… Olha vai atrás da sua felicidade, do seu prazerzinho, gostosinho. Vai, vai agora, vai ouvindo aqui história e já vai clicando, botando lá no carrinho e depois fecha essa compra e vai ser feliz. Vai gozar, é isso. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Vanessa. Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]Vanessa ela saiu para uma balada junto com as amigas… — Aquele dia que você está pronta para o crime, sabe? Que você fala: “Não, é hoje, hoje eu quero encontrar aí uma menina bacana e passar a noite com ela”. Então, essa foi a intenção de Vanessa. — Ela saiu com as amigas, elas foram para um bar que elas sempre iam e lá nesse bar tinha uma moça que Vanessa já estava de olho e a moça também paquerava ela. Elas já tinham até trocado um beijo numa noite qualquer lá, tipo na pista… Era um bar que tinha uma pequena pista de dança, mas não tinha evoluído desse beijo e Vanessa falou: “Poxa, é hoje, é hoje que eu vou chegar nessa moça e, se tudo der certo, a gente vai passar a noite juntas”. E com apoio das amigas, todo mundo dando uma força, ela foi lá, chegou na moça, começou a conversar com a moça, beijou a moça e aí elas começaram a falar ali putaria uma para a outra e Vanessa falou: “Poxa, vamos sair daqui, vamos para um lugar mais tranquilo e tal” e a moça falou: “Vamos para minha casa, eu moro sozinha”. Vanessa falou: “É hoje.”.
Avisou as amigas: “Tô indo com ela, tô indo para casa dela, tchau, tchau” e todo mundo: “Ê, Vanessa…”, [risos] aquela gracinha e tal, foram… Chegaram ali no apartamento da moça e já tiraram roupa, aquela esfregação, aquela coisa boa e Vanessa falou assim para mim: “Andréia, a gente é emocionada mesmo. Então a moça começou a falar que não ia me largar nunca mais, que ela ia ser minha para sempre… E te confesso, Andréia, que isso me deu mais tesão, mas era um contexto que ali a gente tava transando e, enfim, tava naquele contexto… E a transa foi muito boa, nossa, uma moça muito gostosa, enfim, a gente, sei lá, transou horrores e depois cansadas, a gente dormiu, dormiu ali abraçadinha e de manhã eu pensava o quê? A hora que eu acordar a gente vai transar de novo e depois eu vou fazer minhas coisas”. Era uma sexta a noite, então no sábado a Vanessa tinha coisas de casa pra fazer, enfim, as coisas dela pra fazer.
Então, a hora que acabou ali, aquela noite de sexo puro, Vanessa pegou no sono e dormiu ali abraçadinha com a moça. Quando foi umas cinco e pouco da manhã, Vanessa acordou porque ela estava sentindo uma dor muito forte nas costas, assim… E, conforme ela acordou, ela percebeu que a moça estava na frente dela, encaixada nela, tipo, elas estavam de conchinha… Tinha alguma coisa errada, porque tinha alguma coisa apertando as costas da Vanessa, o que era? A moça pegou um lençol, que Vanessa acredita que seja um lençol próprio pra isso, porque era meio que uma trança esse lençol e amarrou as duas pela cintura ali, de uma maneira muito forte. Então, Vanessa estava amarrada de conchinha na outra moça… [risos] E o nó que amarrava as duas estava na frente da moça, e aí ela começou a cutucar a moça e tentar levantar, só que a moça era mais Vanessa não tinha força e ela começou a cutucar a moça e a moça acordou e virou só a cabeça para trás e falou: “Oi, amor”, e aí a Vanessa falou que esse “oi, amor” a voz dela já estava meio estranha, assim, meio manhosa, mas elas não tinham intimidade, assim, elas transaram a noite toda e é isso, ponto, tchau.
“Você pode me soltar aqui que eu quero ir no banheiro?”, a moça virou pra Vanessa e falou assim: “Pode fazer na cama que a cama é forrada, você vai ficar junto comigo para sempre”. [risos] Oi? O coração da Vanessa estava batendo muito forte e ela afastou um pouco o peito, porque o peito encostado nas costas da moça ela ia ver que o coração da Vanessa estava disparado, assustadíssima já… E a Vanessa franzina começou a se mexer tipo uma minhoca e foi subindo naquela corda que estava tipo amarrada, era um lençol de corda, sei lá, trançado, um lençol trançado que acho que era próprio para isso, gente… Para amarrar moças a ela em conchinha. E ela foi ali se chacoalhando, até que ela conseguiu sair, a moça ficou meio em choque, assim, tipo, “você não gostou?”, e aí Vanessa, não sabe se era alguma preliminar pra quando acordar elas transassem ali amarradas, ela não sabe, mas assim, você tem que perguntar se a pessoa quer ser amarrada, né, gente? Se não, vira… — O que vira, né? —
E aí a Vanessa conseguiu sair, olhou pro chão e cadê as roupas? A Vanessa falou: “cadê minhas roupas?”, “Ai, amor, por que você tá assim?”, com a vozinha toda doce, toda estranha… [risos] A Vanessa falou: “Misericórdia, Andreia, eu ia sair correndo pelada, mas não podia sair pelada, eu não sabia nem direito que bairro era aquele”. E aí ela começou a abrir o guarda—roupa da moça e achou a roupa dela num cabide. E aí pegou a roupa e ficou procurando até achar o tênis dela numa sapateira… [risos] E a moça só falava isso: “Mas você não gosta de mim? Você não gosta de mim?”, com essa voz. E aí ela estava sem bolsa, estava com os documentos, assim, no bolso da jaqueta e tal, conferiu se estava tudo lá e foi indo pra sala, saindo daquele quarto ali e a moça atrás, porta trancada. E aí a Vanessa, já irritada, falou: “Eu vou começar a gritar aqui e esmurrar essa porta. Abre essa porta”, “Eu não tô entendendo… Você não gosta de mim?”, “Abre essa porta”, tava começando a amanhecer.
E aí a Vanessa pegou o celular e tal, aí a moça acabou destrancando a porta e ela saiu, assim, apavorada. Apavorada. E era um prédio que não tinha porteiro, enfim, ela ia gritar… Talvez saísse alguém de um apartamento, talvez não e a Vanessa ficou tão chocada que nunca mais ela voltou naquele bar. E aí eu fico pensando, né? Qual que era a intenção da moça em se amarrar em conchinha com outra? A não ser que fosse uma preliminar para acordar já num clima de sexo, mas ainda assim, você tem que falar: “Olha, posso amarrar você a mim? [risos] E de manhã a gente transa amarrada”. É uma coisa que você tem que perguntar se a outra pessoa quer ser amarrada, né, gente? Agora, se a corda está lá na conchinha humana, tá presa… [risos] Eu achei essa história assustadora, assim, porque , sei lá, a moça só queria um pouco de afeto amarrada? Sei lá, a gente não vai saber, porque Vanessa também não ficou lá pra ficar perguntando, mas tem que consentir, né, gente? Tem que perguntar… Quando a coisa é um pouco mais estranha, você tem que falar, né?
E ela ainda botou a roupa no cabide, no guarda—roupa… De repente a moça é só organizada, mas já fica assustador depois que você tá numa conchinha involuntária, né? O sapato, precisava guardar na sapateira? Não podia ter deixado no quarto, no cantinho? É estranho… Ela achou o quê? Que a Vanessa ia ficar? “Pra sempre”, como ela disse… [risos] O que vocês acham?
[trilha]Assinante 1: Oi, meu nome é Nicole, eu sou de São Paulo. Desespero completo absoluto dessa história. O que é isso? Misericórdia. Quando eu era solteira, eu sempre me recusava a dormir na casa das pessoas com quem eu saía, porque eu acho que dormindo você fica muito vulnerável e as vezes você sai com gente que você não tem tanta intimidade, você não conhece tão bem assim. Então, sempre achei muito arriscado. Então mesmo que fosse super tarde, que acabasse o rolê, eu sempre voltava para minha casa, nunca dormia com a pessoa, porque dormir é só na minha cama. [risos] E ainda bem que você saiu sã e salva dessa situação, mas não saiu ilesa, né? Porque saiu completamente traumatizada e com razão. Eu também queria mudar de bairro, mudar de estado, mudar de planeta que fosse. [risos] Porque apavorante, absolutamente apavorante, sem a menor condição.
Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, eu sou a Laura de Belo Horizonte. Vanessa, minha filha, que vida difícil você tem. Que vida complicada você tem, eu teria muito medo dessa situação. No meu casamento, meu companheiro me diz: “Você é livre para fazer conchinha” e ele inventou um negócio que se chama taxa de conchinha. Nós temos que acordar, por exemplo, 07h30, ele bota um despertador para 07h e depois bota outro despertador para 07h30 para ficar fazendo meia hora de conchinha e ele vive dizendo: “Você é livre para fazer conchinha comigo” e agora ele está aqui, brincando de uma maneira muito sem graça, de que ele vai arrumar um lençol para me amarrar e fazer conchinha com ele. Espero que todos estejam bem depois dessa. Um beijo.
[trilha]Déia Freitas: Você, nosso ouvinte fiel, sabe que quando o assunto é Pantynova, a gente não economiza nas palavras, mas rola sim economia no seu cartão, porque além de estar rolando aí o maior desconto do ano de até 30% em todo o site, você ainda pode parcelar em até 6 vezes sem juros. A coleção Pantynova de brinquedos sexuais — que eu amo —, com design exclusivo e 100% natural, tem até um ano de garantia. Esse comprometimento com a qualidade você só encontra na Pantynova. E, gente, sério, vai aproveitar, desconto de verdade, até 30% e tá acabando… Então, assim, entra hoje, entra agora. — Não vai deixar essa oportunidade passar. Vamos gozar gostosinho? — Por conta de ter esse descontão, a loja toda com até 30% de desconto, o nosso cupom não eá on, [risos] mas o site está on com promoções, on , on, on então entra agora. — Valeu Pantynova, te amo. — Valeu, gente, amo vocês. Um beijo e eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naonviabilize@gmail.com. Pimenta no dos Outros é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]