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título: incomodada
data de publicação: 25/11/2024
quadro: picolé de limão
hashtag: #incomodada
personagens: jaqueline, helen e ronaldo

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje é a Liz. A Liz é uma marca de lingerie e vestuário feminino que está quebrando todas as barreiras contra o desconforto. Para a Liz, é muito importante que ninguém se acostume com os desconfortos que algumas roupas impõem. — Até porque o correto são as roupas se adaptarem ao nosso corpo e não a gente se adaptar aí as roupas. — Todas as peças da Liz são moldadas nos corpos das mulheres da equipe, para que assim elas vejam o produto real em diferentes tipos de corpos. — Porque não faz sentido nenhum, não adianta fazer provas em manequins ou mesmo em modelos magérrimas se esses biotipos estão longe de ser a realidade da grande maioria das mulheres brasileiras. — 

A Liz te convida a abraçar o seu corpo, não aceitar mais nenhum tipo de desconforto, nem mesmo conviver com qualquer coisa que te faça mal. Está rolando a Black da Liz, tanto no site quanto nas lojas. Uma oportunidade única para você garantir aí peças Liz com um desconto especial. E usando o cupom de desconto que eu vou falar aqui no final do episódio você tem mais 20% de desconto em produtos da coleção. — Então, ó, entra no site e vai conferir as regras. — Acesse agora o Instagram da Liz em @lizlingerie e confira também o site liz.com.br. Ou você pode também visitar uma das lojas. — Pra conhecer as peças incrivelmente confortáveis para você. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Jaqueline. Então vamos lá, vamos de história. 

[trilha]

Jaqueline tem uma amiga há 13 anos — até um pouco mais, essa amiga dela a gente vou chamar aqui de “Helen” —, Ronaldo, marido de Jaqueline, tinha uma turma antes de se casar e tal, e Helen era dessa turma. Helen ficou muito amiga de Jaqueline. — Então ali daquela turminha, nasceu aí essa amizade. — Jaqueline e Helen elas foram aperfeiçoando essa amizade, ficando mais próximas. Elas têm muitos gostos parecidos, então a amizade foi evoluindo até chegar num ponto que Jaqueline realmente achou que Ellen fosse sua melhor amiga. Formou ali um grupinho de casais, que saíam juntos para almoço, baladas, festas de final de ano, passava a virada de ano juntas e tudo, assim, muito de boa, muito na amizade. Conforme o tempo vai passando e você vai conhecendo melhor as pessoas, algumas coisas passaram a incomodar a Jaqueline aí nessa amizade com ela. Depois de 13 anos de amizade, Jaqueline, sem ter uma conversa, assim, final definitiva, se afastou de Helen. 

A família de Jaqueline, o marido, enfim, a galera da Jaqueline acha que ela está errada de se afastar de Helen. Eu acho que Jaqueline está certa. — Eu já contei histórias aqui onde, sei lá, acontecia uma coisa muito séria e uma amizade era rompida, então era mais fácil, né? Mas e quando não acontece nada brusco? Mas pequenas coisas assim vão fazendo com que você perca a paciência e se incomode a ponto de não querer mais conviver com aquele seu amigo, com aquela sua amiga? — A Helen é uma pessoa complexada — e aí eu vou citar exemplos aqui que, assim, Jaqueline não me trouxe isso verbalmente. — Digamos, assim, que Jaqueline e Helen estão ali elogiando uma roupa da outra, vão sair. De repente, Helen do nada começa a chorar e falar que não se sente bonita, que não se acha bonita de jeito nenhum, que não se sente bem, há 13 anos… E sempre Jaqueline falando: “Olha, amiga, assim, você é bonita”. — Mas se você não se sente bonita, você precisa mudar essa sua percepção, ou sei lá, busque uma terapia, vai conversar com alguém, sabe? Não é saudável ficar assim. — 

A Helen ela sempre fala que ela vai buscar uma terapia, alguma coisa e nunca vai. Às vezes a Jaqueline tá se sentindo muito bem, tá, assim, com o dia ótimo e, de repente, a Helen começa a falar que o dia dela não foi bom, que ela está muito chateada porque nada dela dá certo e começa a chorar… E aí a coisa vira você consolando eternamente uma pessoa que sempre que você diz que você está bem, essa pessoa te rebate falando da própria vida e do quanto ela está mal, do quanto ela é feia, do quanto ela é triste, do quanto ela se sente mal amada pelo marido. — Entende? — Helen ela reclama sempre das mesmas coisas, sempre, assim, sobre a própria aparência, fala mal do próprio marido… A ponto de, às vezes da Jaqueline se sentir tão mal que o marido dela é um cara bacana, que ela começa a falar mal do Ronaldo só pra deixar a amiga, assim, mais pertencendo a algo, sabe? E depois ela começa a se sentir mal, incomodada de ter caído nessa. 

Teve um dia que elas estavam numa roda de amigas e a Jaqueline — só mulheres ali — estava contando de uma experiência sexual que ela teve com o próprio marido e que ela estava se sentindo uma grande gostosa, que isso, que aquilo e as meninas todas rindo e, de repente, no meio a Helen interrompeu a fala da Jaqueline para dizer que nunca tinha conseguido se sentir assim, que ela, nossa, jamais teve isso na vida dela e começou a chorar de soluçar… — Vocês percebem a Helen sempre puxando o holofote pra ela? — 

“Ah, mas coitadinha, ela se sente mal, ela se sente triste”, gente, pra mim é não. Todo mundo rindo, todo mundo legal, e aí quebrou esse clima, ficou assim, super chato o clima e as moças todas deixaram ali a Jaqueline, que estava contando uma história e foram o quê? Consolar a Helen e a Jaqueline já falou mil vezes pra Helen: “Helen, você precisa ver isso, você precisa fazer terapia. Você tá há 13 anos falando mal do marido, separa”, sabe assim? Mas não… Outra vez elas foram fazer uma viagem que, assim, a Jaqueline não viaja tanto — e a Helen tem uma condição financeira boa, tá? Então, a Helen sempre viaja com o marido, mas Jaqueline precisa se planejar, sabe? Fazer tudo. — E a Helen queria porque queria que o marido da Jaqueline faltasse na sexta feira no trabalho pra poder viajar um dia a mais e o cara falou: “Poxa, não, né?”,fFicou enchendo o saco, foi pra casa da Jaqueline mais cedo, enfim, atormentou. 

Como não foi feito do jeito que a Helen queria as coisas, ela já ficou emburrada. Quando chegaram lá no destino, uma viagem super planejada que a Jaqueline queria tanto, a Helen sempre teve uma questão com cólica menstrual, cólica dessas de ficar deitada. Foi no médico, não foi? Não foi, gente… — Então ela já sabia que ela ia ficar com cólica… Você não toma um remedinho, nada? — Passaram dois dias lá com a Helen de cama e todo mundo em volta… — Porque a bonita estava com dor. — Numa viagem de final de semana, ou seja, praticamente perdeu a viagem, né? Então, eu não sei, assim, a fala da Jaqueline pra gente aqui no podcast é assim: “Ah, eu cansei dela, estar sempre se lamentando, eu fico incomodada, estou desconfortável e tal”, mas pra mim a coisa vai além. Pra mim vai de um jeito de Helen aí manipular sempre a situação para chamar o foco pra ela. Jaqueline e a Helen são muito fãs de um grupo que se reuniu — eu não vou falar o nome aqui, mas vocês sabem qual — e todo mundo que é muito fã desse grupo, é muito fã, porque tinha novela, enfim, e elas estavam loucas pra ir no show, as duas, e só falando disso e falando de. 

Só que Helen entrou numa pira de achar roupa perfeita para ir ao show e ela não achava essa roupa, porque nela, segundo ela mesma, nada fica bom. Então uma coisa que seria legal para as duas fazerem juntas, virou também um enterro, sabe? — Helen tem nome aqui por conta de Jaqueline, porque, eu, sinceramente eu não gosto de gente manipuladora, então para mim não teria nome. Então eu não sei até que ponto a gente tem que dar esse suporte para a amiga. Um suporte que eu vejo aqui, que no caso da Jaqueline, não é uma via de mão dupla, né? — As duas fazem aniversário no mesmo mês, teve uma outra ocasião que foi marcado um jantar especial, bem no aniversário da Jaqueline, os dois casais, e a Helen também passou mal com a questão de cólica e, enfim, né? Nada acontece quando a Helen não quer e aí ela fica mal. — Eu pelo menos tô vendo assim, tá? Ela fica mal, ela tem sempre uma questão, está sempre de baixo astral, sempre triste, mas não procura terapia, não vai ao médico e não separa do marido que ela fala tão mal, mas aparentemente aqui Jaqueline acha que ele é um marido ok. — 

E, gente, é em todas as áreas, se Jaqueline fala de alguma coisa profissional, alguma promoção, lá está ela reclamando do próprio emprego, mas sei lá, em dez anos não procurou outro. Sabe assim? Se Jaqueline fala que está se sentindo uma grande gostosa, Helen fala que: “Ah, minha autoestima tá lá no chão, porque meu corpo é feio”, mas não faz um exercício físico, não vai atrás de nada, sabe? Nas redes sociais, a Helen está sempre comentando nas fotos de Jaqueline, tipo “linda, diva, maravilhosa”, como a pessoa mais alto astral do mundo, assim, quando na verdade, quando ali, pessoalmente ou no convívio, ela está sempre pra baixo e sempre tentando puxar Jaqueline também para baixo ou para consolar, né? Aí a amiga. — Do mesmo jeito que eu falo “terminem relacionamentos”, eu acho que amizades também precisam chegar ao fim se isso te faz mal, se te incomoda, se você já conversou, se você já tentou… Só que Jaqueline quer fazer mais uma última tentativa e é por isso que ela escreve pra gente, como abordar a Hellen e falar: “Olha, você que está me afastando, você reclama de tudo, tudo que eu te falo o clima fica pesado, você puxa o clima pra baixo e eu não estou conseguindo mais conviver com isso. Estou incomodada”, ela sabe que a Ellen vai fazer um drama, enfim, vai chorar… Mas e aí? Essa é a abordagem? Eu acho que, agora, se a Helen perguntar: “Olha, por que você está se afastando de mim?”, eu acho que aí ela fala, senão vai deixando morrer, porque não sei se vale mais gastar essa saliva com Helen. Vocês acham que vale? 

A questão é que a Jaqueline está com a consciência pesada e está se sentindo uma amiga ruim. Eu acho que a Jaqueline foi uma amiga excelente, gente, porque 13 anos você aguentando a outra toda vez no holofote da tristeza, da dor, do choramingo… — O que vocês acham? — 

[trilha] 

Assinante 1: Oi, aqui é Lídia, do Rio de Janeiro. Jaqueline, olha, essa amiga que você tem está sugando você, sugando sua energia, sua vid… Realmente o que você podia fazer, pelo que você disse aqui, você já tentou falar pra ela procurar terapia e ajudou ela tentar se ver melhor como uma pessoa com corpo que pode se aceitar… São questões que ela tem que buscar solução, são coisas que você não pode solucionar para ela. Acho que como uma amiga, você teve ali do lado dela durante 13 anos e aceitou muita coisa, abriu mão de muita coisa sua por ela, então acho que essa amizade já chegou ao fim, porque ela não é recíproca, você não tem que se preocupar com isso. Acho que sua família pode estar pensando de outra forma, porque não passa o que você passa, mas pelo que você contou aqui, acho que não tem solução. Ela é uma pessoa que quer tudo do jeito dela, manipula todo mundo, manipula as coisas e situações em volta dela… Deixa isso pra lá, se afasta aos poucos e, se ela vier perguntar, aí sim você explica mais uma vez, mas não cai no papinho de vítima e não volta para essa amizade. 

Assinante 2: Olá, nãoinviabilizers, aqui quem fala e Geiziane, de São João de Meriti. Jaqueline está completamente certa em se afastar desse tipo de gente. A Helen é uma pessoa manipuladora e se faz de vítima e coitadinha para conseguir o que quer. Não gosto de gente assim. Termina logo essa amizade, mona. Amada, faz esse favor para você, tá? Gente como essa sua suposta amiga não aceita estar errada, jamais… Você não tem obrigação de ficar cuidando da saúde mental de amiga. Mulher, você foi muito paciente, foi uma ótima amiga durante esses anos, inclusive, demorou muito para encerrar essa amizade que está te fazendo mal. Se está te fazendo mal você tem que perguntar se vale a pena continuar a fazer esse esforço para continuar tentando essa amizade com alguém que é completamente tóxica com você. Então, assim, aguentou muito ainda e ainda foi simpática. Desiste, por favor. 

[trilha] 

Déia Freitas: A Liz é uma marca pioneira no conforto feminino, ela foi a primeira marca a lançar o bojo nos sutiãs. E Liz criou o Fit Sense, um serviço que identifica o tamanho ideal para que todas as mulheres experimentem o conforto real de usar o seu tamanho certo. Muito mais do que lingerie, a Liz tem uma ampla variedade de produtos, como moda praia, pijamas, roupas esportivas, maternidade e muito mais. — Eu tenho um pijama lindo da Liz, sério… — De hoje, 25, até o dia 28 de novembro, usando o nosso cupom: “podliz20”, tudo junto, em minúsculas, “20” no numeral — eu vou deixar certinho aqui na descrição do episódio —, você ganha 20% de desconto em produtos que estão em coleção. Veja o regulamento no site. — O cupom não é cumulativo com outras promoções, tá? — Não normalize o desconforto, abrace seu corpo com Liz. — Amei, Liz, eu amo vocês. — Um beijo, gente, e eu volto em breve.

[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]