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https://open.spotify.com/episode/0csvr1UZGlu0zOqH49QKTM?si=7d558f6976f64699

título: largada
data de publicação: 21/11/2024
quadro: picolé de limão
hashtag: #largada
personagens: denise

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje é a EBAC, a Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia. — Nosso clientinho o que eu amo. — A EBAC é uma instituição de ensino online inovadora que oferece mais de 150 cursos em uma plataforma própria. Entre tantos cursos incríveis, eu já falei aqui do curso deles de roteiro — que super vale a pena, é incrível —, mas também tem cursos na área de T.I. e Dados, além de duas pós-graduações reconhecidas pelo MEC. Hoje são mais de 145 mil alunos que estudam na EBAC, transformando seu próprio futuro e entrando aí no mercado de trabalho. E durante todo o mês de novembro, além das condições especiais da Black Friday, os ouvintes do podcast Não Inviabilize, terão a maior oferta de desconto que a EBAC já fez. [efeito sonoro meme “ui, que delícia”] Com nosso cupom NAOINVIABILIZE300 — sendo “Não Inviabilize” em maiusculo, tudo junto, sem cento e “300” em numeral —, você ganha R$300 de desconto em qualquer um dos cursos ofertados. 

Vai lá no site agora: ebaconline.com.br para conhecer todos os cursos oferecidos. — Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio junto com o cupom. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Denise. Então vamos lá, vamos de história. 

[trilha] 

A Denise gostaria que eu focasse na vida sentimental dela, na vida amorosa… E ela disse que muito do que ela vai falar aqui, eu não vou entender por que eu não sou uma mãe sol, mas também, Denise, gostaria de fazer esse recorte porque ela acha que ela nunca viu uma mãe solo falando no podcast, assim, sobre a vida sentimental, sem estar focando no filho, na pensão, essas coisas… Então a gente vai dar esse foco. E, para isso, a gente vai começar a contar a vida da Denise desde a época da adolescência, quando ela começou aí a notar os meninos, a perceber olhares, até as amiguinhas também paquerando outros meninos… E, nessa época, a Denise via que todo mundo era paquerada e ela não. — Ela nunca era escolhida, ela nunca era paquerada… — E ela começou a ver as amigas dando o primeiro beijo, tendo os seus paquerinhas, trocando cartinhas, essas coisas, e isso nunca acontecia com a Denise.

E toda a adolescência dela foi nesse sentido. E a Denise fala: “Ah, quem vai estar ouvindo e não me conhece, pode achar, sei lá, que sou horrorosa, sou muito feia”, mas a Denise se considera uma mulher mediana ali, uma pessoa comum, básica. Não é que ela era a última opção, ela nem era uma opção, ela não era cogitada. Essa é a real. — E aqui eu quero fazer um recorte de raça porque, assim, se fosse uma mulher negra, eu ia falar: “Tá meio dentro do que a gente realmente passa na adolescência e tal”, mas é uma mulher branca. Então, eu acho que pra ela o choque é maior, dentro dali, do meio dela de amiguinhas, do que numa roda de adolescentes negras que sabem que não serão escolhidos. A gente meio que já sabe isso. Então, eu acho que o choque da Denise é maior por isso também, né? Por ela achar que normalmente ela seria escolhida e nunca era. — A Denise passou a adolescência ali, terminou o ensino médio, entrou numa faculdade, e aí ela falou: “Bom, agora eu vou conseguir ficar com alguém”.

E aí chegou na faculdade, festa, festa, festa, mas de novo, mas não rolava, que aí ela tomava iniciativa — agora ela já era uma mulher adulta — e ela não conseguia ficar com ninguém, ninguém queria ficar com ela. Até que um dia, numa festa onde ela bebeu muito e um cara de um outro curso também tinha bebido muito, ela ficou mal, meio bêbada… E aí foi, vomitou, lavou o rosto, jogou uma água na nuca e ficou bem… Só que ela percebeu que aquele cara estava meio alto e tal e ela continuou fingindo estar bêbada. E aí aqui eu perguntei: “Mas Denise, por que você fingiu estar bêbada?”, ela falou: “Andréia, porque, primeiro, estava todo mundo meio alto assim, brincando… Bêbada quando eu digo não é a pessoa sem saber o que está fazendo, né? As pessoas estavam ali meio que quando você fica meio assim”, como diria meu Tio Arnaldo, “com o pé queimado”. [risos] Quando você está já com o pé queimado ali, que você já está meio alto assim, né? E aí esse cara meio alto perguntou se podia beijar a Denise. Ela estava com seus 24 anos e ela daria o seu primeiro beijo.

Então: “Ah, o cara estava meio alto, como que você aceitou aqui?” e Denise fala: “Se coloquem no meu lugar… Eu vinha de um nada absoluto, lógico que eu vou querer beijar qualquer homem que quisesse me beijar, a real é essa”, disse Denise. E aí ela beijou esse cara… Foi bom? Foi médio, foi mais ou menos, mas pronto, já não era BV, como a gente dizia na adolescência. Ela já tinha agora dado seu primeiro beijo num cara levemente alcoolizado. — E, aqui entre nós, o cara também não sabia que ela tinha vomitado horrores, então escovou os dentes? Não. Então meio que foi desvantagem para ambos. [risos] — E aí esse beijo foi mais ou menos, mas era o primeiro beijo da Denise, né? Então ela meio que sabia na teoria, na prática é outra coisa. Então ela ficou com esse cara beijando e ela ficou muito com aquele tesão e viu uma oportunidade na idade que ela estava de, de repente, perder a virgindade… Que era uma coisa que ela achava que era um problema, né? — Então, aqui também a gente não está dizendo se é um problema ou não, que idade, se quando você já está adulto, óbvio, você deve transar… Nada, né? A gente está contando a história da Denise. Então, dentro da vivência dela, fazia sentido aproveitar a oportunidade que ela não sabia se ela teria outra, de transar. —

A coisa foi esquentando ali e o rapaz chamou a Denise pra ir até o dormitório dele e a Denise aceitou. Eles foram ali para o dormitório do cara e a Denise falou: “Andréia, foi… Foi normal, assim, não foi “uau”, mas também foi uma coisa que eu achei que eu precisava fazer e foi ótimo”. Só que aqui, nesse ponto, eu pergunto: “Por quê, Denise? Por quê?”, a Denise topou transar com esse cara sem camisinha… — Gente, pra engravidar ou pegar aí IST, uma doença e tal, basta uma vez… Não é pela quantidade e nem pela qualidade, entendeu? Basta acontecer. — E não é que a Denise engravidou de um cara que ela não conhecia? Na sua primeira vez aos vinte e poucos anos, na faculdade… Um baque, um baque, um baque… Ela estava no último ano, era ali mais ou menos abril, então ela conseguiu terminar o curso… Só que já saiu da faculdade para a maternidade praticamente, sabe? E o cara, cadê o cara? O cara primeiro que não acreditou que tivesse ficado com ela… Depois, duvidou da paternidade, então ela só teve algum apoio desse cara, mínimo possível, depois do teste de DNA. 

Não foi uma gravidez fácil, mas, por outro lado, na faculdade, parece que ela estar grávida, não foi ruim, porque ela podia com a barriga dela, dizer: “Olha, eu sou uma pessoa com vida sexual ativa, que já fiquei com alguém, enfim, X” e o bebezinho nasceu, [efeito sonoro de bebê chorando] fez DNA, era realmente do cara, ele ficou muito espantado porque ele praticamente nem lembrava daquela noite… E ele assumiu, mudou—se ali o registro da criança porque a Denise não quis também citar o nome dele… — Porque hoje em dia você não precisa mais. Você pode dar o nome lá quando você for registrar seu filho e a pessoa do cartório falar: “Quem é o pai?” e você fala: “Fulano de tal e nã nã nã nã nã nã”, entendeu? E aí depois a pessoa pode, sei lá, entrar na justiça como esse cara fez… — Então, a certidão de nascimento do filhinho dela ficou inicialmente sem nenhum ali na área do pai. E aí, depois que saiu o resultado do exame e tal no processo, no processo fazia parte, incluir o sobrenome dele no nome da criança. Sempre foi um pai ausente e ali começou a vida de mãe solo da Denise, que tinha beijado apenas um homem e transado uma única vez com este homem. 

Ser mãe também trouxe muita coisa boa para Denise, né? Ela conseguiu se entender melhor como mulher, como ser humano e descobrir um amor que até então ela não sabia que seria possível, que era ali pelo bebezinho dela. A Denise fala: “Andréia, é muito difícil ser mãe solo, mas talvez se não fosse naquela oportunidade, eu não seria mãe e não saberia desse amor que eu sinto hoje pelo meu filho, que é totalmente diferente de qualquer outro tipo de amor”. Por outro lado, a Denise sempre foi uma pessoa que nunca quis decepcionar a família e, quando ela engravidou de um cara desconhecido, a família dela, principalmente os pais, ficaram arrasados. Ela via ali na cara dos pais a decepção, mas aí nasceu o netinho, enfim, os avós amaram o bebê e ela ainda morando com os pais… — Agora tinha um bebê na casa, acho que dá toda uma alegria, uma outra energia na casa, né? — Mas ela sabia que tinha decepcionado, que não era aquilo que os pais queriam pra ela. — E aqui eu acho que também cabe a quem é pai, quem é mãe, a tentar não projetar nos seus filhos as suas frustrações ou as coisas que você queria na vida e não fez, né? Vai tratar isso em terapia, porque os filhos não estão aqui para servir os pais, você não pode botar uma carga dessa no outro ser humano só porque você gerou esse ser humano, entendeu? Se limita ali em mandar seu filho te buscar um copo d’água. [risos] Que aí eu acho que tem que ir. [risos] Pai ou mãe pediu: “Vai buscar água para mim”, tem que ir, qualquer idade… —

E a vida seguiu mais um pouco e, um dia, no trabalho ali e olhou pra ela diferente, do jeito que ela via os rapazes olhando pras amigas. E ela “Será?” e, nesse tempo todo, a Denise sempre teve muitas amigas e as amigas sabendo que ela não pegava ninguém, mesmo se ela tomasse a iniciativa, enfim, não rolava, gente… E aí algumas amigas começaram a querer incentivar a Denise a ficar com mulher. E a Denise é hétero, ela não tem atração por mulheres, então isso sempre foi uma coisa muito irritante para ela, as pessoas não entendendo que não era uma coisa que ela queria. Ela tem uma amiga lésbica e essa amiga não consegue respeitar esse desejo da Denise de querer ficar com homens, que é o que ela quer. — Eu acho que fica aqui um ponto também, para tudo a gente não falar: “E aí, já tentou com mulher?”, porque às vezes tem gente que vai por esse lado e isso é uma coisa que, assim, já destruía mais o emocional da Denise… Porque ela falava: “Poxa, eu não sou nem capaz de ter atração por uma mulher e, de repente, quem sabe, minha vida fosse melhor”. Então vamos também, né? Dar segurada. —

A vida seguiu mais um pouco, a Denise sempre olhando esse cara, até que esse cara chamou a Denise para tomar um café. — E eu acho que o Denise fez errado, mas ela diz: “Andréia, você não vai entender isso e eu tenho certeza que outras mães solos vão entender isso. Eu estava ali diante de uma oportunidade de ficar com alguém… Veja bem, não estou falando de namorar sério, não estou falando de noivar, casar, de ter um pouco de afeto de um homem, que é por quem eu sinto atração sexual, desejo. Quando ele me perguntou se eu tinha filhos e ele já tinha falado que não tinha paciência com criança e nã nã nã, eu dei uma de sonsa e meio que eu não falei nada, nem que sim, nem que não… E a gente sabe que homem não presta muita atenção nos assuntos”. Então ela fez de propósito realmente, porque talvez se ela falasse: “Sim, eu tenho um filho pequeno e nã nã nã” o cara nem quisesse ficar com ela ali. — E aí ficou com esse cara, transou, com usou preservativo, aeee, aprendeu… E ficou com esse cara mais umas duas, três vezes, até que ele insistiu na coisa do filho porque entrou nas redes sociais dela e sempre viu uma criança e ela falou: “Sim, é meu filho” e aí o cara sumiu. 

A Denise falou: “Andréia, perceba, eu fiz de caso pensado para pelo menos ter um pouco do que eu queria ter, até porque eu sabia que aquele cara, o perfil dele, já era de alguém que ia sumir”. O cara sumiu, nem respondia mais a Denise, não bloqueou, mas enfim… Ela também já estava meio que acostumada a não estar com ninguém, a nunca ser a pessoa escolhida de nada, seguiu a vida… Mais um tempo se passou e ela conheceu um outro cara, só que esse cara quando a Denise bateu o olho, ela gostou dele de maneira diferente, assim, sei lá, se o cara também tivesse a fim pra um relacionamento e tal. Pra esse cara ela já falou que tinha um filho, e aí eles começaram a namorar. — Sendo a terceira experiência da Denise com um cara. — Esse namoro deu uma firmada, o rapaz era muito bonzinho com o filho da Denise… — E por que ela não aceitava morar junto com esse cara sem casar? Na cabeça da Denise, ela já tinha dado uma decepção para os pais, que foi quando ela engravidou solteira, e agora ela não queria ser a mãe solo que vai morar junto com um homem. Ela queria casar, ela queria ser a primeira opção de alguém. E eu achei essa fala muito importante da Denise, né? Ela queria que alguém realmente quisesse assumi—la de verdade e, para isso, na concepção da Denise, o casamento seria o que daria essa segurança para ela.

Então, o tempo foi passando até que esse cara pediu a Denise em casamento… Era o amor da vida dela? Ela não sabe dizer… [risos] Ela gostava muito dele, mas ela teve pouquíssimos relacionamentos, mas ela estava realmente apaixonada, né? E lógico que ela aceitou, porque ela não sabia se ela teria uma outra oportunidade de ser pedida em casamento por outro homem. A família da Denise ficou feliz — Denise acha que pela cabeça dos pais, era um jeito dela consertar e aqui eu boto aspas gigantescas, aspas gigantescas no “consertar” a vida dela e deixar de ser, como diria a mãe dela, “uma mãe solteira” —, então agora ela seria uma mãe casada, né? Independente do marido não ser o pai do bebezinho. Família da Denise católicos, pela Denise e pela mãe, ela não poderia entrar de branco na igreja, porque ela já era uma mãe solo, seria ideal ela entrar com um vestido begezinho, champanhe… — Gente, eu acho isso tão, tão cafona… Desculpa. Desculpa quem acredita, sério mesmo, mas não dá pra minha cabeça. — E isso ela não queria, a Denise não queria entrar na igreja com todo mundo já sabendo que ela tinha pecado. [risos] Falei: “Denise, mas seu filho não estava lá?” [risos] meio que, né? Meio que está registrado o pecado, né? [risos] Não tem como… Porque uma coisa é: “Ah, eu não sou mais virgem, não tenho filho, vou entrar de bege”, todo mundo vai saber realmente, né? Mas agora, seu filho já está lá, nascido, não tem como as pessoas não saberem, né?

Mas pra evitar isso, foi combinado que ela só se casaria no cartório, não entraria na igreja pela questão mesmo do vestido bege. O casamento da Denise foi em, sei lá, 12 de abril. Casaram ali no civil, o cara já tinha uma casa e quando foi ali por volta de 22 de abril, dez dias de casamento, este homem começou a implicar com tudo que o menininho fazia. — A gente pode dar um nome aqui para o menininho, “Luizinho”. — Tudo o que o Luizinho fazia, esse cara implicava. — E tudo é tudo, tipo, ele tá assistindo TV e o Luizinho chegou e sentou no chão da sala… E sabe quando você sempre faz [bufada] e dá uma respirada assim? Ele já virava para o Luizinho e falava: “O que você tá bufando, moleque?”, sabe? — Com dez dias de casamento, a Denise viu o seu filho ficar muito triste ali, começar a mudar como criança, sabe assim? E aí a Denise tomou uma decisão, que foi pedir o divórcio. Ela tentou a anulação, mas para anular um casamento são coisas muito específicas e ali não era o caso…  

Que ela ficou casada de fato com esse cara foi um mês e dois dias, e aí eles se divorciaram por conta do comportamento dele que mudou em relação ao filho da Denise e agora ela estava ali, entre amigos e familiares, com um rótulo, um carimbo de “largada”. Porque engravidou o cara não assumiu… Largada. Casou? Não deu certo, mesmo ela falando que foi iniciativa dela no divórcio, as pessoas não acreditavam, achavam que o cara largou. Aquela mesma cara de decepção dos pais e agora a Denise se vê nessa condição uma mulher problemática. Ela ficou com três caras… O primeiro engravidou ela, foi uma transa de uma noite e não quis namorar. — Então, não é que ela foi largada… Eu pelo menos vejo assim, tá? Mas a família dela é até a galera mais próxima ali de amizade acha estranho. — O segundo cara, quando ela realmente falou que tinha filho, deu no pé. Mas não é que “ah, largou”, né? Eu falando assim parece que ela foi largada mesmo. [risos] Mas vocês entenderam, né? E o casamento foi ela que terminou, ela que pediu divórcio. Só que ela é agora a mulher problemática largada.

Ela acha que esse é um rótulo tão forte quanto o rótulo de mãe solo, porque isso soma e nunca que ninguém mais vai querer ficar com ela na vida. — E aí eu acho que aqui, Denise, agora que você já está bem adulta, já está vivida um pouco, por que focar sua vida só em relacionamento? Você tem uma faculdade, você se formou, você tem um filho que você ama… Seus pais não querem te botar para fora de casa, então você pode morar lá e ter esse suporte com o Luizinho. São duas pessoas que te criaram e que agora estão criando seu filho também junto com você, então, muita mãe solo não tem esse suporte. Por que não foca um pouco nesses outros aspectos da vida do que só no relacionamento? — O que vocês acham?

[trilha] 

Assinante 1: Oi, nãoinviabilizers, meu nome é Taylana, eu sou de Natal, aqui no Rio Grande do Norte. Denise, eu me identifico muito com a sua história e hoje namoro, mas ainda sou mãe solo mesmo assim. Engravidei também na faculdade, já terminei relacionamentos porque acreditava que não era o melhor para o meu filho no momento. Sei exatamente como você se sente, sei como você se coloca nesse lugar e sei como é doloroso. E eu sei que, assim, focar em outras coisas a gente foca, viver outros momentos a gente vive, mas a gente quer voltar pra casa e ter alguém, a gente quer acalento, quer carinho, que chamego, quer ser prioridade na vida de alguém. Eu entendo perfeitamente isso. Eu sinto muito que tudo isso esteja um turbilhão assim pra você, mas se eu puder te dar um conselho seria: Se conheça, fica bem nessa louca jornada que é maternar e tentar se apaixonar pela vida e pelas pessoas. Vai dar tudo certo. 

Assinante 2: Oi, Déia, oi, nãoinviabilizers, aqui é a Gabi de Curitiba. Denise, eu acho que você precisa parar de focar sua energia nessas pessoas que só te levam pra baixo, que te julgam com base nas crenças delas. E esses amigos que não são amigos de verdade, porque um amigo de verdade vai sentar, vai te ouvir, vai querer conversar, entender teu lado e saber que não tem nada disso, são só situações da vida. Você priorizou o teu filho, não se sinta abandonada, porque você tem suas conquistas, tem o seu filho que você criou. Invista em você, quem sabe em algum momento alguém vem e, se não vier, você vai estar aproveitando o que você tem. Um beijão. 

[trilha] 

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[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]