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título: filhota
data de publicação: 15/12/2025
quadro: picolé de limão
hashtag: #filhota
personagens: kézia, orlando e sabrina

TRANSCRIÇÃO

[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]

Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje é a Emma. — Amo… — De cara, eu digo pra vocês que o meu colchão e os meus travesseiros são Emma. Tem uns anos já que eu fiz essa compra, meu primeiro dinheiro significativo, eu comprei um colchão pra mim e um colchão pra Janaína, colchão Emma. Eu tenho muito orgulho disso, sabe? Pegar aquele primeiro dinheiro e comprar uma coisa de qualidade, que melhorou a minha qualidade de vida, de sono, de saúde e da Janaína também. Quem me conhece sabe, [risos] primeira oportunidade que eu tenho, eu tô deitada, gente… [risos] No meu Emma então, delícia… Um bom colchão muda o seu humor, a qualidade do seu sono, assim, real. Faz muita diferença mesmo. 

Tem gente que acha que não, que ah, é só um lugar pra encostar e dormir… Muda tudo. Investe em você, investe na sua saúde, no seu bem-estar, compre um colchão Emma. — Sério mesmo, gente, a coisa que eu mais indico nessa vida é você ter um colchão Emma. — O Natal e as festas de fim de ano estão chegando e a gente sabe o quanto é cansativo organizar aí tudo pra que saia tudo perfeito, são dias intensos que você fica o dia inteiro em pé, correndo pra lá e pra cá, fazendo coisinhas… E aí, de repente, um momento pra você fazer uma pausa, dar uma deitada, [risos] tirar aquelas horas de sono, sabe? Renovar as energias com conforto, com qualidade, com saúde, bem-estar, tem que ser no colchão Emma. E não só colchão, Emma oferece produtos pensados para você transformar noites comuns de sono em noites de descanso profundo e conforto. — Eu sou testemunha de Emma, se eu escuto a palavra “colchão”, eu já viro o pescoço e falo: “posso te dar uma dica?”. [risos] —

Depois de um ano aí de bastante correria, o melhor presente que você pode se dar ou dar pra pessoa que você ama é um colchão Emma, é uma boa noite de sono. — Dormir bem muda tudo, gente… Como eu disse, muda o humor, muda o corpo, a mente e isso impacta diretamente no seu dia a dia, tá? — A Emma oferece 100 noites de testes e 10 anos de garantia. — Tipo de presente que continua sendo aí, né? Sentido muito depois que as festas passam, então você vai continuar deitando nele, tendo noites incríveis no seu colchão Emma aí por muitos anos, tá? — Emma, o presente que transforma noites, dias e o ano inteiro. — Ó, eu vou deixar o link aqui na descrição do episódio, clica no meu link, tá? E fica comigo que tem um super desconto. E ainda tem cupom, tem cupom, tem cupom… — E hoje eu vou contar para vocês a história da Kézia. Então vamos lá, vamos de história. 

[trilha]

Kézia conheceu o Orlando na faculdade. Kézia terminando um mestrado e Orlando terminando um outro curso ali de extensão. Começaram a sair, Orlando explicou que estava separado, divorciado há dois anos, que ele tinha uma filha chamada Sabrina e contou ali o contexto do relacionamento. Kézia, muito esperta, quando viu que o romance firmou, pediu para ele a certidão ali de casamento averbada, para ver se realmente ele estava separado. — Porque sim, gente, os homens mentem. — E como ele às vezes: “ah, não posso te encontrar porque estou com a filha e tal”, ela só queria ter certeza que ele não era mais um homem casado. Sabrina tinha completado 10 anos e o Orlando queria esperar para apresentar Kézia para ela. — Natural, né? Para ver se ia firmar e tal. — Só que esse romance entre Orlando e Kézia foi muito avassalador e, em seis meses, Orlando pediu Kézia em casamento. Kézia aceitou. 

Orlando morava num flat e Kézia já tinha o seu apartamento ali que ela herdou. — Ela morava com os pais naquele apartamento, os pais morreram e ela ficou com o apartamento. Kézia, filha única. — Ela tem um apartamento muito confortável de três quartos… Eles se casaram apenas no cartório. — Kézia, conhecendo Sabrina, se viu quatro vezes foi muito. Kézia acha que foi só três antes do casamento. — E Orlando foi morar lá com o Kézia. Orlando levou só as coisas pessoais dele, roupa, sapato, coisinhas pessoais, que no flat você já aluga com tudo. Tudo da casa ali da Kézia, né? Sabrina já ia fazer aniversário de novo. — E aí aqui a gente tem um ponto que eu acho que Orlando tinha que ter conversado mais seriamente com Kézia antes de se casar. — A ex do Orlando não aceita o término de casamento. E por que Kézia viu poucas vezes a Sabrina? Porque a ex proibia, falava que era só uma namorada… Criava caso. 

Só que agora, Kézia era esposa de Orlando. Sabrina, quando era o final de semana do pai, ia pra casa da Kézia e a ex-esposa de Orlando não aceitava isso. Só que a menina Sabrina, influenciada pela mãe, não queria ir dormir na casa da Kézia. Qual foi o arranjo que foi feito? Nos finais de semana do Orlando, a ex-mulher dele saía da casa que foi deles e agora estava no nome de Sabrina, com o usufruto da mãe, né? E ia para a casa da mãe dela e o Orlando ia dormir lá na ex casa dele. — Um arranjo estranho, né, gente? — Kézia falou: “Amor, eu não fico confortável com isso… Você ir dormir na casa que era sua. — E, detalhe, na outra casa era dois quartos, então Sabrina num quarto e ele tinha que dormir na cama que ele dormia com a ex? — Estranho, né, gente? Vocês não acham? — Kézia me disse, né? “Minha ascendência japonesa me dá uma tranquilidade maior, acredito eu, uma calma maior, porque assim, já era para ter surtado. Mas eu não surtei”.

Kézia falou: “Orlando, você é adulto, você quer ir dormir lá na casa da sua ex pra ficar com a sua filha? Eu não vou impedir você de ter convívio com a sua filha. Então, tudo bem, vá”. Meses até a Sabrina completar 11 anos e uns quebrados… O Orlando um dia falou: “Olha, esse arranjo não está dando mais certo para mim”. Porque a ex começou a aparecer lá… Levar comidinha e querer criar uma cena que o Orlando não queria. O Orlando falou: “Olha, não venho mais dormir aqui… A Sabrina é minha filha, eu tenho direito dos finais de semana alternados, e ela vai pra minha casa, que agora é a casa da Kézia, mas eu estou morando lá, estou casada com ela. Então, a Sabrina tem que ir pra lá”. Veja, não foi a Kézia que interferiu, que falou nada, foi o próprio Orlando que decidiu que não ia mais. 

Kézia, nesse meio tempo, pegou um dos três quartos e fez o quartinho para a Sabrina. Pintou, botou cama, botou guarda—roupa, botou uma poltrona, uma mesinha para computador. — Então, assim, Sabrina ia estar boneca ali na casa da Kézia, ia ter tudo. Mas, influenciada pela mãe, ela não queria ir. Só que aí, agora, não tinha choro. — No começo, Sabrina começou a fazer birra ali e a quebrar algumas coisas, dizendo que foi sem querer, sabe assim? Na casa de Kézia. Kezia, que vai com uma certa frequência pro Japão, gosta muito de trazer uns bonequinhos de louça, assim, né? E a Sabrina quebrou alguns desses bonequinhos de louça. — Eu já, ai, eu já ia surtar. [risos] Eu muito Brasil, viu, Kézia? Eu sou muito Brasil. [risos] Porque, gente, uma garota de 11 anos meio que já sabe, né? — Kézia: “É ciúme do pai, né? Isso vai passar”. E Kézia, gente, muito de boa, muito de boa. A cada 15 dias, a Sabrina vinha na sexta, o pai pegava ela na escola e ela ficava até segunda de manhã. 

Quem deixava ela na escola na segunda de manhã era a Kézia, porque era caminho para a Kézia ir para o trabalho. Sabrina entrava no carro, sentava no banco de trás, tipo carro de aplicativo, [risos] botava o fone dela, não trocava uma palavra com a Kézia. Kézia foi levando… E assim, o Orlando percebia que as coisas aconteciam ali na casa, ele repreendia a Sabrina, mas até que ponto vai funcionar? Até que um dia, Orlando chega e ele tá com uma cara preocupada. No meio de uma semana… — Não era final de semana de pegar Sabrina. — Ele falou para a Kézia que eles precisam conversar. Prestes a Sabrina fazer 12 anos, a mãe ia fazer um mestrado fora e ia deixar Sabrina morando com eles. Veja, a dinâmica toda ia mudar, né? Agora eles tinham que ter uma rotina. com as coisas da Sabrina e tal, sem contar essa dificuldade de relacionamento que a Sabrina tinha com o Kézia.

Kézia, sem pensar duas vezes, falou: “Amor, a gente vai fazer funcionar, ela é sua filha, a sua ex—esposa tem direito também a estudar, seguir a vida dela, fazer as coisas dela Quando que Sabrina vai mudar pra cá, Orlando? Pra eu me preparar e tal”, “Amanhã…”. Era uma quarta. Na quinta, Sabrina já viria com todas as coisas dela pra casa ali do pai. Quando o Orlando foi buscar, a Sabrina resolveu que ela não ia levar tudo, ia levar parte das coisas. Conforme fosse, ela ia no apartamento dela lá buscar. O apartamento ia ficar fechado, enquanto a mãe estivesse em outro país, tá? Então, quando ela precisasse ir lá, o pai ia levar ela lá pra pegar as coisas. Quando ele falou que ele não queria mais dormir lá com a Sabrina, a ex proibiu o Orlando de entrar lá. Ficou combinado que a avó levaria Sabrina quando ela precisasse pegar as coisas. 

Sabrina mudou e aí a vida da Kézia virou um inferno. Um: Ela não tem hora certa para dormir. Por mais que o Orlando dê bronca, Sabrina fica acordada o tempo todo e a Kézia tem um sono muito leve. Quando Sabrina percebeu que a Kézia tinha um sono muito leve, ela liga a música alta, conta até 10 segundos e desliga. Porque aí dos outros apartamentos ninguém sabe de onde vem a música, mas nesses 10 segundos, a Kézia já acordou. Ela vai na cozinha e pega coisa pesada e joga no chão durante a noite. Sabrina não limpa nada, quebra as coisas da Kézia. Kézia tinha marcado um jantar, que seria de aniversário de casamento deles, e Sabrina ia ficar com a avó. Sabrina inventou uma dor de estômago e eles não puderam sair. Assim que deu 11 horas da noite, que não tinha mais como eles saírem pra jantar, milagrosamente, Sabrina ficou bem.

Todo final de semana, Sabrina queria ir pra casa da avó dela, mãe da mãe. — Então era quando eles tinham um tempo, assim, mais pra eles. Ainda assim, às vezes ela voltava de surpresa… — Kézia falou: “Andréia, é a filha do meu marido… Então, assim, é uma criança. Eu tenho que lidar com uma criança não como se ela fosse uma adulta inimiga minha, ela é uma criança” e eu concordo totalmente com a Kézia. Sabrina foi ficando muito difícil, começou a xingar a Kézia… Na frente do Orlando, ela falava que era mentira da Kézia, até que o Orlando falou um dia pra Sabrina: “Eu sei que é verdade, porque eu botei câmera com áudio aqui e pegou você xingando a Kézia”. Começou a chorar, falou que a Kézia não gostava dela, admitiu que estava xingando e ele não tinha colocado nenhuma câmera, nada… Chorou tanto que a mãe, que estava lá em outro país, resolveu acionar o Conselho Tutelar por maus tratos. 

O Conselho Tutelar foi até a casa, conheceu a Kézia, conversou com Orlando, Orlando muito em choque. Sabrina contou como era a rotina ali, a conselheira tutelar perguntava: “Mas alguém te maltrata? O que acontece e tal?” e ela só falava que ela não queria estar ali, que ela queria estar com a mãe, mas assim, atormentando muito, muito, muito a Kézia. A partir daquele momento da denúncia, eles iam acompanhar a família, dependendo de como for, Sabrina, com 12 anos, já pode escolher onde quer morar e ia morar com a avó. Sabrina parou de xingar a Kézia em casa, porque ela achava que tinha câmeras, e passou a xingar a Kézia no carro, porque a Kézia que levava ela pra escola. Ela levava, Orlando buscava. Um dia, Sabrina falou para Kézia que logo o pai ia estar de volta com a mãe, que logo eles seriam um casal de novo… A Kézia falou: “Mas com base em que você tá me falando isso?”, “Não, porque eles nunca deviam ter se separado. Minha mãe sempre fala pra mim que ele vai voltar e ele vai mesmo”. 

E elas começaram a ter uma conversa ali e, uma hora, a Sabrina deixou escapar uma coisa que a Kézia: “Não pode ser…”. Kézia deixou Sabrina na escola, ligou pro trabalho dela, conversou com a chefe e falou: “Olha, hoje eu não tenho nenhuma entrega de manhã, eu posso tirar esse período? Depois eu compenso, eu tô precisando fazer uma coisa”. Kézia foi para a porta da casa da avó da Sabrina, né? Mãe da mãe… Kézia me falou: “Andréia, não deu nem tempo… Eu passei, eu comprei um café, comprei um pão na chapa e eu ia ficar ali plantada naquela porta. Não deu nem tempo de eu começar a tomar o café e Kézia viu a mãe da Sabrina saindo ali com a avó, com o carrinho… Tipo, sei lá, foram na feira, sabe?”. Aquela semana mesmo, ela tinha feito um FaceTime com a Sabrina, dizendo que estava fazendo lá o mestrado dela em Londres… E era sempre aquele mesmo lugar, aquele mesmo, tipo uma tapeçaria atrás, sabe? Que ela fazia o FaceTime com a Sabrina. 

E ela falou: “Não é, não é possível, não é possível” e ela foi embora… “Não pode ser… Às vezes ela veio pra resolver alguma coisa por causa desse negócio do conselho tutelar e já vai… Mas ontem ela ligou e ela tava com aquela tapeçaria, como que ela chegou aqui tão rápido? Não tem como. Se ela falou sete horas da noite, que horas foi esse voo?”, mas Kézia não tinha prova nenhuma. No dia seguinte, Kézia quando saiu do trabalho, passou lá, ficou esperando e viu ela chegando na portaria do prédio. Dois dias… Ela não tinha contado nada pro Orlando. No terceiro dia, a Kezia falou: “Orlando, faz aí um FaceTime com a sua ex pra perguntar qualquer coisa X da saúde da Sabrina, que eu tô querendo levar ela, sei lá, num médico, hebiatra e tal, de adolescente e tal, pergunta se pode”, “Mas eu não posso mandar uma mensagem?”, “Não, faz um FaceTime com ela” e fez o FaceTime… Ela tinha visto a mãe da Sabrina naquele dia… Ele chamou ela lá e ela apareceu com aquela tapeçaria atrás, tipo, em Londres, mas ela não estava em Londres. 

E aí ele conversou com ela, foi super seca e tal, falou que não era para levar a Sabrina em médico nenhum. Nisso a Sabrina veio, falou com a mãe e tal. E aí ela chamou o Orlando no quarto e falou baixinho: “Eu vi a sua ex e eu tô seguindo ela há três dias, ela não tá em Londres”. Orlando ficou incrédulo, falou: “Não, Kézia… Não, Kézia, não… Não, isso não existe” e Kézia contou que Sabrina tinha deixado escapar… Ela é uma criança, gente, doze anos é uma criança… Que às vezes a mãe estava mais perto do que a Kézia imaginava, sabe assim? Falou um papo tipo esse, assim… Tipo tentando ameaçar a Kézia, mas assim, dando a letra, sem querer, né? O Orlando falou: “Não é possível…”, “Não, é possível, a sua ex tá aqui e a Sabrina sabe”. O Orlando ficou tão nervoso que chamou a Sabrina, foi duro e a Sabrina começou a chorar e falou que sim, que a mãe nunca tinha ido viajar. — Por isso que a Sabrina não levou todas as coisas, porque, assim, né? As coisas estavam na casa porque a mãe tava, tipo, usando a casa. Ficava na avó. voltava, sabe assim? —

A tapeçaria que ela usava, não se sabe se era na casa da avó ou na casa dela mesmo ali, né? Porque ela não deixou mais o Orlando entrar também. E ali eles desmascararam a ex. Isso foi passado para o Conselho Tutelar, o Orlando quebrou o pau com ela, ligou de novo, ela falou: “Você tá me atrapalhando aqui”, tipo, sei lá, já é de madrugada, sabe? [risos E nem era… [risos] Tava tipo em Ferraz de Vasconcelos. [risos] Que ódio… Orlando mentiu, falou: “Tô saindo daqui agora, tô indo até a casa da sua mãe e depois eu vou na sua casa e eu vou te achar… Você não saiu do país. Se for preciso, eu vou acionar a Polícia Federal pra ver se o seu passaporte foi usado, se você tá mentindo e eu vou levar isso pro juiz da vara de família”. Ela ficou assustada e aí ela contou que realmente não tinha saído do país, gente… Nessa mesma noite da treta, Sabrina quis voltar para casa. 

Quem foi buscar ela lá na casa era a avó, que também sabia, outra pilantra, né? Que foi lá e buscou a Sabrina. Essa treta tem oito meses e a Sabrina não quer mais encontrar o pai. Disse que só vai voltar a ver o pai quando ele voltar com a mãe. E a mãe dá força pra isso… Kézia não se intromete, ela acha que é o Orlando que tem que tomar a frente pra abrir realmente uma reclamação de alienação parental, porque nesse caso é, né, gente? Nesse caso, é oito meses sem conseguir pegar a filha, porque a filha só aceita se ele voltar a morar com a mãe e ele não vai, ele casou com a Kézia. Para trazer mais uma questão aí para essa família, a KÉzia está grávida. Então, quando a Sabrina souber, porque também essa era uma das questões, a Sabrina não queria que o pai tivesse outros filhos. E aí eu perguntei pra Kézia, né? Falei: “Kézia, mas assim, vale a pena passar por tudo isso e tal, né?” e ela falou: “Andréia, eu amo o Orlando, a nossa relação é muito boa e ele tem um filho, assim… Se eu quero ficar com ele, eu tenho que saber lidar com a filha dele, mesmo que ela não goste de mim, eu não posso apagar essa criança da vida dele”. Então assim, o ônus e o bônus, né?

Então, o ônus dessa família está sendo a relação, não é nem a filha, porque a filha não é um ônus, a filha é um bônus, mas a relação com essa ex que realmente aliena a filha. O Orlando tem medo de entrar com processo e a filha ficar com mais raiva dele… Mas ele sofre porque ele não vê a filha, ele quer que a filha conviva agora com o bebê que vai nascer… E, gente, essa história ainda vai muito longe, né? Kézia disse: “Andréia, eu me meto só nas partes que eu tô envolvida. Eu até achei que eu fui além, indo ver se realmente ela estava viajando, mas aquilo estava interferindo na minha vida também”. Quer dizer, ela tinha um plano, ela colocou uma criança de 12 anos pra executar um plano pra tentar infernizar a vida da nova esposa do ex dela, pro cara voltar. E o Orlando já deixou claro, inclusive para a ex, que nem se a Kézia largar ele, ele volta com ela. Já falou isso pra Sabrina também…

Mas elas acham que a Kézia que é a culpada, sendo que a Kézia conheceu ele anos depois dele estar divorciado. Então, é isso, tem que conviver com essa criança, né, gente? E Kézia em nenhum momento pensou nisso, em não conviver. Ela vê que o Orlando fica triste da Sabrina não querer encontrar com ele, mas é a mãe falando que Sabrina só vai encontrar com ele e a Sabrina aceitando isso, em relação à mãe, quando ele voltar para casa, que ele tem uma família, que ele tem uma casa. Imagina o tormento que vai ser quando a ex e a Sabrina descobrirem que a Kézia está grávida. A Kézia até agora, a Kézia está de quatro para cinco meses, não postou nada nas redes sociais porque ela tem medo de como vai ser tudo isso. Mas, enfim, vai ter uma hora que não tem como esconder, né, gente? O que vocês acham? 

[trilha]

Assinante 1: Olá, nãoinviabilizers, meu nome é Samara e eu falo de Brasília. Essa história é bastante complicada, porque se trata de uma criança em uma situação clara de alienação parental e seria muito difícil importante que o Orlando buscasse urgentemente ajuda jurídica e tratamento psicológico para Sabrina, que também é uma vítima dessa ex—esposa. Tem uma nova criança vindo ao mundo, então não é mais um problema só do Orlando, Kézia, agora envolve o seu bebê também. Então é importante que haja essa conversa com seu marido para que uma atitude seja tomada. Sabrina já está numa situação caótica e não deixa que seu bebê seja inserido num lar desestruturado porque o Orlando não agiu em relação a isso tudo. 

Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, aqui quem fala é a Daniela, sou de Vitória da Conquista, sou psicóloga. Fiquei muito preocupada escutando essa história, porque ela está vivendo um momento de gestação e desejo a ela forças pra atravessar questões emocionais tão delicadas nesse momento. Que embora não sejam questões dela, são questões que a atravessam. E preocupada com essa criança… Eu sei que não é um assunto seu, Kézia, mas é importante você orientar seu esposo, quando se pensa na intervenção legal em assuntos de alienação parental, a criança pode ter raiva hoje, mas quando há uma intervenção, há uma marca para aquela criança de que aquelas atitudes daquele adulto que pratica a alienação são atitudes erradas, que vão ser compreendidas a partir do momento em que essa criança venha a ter mais maturidade. Então seria interessante estar pensando na possibilidade de intervir. Eu espero que fique tudo bem. 

[trilha]

Déia Freitas: Neste Natal não existe presente melhor do que uma boa noite de sono e, Emma, além de conforto, te oferece confiança com 100 dias de testes e 10 anos de garantia. Quando algo é bom, ele continua cuidando da gente por muitos anos e não só por uma noite. Para tornar esse presente ainda mais especial, a Emma te dá até 55% de desconto em colchões, camas e muito mais nessa temporada de Natal. Porque o melhor presente não precisa ser complicado, só precisa fazer bem a você e a quem você quer presentear todos os dias. Além do 55% de desconto, você também pode parcelar sem juros em até 12x ou 12% off pagando no Pix e, usando o nosso cupom: “PICOLEDELIMAO” — tudo junto, maiúsculo, sem acento —, Você ainda ganha mais 10% de desconto. — Gente, se você não trocar esse colchão agora, eu nem sei mais o que eu faço… Sério. Essa é a hora. Olha o tanto de desconto. — Emma, o presente que transforma noites, dias e o ano inteiro. — Valeu, Emma, eu te amo muito. — Um beijo, gente, e eu volto em breve.

[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]