título: sacolinha
data de publicação: 13/02/2025
quadro: pimenta no dos outros
hashtag: #sacolinha
personagens: berenice, dona genoveva e seu claudionor
TRANSCRIÇÃO
Pimenta no dos Outros é o quadro 18+ do Não Inviabilize. As práticas sexuais aqui descritas são feitas com consentimento entre os envolvidos, para informações sobre infecções sexualmente transmissíveis, acesse o site do Ministério da Saúde Brasileiro: www.gov.br/saude ou procure o Posto de Saúde mais próximo da sua casa. Use camisinha.
[vinheta] Hum, Pimenta… No dos Outros. [vinheta]
Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Pimenta no dos Outros, o nosso quadro 18+. — Então tire aí as criancinhas de perto ou ouça de fone. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii… [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje é a nossa amada, idolatrada, salve, salve, Pantynova. A líder de bem—estar sexual do Brasil está de volta e o carnaval está chegando, né? A galera do bloquinho aí preparada para curtir e o time do sofá — eu — não vê a hora de maratonar aquela série com o seu parceiro ou sua parceira, sozinha, enfim… — Que é a gente? [risos] — E a Pantynova tem o vibrador certo para te acompanhar aí em cada uma dessas situações. — E hoje eu vou falar para vocês de quem, quem, quem? A FIT2. A FIT2 é o novo lançamento da Pantynova, uma calcinha vibratória dois em um que encaixa no seu corpo e na sua lingerie e te acompanha para qualquer lugar. É só vestir a FIT2 e se jogar aí em novas aventuras. Porque sim, você escolhe como prefere usar, já que ela se adapta a seu jeito e o controle remoto permite se divertir aí a dois também. Você pode vestir a FIT2 e dar o controle remoto para o seu parceiro, sua parceira, a pessoa que você quiser. — Amo… E aí a pessoa pode controlar a intensidade das vibrações. [risos] Gente, demais… —
Fica comigo até o final que eu conto tudo que tá rolando em mais esse lançamento aí da nossa querida, amada, Pantynova. — E enquanto eu vou contando história aqui, vai navegando no site da Pantynova: pantynova.com e fica comigo que tem aí cuponzinho de desconto no final. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Berenice. Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]Berenice, filha única, resolveu aí conhecer o mundo… Saiu pelo mundo, viajou, fez muito mochilão, depois voltou, fez um mestrado e foi morar numa outra cidade. Ela ia ali pra casa da mãe dela uma vez por mês. — Quem é a mãe dela? Dona Genoveva. Quem é o pai de Berenice? Seu Claudionor. — Dona Genoveva sempre fazia bolos para receber a filha, Seu Claudionor também muito fofinho sempre ali junto com a filha… Então, uma família ótima, uma família incrível… Berenice já está aí com seus 38 para 39 anos e os pais ali, Genoveva e Claudionor, na casa dos 70, comecinho dos 70 ali. A vida foi seguindo, Berenice sempre visitando os pais… E como é a casa de Dona Genoveva e Seu Claudionor? É uma casa bem espaçosa, com dois quartos, então um quarto é o quarto da Berenice que ficou lá, montado, outro quarto da Dona Genoveva e do Seu Claudionor. E tem um escritório também, que nunca foi considerado o quarto, mas para mim seria um terceiro quarto ali, né?
É uma casa muito ampla, muito boa, então, uma vez por mês a Berenice ia ali passar um final de semana, três, quatro dias com os pais. Num desses dias, Dona Genoveva recebeu ali a filha com um bolo, toda pompa… O pai foi buscar na rodoviária — assim, gente, amor total — e Berenice fazia o quê quando ela ia pra cidade dos pais? Marcava com amigos, amigos de infância ali na cidade, então todo mês uma resenhazinha… Ia, passeava e voltava. Domingo à noite Seu Claudionor levava ali Berenice até a rodoviária para Berenice ir embora. Berenice não dirige, apenas Seu Claudionor dirige.
Num dos dias que Berenice foi para casa dos pais, marcou ali com os amigos, eles foram, beberam, tinha uma praça e nã nã nã, mas no outro dia eles iam fazer um evento cedo, então eles iam sair muito cedo para passear, Berenice também ia, então eles falaram: “Bom, é umas oito horas? Vamos todo mundo para casa dormir cedo que amanhã. 04h30, 05h00 a gente vai se encontrar pra ir para uma outra cidade e tal” — que tinha tipo uma prainha, então você tinha que ir cedo” — e Berenice muito animada de ir para essa prainha, querendo convidar até Dona Genoveva e Seu Claudionor pra ir também, porque alguns pais iam… Então ia um pessoal ali da idade da Berenice, um pouco mais velhos, uns idosos, enfim, uma turmona, sei lá, uns cinco, seis carros.
Berenice voltou para casa, umas oito e pouquinho, os pais sempre se recolheram mais cedo mesmo, então umas oito, oito e pouco eles já estão na cama, também dormem cedo, acordam super cedo e Berenice só falou: “oi, pai, oi, mãe, cheguei” e foi para o quarto dela. Desacostumada a dormir cedo, Berenice rolou para lá e para cá, quando de repente, ela começou a ouvir alguns barulhos… Primeiro era barulho, assim, de alguma coisa caindo, depois barulho de coisa no chão, sei lá… Berenice começou a ouvir um gemido… E aí ela pensou: “Meu pai e minha mãe? Será? 70+ transando? Que gemido estranho”. Só que esse gemido foi ficando mais alto e aí ela: “Meu Deus, meu pai e minha mãe estão passando mal”. Berenice — que estava ali com o seu pijama semi infantil que ela deixava na casa da mãe com estampa de girafas — correu para o quarto dos pais e abriu a porta e já acendeu a luz… [risos]
Berenice me disse: “Andréia, te juro… Ali eu preferia, sei lá, [risos] que tivesse caído um raio, tivesse me matado ali na hora antes que eu presenciasse aquela cena”. Berenice, da porta do quarto, viu a cena: Um pé da cama quebrou, então você via ali que a cama estava com a parte pra baixo, assim, ali dos pés da cama, um dos pés do pé da cama, em cima da cama Dona Genoveva pedia socorro baixinho, [risos] enquanto Seu Claudionor falava: “ai, minhas costas, ai, minhas costas”. Do ângulo de Berenice ela conseguia ver… [risos] Ela falou: “Andréia, essa visão nunca mais saiu da minha cabeça… Eu conseguia ver a bunda inteira do meu pai, ele estava de quatro sobre a minha mãe e eu conseguia ver as bolas dele, assim, muito lá embaixo… Como se fosse uma sacolinha. Quando tem dois ovinhos… Quando você vai e você compra dois ovinhos [risos] na mercearia e bota numa sacolinha? Então lá embaixo, seguro por uma pelezinha comprida”, as duas bolinhas de seu Claudionor batendo ali no que seria alguma parte íntima da mãe dela, que ela não conseguia identificar bem até ela chegar bem perto e entender que papai e mamãe estavam ali praticando um analzinho gostoso. [risos]
Conforme o pé da cama quebrou, Seu Claudionor deu um mau jeito ali na coluna e não conseguiu mais sair de cima de Dona Genoveva e, para a sorte deles e azar de Berenice, era a semana que ela estava em casa. A Berenice falou que ela foi chegando mais perto, mas para ela tudo parecia câmera lenta… Porque assim, primeiro que aquela visão das bolinhas do pai dela e ele tentava um pouco se mexer e aquelas bolinhas sacudiam lá embaixo, [risos] não saía da cabeça dela. Depois ela parou para prestar mais atenção no cenário e ela sentiu… Sabe aquele cheirão de foda? Um cheiro de cu? [risos] Era esse cheiro com algum cheiro mentolado, alguma coisa assim.
Foi chegando perto e aí ela viu que ela teria que segurar o seu pai, porque ele estava todo torto ali… Ela teria que praticamente subir na cama também e pegar o pai dela pelos ombros, assim, tipo passar os braços pelos ombros… Então, assim, quase encoxar o seu pai pelado para tirar ele de cima de dona Genoveva, que estava ali de quatro, um pouco arriada também, já prejudicada pelo peso de Seu Claudionor em cima dela. Então, Berenice [risos] — aqui eu falo: “Berenice, se segura, vamos bater” [risos] teve que fazer isso e ela falou: “Andréia, a hora que eu tirei o meu pai, que eu estava tentando ali, as bolinhas dele bateram na minha perna”. [risos] Ela falou: “Eu queria morrer, te juro por Deus, eu queria morrer, queria morrer, assim… Tudo bem, meu pai e minha mãe transar, que ótimo, felicidade… Idosos transando, tem mais é que transar, mas eu não queria ter visto. Sério mesmo”. [risos] Tinha uma questão: Não era só tirar o pai, ela tinha que desatarraxar o pai do fiofó da mãe, por que ele estava engatado na Dona Genoveva. [risos]
Quando ela foi tentar levantar num tranco, ele falou: “Não, não, não… Devagar, devagar”, porque ele estava engatado. E ela foi puxando e foi inevitável ver ali o pênis de seu pai saindo do ânus de sua mãe… [risos] — E aí você vai me dizer: “Tá bem, aqui é o auge do trauma, né?”, não… De alguma forma, a mãe dela não sabia que seria interessante ter evacuado antes ou feito a chuca — ela não sabia dessas coisas — e aí, conforme ela conseguiu tirar o pai, sua mãe cagou… [risos] Passou um cheque… [risos] Nesse ponto, você pode pensar: “Dona Genoveva e seu Claudionor estavam estarrecidos de vergonha, mortos, petrificados”, não, eles estavam rindo. Eles riam sem parar enquanto Berenice… [risos] — Desculpa, gente, até me perdi aqui… [risos] — Do alto de seu pijama de girafa, só podia tentar pensar em outra coisa, mas assim, vinha ali a visão dos ovinhos do pai dela na mente dela e ela só falava assim: “Eu não tô acreditando, eu não tô acreditando”, Berenice ajudou seu pai primeiro ir até o banheiro, botou ele lá sentadinho no vaso, porque aí ele se limpava, se lavava ali com o chuveirinho do vaso sanitário, que tinha uma duchinha, e aí foi lá pegar a mãe dela.
E a mãe dela só precisava de ajuda mesmo pra levantar, e aí ela mesma levantou, já tirou aquele lençol [risos] sujo e já falou: “Ê, minha filha, não sei o que lá”, rindo, os dois rindo muito, Dona Genoveva e Seu Claudionor. Berenice falou: “Gente, o que foi isso, sabe?”. Dona Genoveva falou: “O que foi isso, Berenice? Sexo… O que é isso? Sexo”. E aí ela quis entender e Dona Genoveva contou para ela que tem uma amiga — que nós vamos chamar aqui de “Neiva” — que vende uns produtinhos [risos] e, na época, Neiva tinha dado um gel pra eles que dá uma esquentada, uma formigada gostosa e eles acabaram passando em tudo, se empolgaram e foram aí para o anal. [risos] Berenice no dia seguinte foi para a prainha e ficava olhando, assim, para a água, para o horizonte, lembrando ali da sacolinha do seu pai. [risos] No final, ela acabou falando para a mãe, para a Dona Genoveva, que o pai tinha que dar uma olhada naquele saco que estava muito para baixo. E aí ele foi no médico e existe uma cirurgia, se quiser fazer, tipo uma plástica para tirar o excesso de pele do saco, mas que se o Seu Claudionor não achasse que estava incomodando em nada, não tinha problema.
Seu Claudionor falou: “Não, não me incomoda em nada”, então aí não fez plástica no saco. [risos] Ela foi embora e da próxima vez que ela voltou, Seu Claudionor tinha mandado fazer no quarto uma cama de alvenaria, de cimento, [risos] ou seja, eles iriam continuar transando. [risos] Gente, eu achei o máximo… Achei o máximo… Dona Genoveva e Seu Claudionor… Dona Neiva da idade deles vendendo creminhos e coisinhas pros idosos. Não é incrível? Eu achei maravilhoso, gente.
E a Berenice falou: “Andréia, eu não posso nem dormir de fone, porque vai que acontece de novo? Então eu sou obrigada de vez em quando a ouvir um gemido e ficar meio que de sobreaviso”. Eu acho até que eles aproveitam pra transar quando ela vai pra lá, porque sabe que tem alguém para socorrer. Fala pra eles, Berenice, deixar um telefone perto, um celular ali do lado, à altura da mão, porque se acontecer alguma coisa, você liga pra um amigo, liga pro SAMU, liga pra algum lugar também, né? Não precisa ficar só esperando a Berenice estar lá para transar. Mas eu amei essa história, porque assim, tem mais é que transar mesmo. Berenice, traumas… [risos] Eu amo… O que vocês acham?
[trilha]Assinante 1: Oi, gente, eu sou de Nova São Paulo, Berenice, [risos] eu sei que foi às custas dos seus maiores traumas, mas cara, que história sensacional. Dona Genoveva e Seu Claudionor estão de parabéns. Só precisam de uma atualizada sobre como usar brinquedinhos, sobre práticas que eles não estavam habituados para fazer com mais segurança e não acontecer exposições desnecessárias. [risos] Quer dizer, eu achei super necessário, que é amor, mas fala pra eles entraram no site da Pantynova, mostra para eles, compra produtinhos para eles, ué, eles não vão parar, sua mãe já falou… Tem que ajudar. Eu acho que é isso, eu adorei a história, muitas sensacional. Beijo, gente.
Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, meu nome é Tiago, estou falando de Austin, no Texas. Acho ótimo o sexo na terceira idade, acho importantíssimo que a gente faça até quando der, quando puder. Inspiração total. Berenice, é isso aí, espero que você chegue na terceira idade fazendo também, entendeu? Acho que é importante, a gente tem que falar mais sobre isso e ainda bem que também olhou aí o saco escrotal de seu pai, que está tudo bem, tá tudo perfeito. Bora lá fazer sexo na terceira idade que é importante, que a gente chegue lá assim, com essa saúde. Abraço.
[trilha]Déia Freitas: Pantynova te apresenta a possibilidade de ter um orgasmo em qualquer lugar. Sim, sentadinha ali no restaurante, no cinema, no mercado, no engarrafamento, de uma maneira discreta ali, ó, ninguém vai perceber… Com a FIT2 você pode… Esse vibrador encaixa aí no seu corpo, estimulando o ponto G e ele encaixa na sua lingerie. — Gente, sério… — A FIT2 dois vai ali estimular o clitóris e ainda tem um controle remoto pra você aí se divertir. — Você muda a intensidade que você quer ou você dá o controle na mão de outra pessoa e você tá ali, discretinha, vibrando. [risos] — “Tummmm”, vibrando. Você deve estar se perguntando aí: “Mas Deia, quanto vai custar essa FIT2? Esse lançamento gracinha da Pantynova que eu já quero”, usando o nosso cupom “PIMENTANONOSSO” — amo, tudo junto, maiúscula —, você ganha 10% de desconto. Entre no site agora: pantynova.com que você vai se surpreender aí com o precinho da FIT2.
Você vai ser uma das primeiras pessoas aí a testar esse produto incrível, novo lançamento da Pantynova. — E o nosso cupom também é válido para os outros produtos da Pantynova, tá? Dezão aí por cento de desconto. — Pantynova, te amo… Um beijo, gente, e eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naonviabilize@gmail.com. Pimenta no dos Outros é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]