título: mecânico 2
data de publicação: 20/02/2025
quadro: pimenta no dos outros
hashtag: #mecanico2
personagens: marta e pablo
TRANSCRIÇÃO
Pimenta no dos Outros é o quadro 18+ do Não Inviabilize. As práticas sexuais aqui descritas são feitas com consentimento entre os envolvidos, para informações sobre infecções sexualmente transmissíveis, acesse o site do Ministério da Saúde Brasileiro: www.gov.br/saude ou procure o Posto de Saúde mais próximo da sua casa. Use camisinha.
[vinheta] Hum, Pimenta… No dos Outros. [vinheta]
Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Pimenta no dos Outros. — O nosso quadro 18+, então tire aí as criancinhas de perto ou ouça de fone. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii… — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje de novo é a minha amadíssima Pantynova. Imagina comigo aqui uma situação: Você está aqui, ó, paradinha, ou está no mercado, ou está sentada no carro, ou está assistindo TV, sei lá o que — discretinha — e, de repente, “tummm”, você sente uma coisinha… Uma coisinha deliciosa, uma coisinha discreta… O que será? Agora pensa num vibrador… Vamos pensar um pouco mais… Uma calcinha vibratória? E se eu te falar que você pode ter tudo isso discretamente, com muito prazer, controle remoto… Então eu vou te falar: [risos] sim, você pode… Com a FIT2 você pode. A FIT2 é o novo lançamento da Pantynova e é uma calcinha vibratória 2 em 1, que encaixa no seu corpo e na sua lingerie, aí na sua calcinha e te acompanha em qualquer lugar, discretamente, permitindo que você viva em novas aventuras. — E vários prazeres. —
O controle remoto permite que você escolha a intensidade que você quer aí no momento, mas se você gosta de surpresinha, [risos] você entrega aí o controle para o seu parceiro, pra sua parceira e fica só [risos] aguardando as boas vibrações. [risos] — Amo… — O FIT2 é a calcinha das boas vibrações, pra você já começar o ano vibrando bem. [risos] Fica comigo até o final que eu te conto tudo sobre esse lançamento incrível da Pantynova, a FIT2. — Vai navegando agora pelo site, que o site é lindo, colorido, enfim, tem informação, tem produto… — Pantynova.com e fica comigo até o final que tem cupom de desconto. E hoje eu vou contar para vocês um trecho de uma história que eu já contei aqui, chamada “Mecânico”. — A história da Marta. — Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]Marta, nos seus aí 50 anos, casamento ruim… Ela pediu separação várias vezes, o cara negava, fazia chantagem, dizia que ia morrer, enfim… E fazia muito tempo que já não rolava sexo entre o casal, o casamento realmente tinha esfriado, mas o cara não queria de jeito nenhum ficar sozinho. Marta ela ia dirigindo para o trabalho todos os dias — não tinha um carro lá muito novo —, até que um dia o carro da Marta começa a pifar. Por sorte, estava numa rua que tinha algumas oficinas mecânicas e ela acabou parando, deu um jeito ali de o carro pegar até uma das oficinas e ela embicou o carro ali na oficina para pedir ajuda, para pedir um orçamento, enfim… Lá de dentro veio um rapaz mais novo, assim, na casa dos 35 anos, calça jeans assim, com um pouco de graxa, sabe? Regata… — Enfim, a gente vai chamar esse cara de “Pablo”. Oi, Pablo… — Marta falou ali para o mecânico o que estava meio que acontecendo com o carro e, enquanto ela falava, ela percebeu que o mecânico olhava para os olhos dela e para a boca da Marta com uma cara de safada.
Marta pensou: “Não pode ser, eu tenho 50 anos, mas a minha aparência já é de senhora, não pode ser”. O cara ficou de passar um orçamento — e ele me encarando muito, sabe, a marta — e marta: “Jamais, rapaz novo… Eu com essa aparência de senhora, meio barrigudinho, não, é impressão minha” e o cara falou: “Olha, passa aqui no final do dia que eu já vou ter um orçamento pra você”. Marta pegou ali um carro de aplicativo, foi para o trabalho e, durante o trabalho ela pensou no Pablo: “Nossa, mas que rapaz bonito, gostoso” e ela ficou, assim, até um pouco molhada, mas falou: “Besteira da minha cabeça”. Marta trabalhou e, no final do dia, ela pegou outro carro de aplicativo e foi lá para oficina. Quando a Marta chegou, o Pablo estava esperando por ela na porta e ali na entrada ele falou o orçamento e ela disse que tudo bem, se ela podia parcelar no cartão e ele falou: “Pode sim. Então vamos lá, que eu já te mostro o que eu estou fazendo aqui do orçamento e você já passa o cartão na maquininha”.
Ele mostrou ali, tipo uma planilha e o que ele ia fazer e tal no carro da Marta e ele falava de um jeito, olhando para ela, assim, com malícia, safadeza… Marta resolveu retribuir os olhares. Ela falou: “Andréia, na pior das hipóteses eu estava ali olhando pra ele, tentando ser sexy e, se não fosse aquilo o cara não ia interpretar dessa forma, sei lá, ia passar batido”. Ele ficou olhando e falando com ela, ela ficou meio que retribuindo o olhar, passava meio que a língua na boca… — Ele tava a fim, mas ela não tinha certeza. — E aí ela passou ali o cartão e, quando ele foi dar o comprovante, ele passou o dedo na mão da Marta, assim, de uma maneira muito obscena. — A Marta disse que ele fez uns círculozinhos bem de leve na mão dela com o dedo, que ela na hora… [risos] — Ela falou: “Andréia, eu senti uma pontada lá embaixo que na hora eu fiquei molhada e, assim, fiquei latejando de doer”, não tinha o que fazer ali e a Marta foi embora. Chegando em casa, Marta foi tomar banho e se masturbou loucamente pensando no Pablo e pensando: “Meu Deus do céu, isso é coisa da minha cabeça”.
Estava marcado então da Marta pegar esse carro dali três dias. Três dias depois ela botou uma blusa que ela tinha, assim, social, de botão, tecido um pouco mais transparente e tal, calça, salto alto e foi… — Foi melhor arrumada? Sim, porque dali ela já ia pegar o carro tal e ia, sei lá, pela última vez dar uma olhada em Pablo, né? — Chegando lá, a oficina estava abrindo e ele falou pra Marta: “Olha, infelizmente seu carro ainda não está pronto, mas eu quero que você veja o que eu estou fazendo”. Marta entendia de carro? Não. [risos] Marta queria ver o que ele estava fazendo? Com certeza. Foram andando até o carro da Marta, que estava lá no fundo da oficina, foram andando assim, lado a lado, e ele já olhando para ela e conversando, mas assim, olhando de cima a baixo, sabe? E a Marta: “Hihi, porue o carro isso, hihih e o carro aquilo hihi”. Pablo pegou uma lanterna, ele se debruçou ali — o capô aberto pra fazer essas coisas de motor, enfim, mas ela não estava nem prestando atenção, não sabia nem se aquele era o carro dela, pra falar a verdade, né? —
E aí ela fez a mesma coisa, ela se debruçou pra ver o que ele estava mostrando ali. Só que a Marta, em vez de debruçar para frente no carro, ela ficou meio de lado e encostou no Pablo. — Fez de propósito? Um pouco sim. — Quando ela apontava alguma coisa pro carro, tipo: “Isso aqui então, você tá vendo?”, ela meio que dava uma roçada nele, uma esfregada de leve, o braço e os seios, assim, ela não chegou a encostar o corpo todo nele, mas ela estava meio que debruçada assim para frente. — Então ela encostava, passava meio que o peito nele, assim, o braço”, com a Marta se esfregando nele, o cara parou o que ele estava fazendo, botou a lanterna de lado, assim, ali mesmo dentro do carro — sei lá onde — e meio que virou de frente, olhando para Marta, mas sem encostar… — Ele deu um passinho para trás. — Marta percebeu que o cara tava com pau duraço e olhando para a cara dela, assim, com uma cara de fome. Marta, olhando para ele, deu uma ajeitada pra ele ficar mais de frente pra ela e ela deu um passinho pra frente. O cara já estava respirando forte… — Sabe quando você se respira forte, assim? —
Marta também já não sabe nem onde estava mais, ele olhando dentro do olho da Marta, falou pra ela; “Meu pau tá latejando”. — Pra que, gente? [risos] Pelo amor de Deus, misericórdia. — Marta não lembra muito bem, mas ela acha que ela foi pra cima dele… E aí o cara pegou a Marta pelo cabelo, ela tava com o cabelo preso e soltou. E antes de começar a beijar a Marta — que foram uns beijões, assim, incríveis, ele começou a lamber a boca da Marta. Sabe a passar a língua? — Na boca da Marta… — E só depois, aí a Marta meio que abriu o bocão [risos], foi pra cima e aí eles se beijaram, assim, de uma maneira louca… O cara puxando o cabelo dela, esfregando o pau na Marta… — Eles de roupa, né? — A Marta queria muito gritar: “Me come”, [risos] mas ela não conseguia nem falar, ela estava totalmente, assim, entregue, mas ela estava travada nessa coisa de falar.
E aí o cara desabotoou um pouco a blusa da Marta, não tirou inteira, só deu uma desabotoada, enfiou a mão e começou a acariciar ali os peitos da Marta. — A Marta falou que coração dela, sabe assim, batendo forte? Teve uma hora que ele parou, botou a mão no coração dela, assim… — Com uma mão ali nos peitos da Marta, ele enfiou a outra mão dentro da calça da Marta e começou a enfiar o dedo na Marta, parou, tirou a mão e falou para Marta: “Você quer?”. [risos] Ô, Pablo, meu querido… [risos] Marta, se pudesse, essa hora eu já estava nua, deitada no chão da mecânica. Marta disse um “sim”, assim, muito sussurrado, sabe? Ele botou um dedo na boca da Marta, tipo, dela chupar o dedo dele e pegou aquele dedo e começou a passar no mamilo da ali Marta. Marta já… [risos] Ela queria gritar, mas ao mesmo tempo ela estava em choque, com muito tesão. Marta meio que queria direcionar ele logo, assim, ela foi, ela abriu um pouco a calça dele, também enfiou a mão e o cara estava explodindo… Tanto que ele pediu para Marta tirar a mão se não ele ia gozar. E aí a Marta ficou ali, só curtindo, ele ficou brincando um pouco ali, botando a mão na boca da Marta, botando nos peitos dela e tal…
Depois ele foi descendo, beijou um pouco ali os peitos da Marta. Detalhe: ela estava de camisa e de camisa ela ficou. Ele levantou a camisa da Marta ali, sabe quando você puxa assim? Tira uma parte que ainda estava dentro da calça e aí ele beijou a barriga da Marta e foi descendo… Nesse ponto, a calça da marca estava aberta, mas estava no lugar ainda. Abaixou, ficou ali com o rosto na altura da buceta da Marta e ele abaixou a calça dela com tudo, puxou a calça dela pra baixo, a calça estava aberta, mas estava no lugar… Foi tirando a calcinha dela de leve e esse homem olhou pra cima — porque Marta estava em pé — e ela já pensando: “Meu filho, cai de boca” e ele não caiu de boca… Ele passava o dedo na Marta — que ela estava muito molhada — e ficava passando o dedo, estimulando a Marta ali. A Marta já… O que Marta queria? Rola, [risos] era isso que Marta queria. Nesse ponto, a Marta já estava gemendo, assim, meio que até alto, sabe? Respiração pesada. — A Marta falou pra mim: “Andréia, te juro, eu achei que eu fosse morrer” e o cara lá, passando o dedo de leve na Marta, até que ele enfiou a língua em Marta.
Ele ajoelhado, caiu de boca ali na buceta da Marta e ela falou: “Andréia, ele tava beijando a minha buceta igual ele estava beijando minha boca, assim, com vontade, sabe? E eu doida pra dar, eu queria que ele partisse logo pro pau, sabe?” e Pablo chamava a Marta de gostosa, enfim, ele tava também já quase explodindo… Ela estava de frente pro Pablo, encostada no carro, que agora já não era o carro dela, era tipo o carro que estava na frente do carro dela e ele ficou um tempo ali no oral, ela já falando pra ele: “Eu não tô aguentando mais”, e aí ele falou: “O que você quer? Você quer rola?”, e aí lógico que ela falou que sim, [risos], implorando e ele parou do nada de lamber ali a buceta da Marta, levantou, foi até uma mesinha — de pau, assim, duraço — pegou uma camisinha, voltou olhando com aquela cara pra Marta, botou a camisinha e ela: “Meu Deus… E agora? Como é que ele vai transar aqui? Porque ela estava de calça, né? Porque a abertura da perna não tava ali muito…
Este homem, Pablo, virou a Marta de costas — muito rápido, assim —, empurrou ela para cima do capô e ela ficou com a bunda para cima assim. Marta nessa hora, com muito tesão, mas também pensando que bom que não era o carro dela. [risos] — Se amassasse o carro dela… [risos] Ê, Marta… — Marta já implorando para o cara meter — era isso que ela queria —, só que ele levantou a camisa dela para cima e foi beijando as costas dela e começou a morder de leve a bunda da Marta. Marta, nessa hora, não sabia se ia ser anal, o que ia ser, mas ela queria alguma coisa. [risos] Ele mordeu, lambeu a bunda dela todinha, e aí quando ela já tava: “Meu Deus, isso vai durar um tempo ainda, já está esquecendo”, Pablo socou… — Meteu rola na buceta de Marta que ela falou: “Andréia, meu Deus do céu parece que me preencheu inteira”. E aí foram à loucura, né?
Com a Marta debruçada no capô do carro, o Pablo ele fazia uns movimentos, tipo rebolando assim, dava umas socadas e parava e ele falava pra ela: “Eu tenho que me segurar se não eu vou gozar”, o Pablo foi controlando o ritmo ali até a Marta gozar, e aí sim ele voltou a beijar ali a Marta, as costas, morder e tal, e aí ele gozou. Agora ela já estava meio atrasada pro trabalho, mas enfim, né? [risos] — Você inventa qualquer coisa, qualquer coisa. [risos] — E ela pediu água, o Pablo foi, puxou a calça ali para cima porque ele também não tirou a sua calça e foi buscar água para a Marta. Quando ele voltou, ele deu a água na boca da Mata e aproveitou e jogou um pouquinho nos peitos da Marta e ela pensando: “Meu Deus, vai molhar minha camisa”. — Que delícia. [risos] Metade da mente do trabalho, metade da mente na safadeza. — E ele começou já a jogar um pouquinho de água nos peitos da Marta e começou a beber água e chupar os peitos da Marta. — Gente, sei lá, tinha passado uns 15, 20 minutos? Eles tinham acabado de gozar. — Marta, muito tempo sem sexo: “O quê? Hoje se ele quiser me comer até meio dia… [risos] Eu vou pegar um atestado, mas não vou trabalhar”.
A Marta já estava ali gemendo de novo e o cara pediu para que ela chupasse o pau dele e ele já estava ficando de pau duraço de novo. — Gente, Pablo, o que você toma, meu filho? — Ficaram aí nessa esfregação, nessa chupação aí por uns 40 minutos desde a hora que eles tinham gozado. Marta chupou Pablo, assim, mas o que ela queria? Ela queria transar de novo… [risos] Pablo percebendo, ele abaixou e ela falou: “Outro oral”, não… Olhando pra ela, lá de baixo, ele tirou só um pé da calça dela — ela ficou com um pé ali de calça vestido e outro não — e ele pegou a Marta pela cintura e beijando foi até um banquinho, um banquinho de madeira desses simples, e ele sentou… Ele tava ali com as calças abaixadas até o pé, assim, pegando a Marta pela cintura, botou ela de frente pra ele e foi ali beijando o peito, beijando a barriga e a Marta queria o quê? Sentar… — Sentar na rola, era isso que Marta queria. [risos] — A Marta falou: “Andréia, eu estava tão louca que eu queria sentar naquela rola e ele me segurou pra ele botar a camisinha, porque eu ia sentar no pelo”, doida… Enquanto ele botava a camisinha, ele tava também num tesão, assim, olhando pra Marta de uma maneira insana…
E aí ele puxou a manta pra baixo, assim, pra meio que esfregar o pau, que ele já tava de camisinha, ali na entradinha da Marta, ajeitando ali o pau na buceta da Marta, assim… Nessa hora, ele já estava chupando com muita força os peitos da Marta, assim, de uma maneira que ela falou: “Andréia, delícia, ele deixa meu peito até roxo, amei”. Nisso, a Marta que já tava com muito tesão, sentou de uma forma… — [risos] Quase matou o cara… — O cara queria devagar e a Marta começou a cavalgar… A Marta disse que ele agarrava a bunda dela e chegava até a marcar com a unha assim e fazia pra baixo, pra cima, assim, com a bunda da Marta e ela pulando e ele socando, assim, puxando ela pra baixo mesmo… — Tipo: “Você quer sentar? Então senta”. — Nesse ritmo, o cara que já tinha gozado fazia ali só uns 40 minutos, gozou de novo. Marta estava com muito tesão, mas não tinha gozado ainda pela segunda vez, pois ele ficou dentro, beijando a Marta e a Marta com a mão dele, foi mostrando pra ele como que era legal ele masturbar ela ali pra ela gozar até ela gozar. Marta gozou ali sentada no pau meia bomba de Pablo. — Tá bom pra vocês? — Vestiram a roupa, ela tomou mais uma água, mas ela estava muito atrasada já e ela tinha que ir embora… Ele queria que ela ficasse, ele já estava tipo, passando a mão no pau de novo… — A terceira, Pablo? — Marta ainda pensou: “Meu Deus, o que eu vou dizer no trabalho pra eu não ir no período da manhã? Porque ela ia ficar lá sim, até almoçar rola”.
Marta foi embora ali para o serviço fraca, [risos] chegou que não conseguia pensar em nada. E o engraçado é que eles não tinham muita conversa, era sexo. A Marta queria sexo e pelo jeito o Pablo deve fazer isso com outras também, gente, assim, né? Eu, por mim, já deixava o endereço da oficina pra geral, dar uma passadinha lá com o carro. [risos] Marta voltou lá algumas vezes na oficina… Ela queria transar com ele mais, assim, sujo de graxa, mais assim no final do dia e foi… Da outra vez ela queria anal e fez… — Então, assim, loucuras… — Ela voltou lá algumas vezes e o tanto que ela estava viciada no Pablo, que até ela voltou a transar um pouco com o marido dela, mas é aquela transa, né? O marido eles não se gostavam mais, então assim, não deu realmente para reacender, sabe? Marta deu uma parada de ir na oficina, mas depois de um tempinho ela voltou lá, pensou: “Nada a ver, né? Vou falar aqui de desse esse barulho que está no carro”, nem tinha barulho… [risos] E eles transaram de novo… Eles transaram de novo.
Não precisava nem falar: “Ai, sumi”, nada, era chegar lá e era rola. — Pablo recebia com rola. — Sair com o Pablo despertou nela o desejo de sair com outros homens, mas ela ainda estava casada. Então ela bateu o pé e o desfecho é: Ela conseguiu se separar do marido, ele foi morar aí com um dos filhos. — Então assim, ela ficou meio que despreocupada. — E agora a Marta está se preparando pra pegar geral. Ela não quer um namorado, ela não quer se casar de novo, ela quer trepar. Ela já paquerou dois caras no supermercado, que ela acha que o supermercado é um lugar ótimo para você flertar e sair para transar, sem nada sério, sabe? Ela falou: “André, eu comecei a me conhecer melhor e, assim, o que eu menos gosto é de transar numa cama. Então transar num carro, transar em pé por aí é o que eu quero, em diversos lugares, menos na cama”. Uma das vezes que ela foi na oficina, ela viu um cara saindo de lá meio desajeitado e muito alegre. — Então, será que o Pablo passa a rola em geral? Homens e mulheres? —
Se você é um homem que já saiu com um mecânico, manda a história para a gente, vamos contar aqui? Quem sabe é o Pablo, hein? E a Marta falou que, inclusive, quando eu contei a história dela, ela foi lá no Pablo e transou de novo. — E agora, provavelmente, que eu estou contando aqui ela vai ficar com saudade e vai voltar lá. — Então, ó, escreve pra gente, Mecânico 3, Marta. Estamos aguardando. O que vocês acham?
[trilha]Assinante 1: Boa tarde, nãoinviabilizers, aqui é a Carol do Rio de Janeiro. E tudo nessa história é maravilhoso do início ao fim. É gostoso do início ao fim… Marta, parabéns por se dar essa chance de se redescobrir, de se lançar no que você quer e de bancar o seu próprio desejo. E mostra pra gente que não tem idade mesmo, a gente tem que realmente, a gente, mulher, tem que bancar o próprio desejo pra ser feliz. Que delícia, hein?
Assinante 2: Ednalva de São Paulo. Marta, obrigada por mandar o desfecho dessa história, é muito maravilhosa… Cara, parabéns pelo seu divórcio, parabéns por se libertar. Que bom que você entendeu que existem várias formas de ser feliz e que não necessariamente está atrelada a um casamento. Isso mesmo, curta a vida, viaje, passeie, veja seus amigos , sua família, encontre os caras que você quiser transar e transe sem dó, do jeitinho que você fez com o Pablo. Logo que me divorciei tive um Pablo, não era mecânico, era segurança, mas mandou benzão por um tempão. Curta mesmo essa liberdade, essa fase de estar num relacionamento que te aprisionava. Parabéns. Beijo.
[trilha]Déia Freitas: Carnaval está chegando e você é time bloquinho ou time sofá? — Eu sou time sofá. — Em qualquer time a FIT2 é o vibrador ideal para você. A FIT2 é super discreta, se encaixa no seu corpo e na sua calcinha e você pode curtir aí aquele filminho com seu parceiro, sua parceira… Ou você pode usar calcinha vibratória pulando carnaval. [risos] — Amo… Você mesma ali controlando a intensidade com controle ou passando o controle aí para a pessoa que você quer compartilhar esse momento de prazer. — FIT2 tem dez modos de vibração. — Pensa, que ela entrega… Nesse carnaval você aqui, ó, pulando, a energia de dez modos de vibração da FIT2 [cantarolando] nãnãnãnãnãnina ô. [risos] — A FIT2 te acompanha de maneira discreta e silenciosa e é a parceira certa aí para suas novas aventuras vibrantes. — Amei. — Com nosso cupom: PIMENTANONOSSO — tudo junto, maiúscula — , você ganha 10% de desconto.
Acesse agora: pantynova.com e esteja entre as primeiras pessoas a ter aí a FIT2. — O nosso cupom também é válido para outros produtos da Pantynova, tá? — Então entra e faz a festa. — Valeu, gente, um beijo, Pantynova, te amo. Eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naonviabilize@gmail.com. Pimenta no dos Outros é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]