título: deprê
data de publicação: 16/03/2026
quadro: picolé de limão
hashtag: #depre
personagens: cristiane e edinaldo
TRANSCRIÇÃO
[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]
Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei pra mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem tá aqui comigo hoje é a Petlove. Ter um cãozinho ou um gatinho como companheiro no seu dia a dia dá uma sensação de satisfação e felicidade infinita. — Eu que o diga, né? Tenho vários. [risos] — Ser recebido com carinho, dar amor para eles e cuidar com responsabilidade também… Quando a gente fala de cuidar do pet com responsabilidade, é ficar de olho bem atento na saúde, entendendo que um plano de saúde não é um gasto eventual, que ele é importantíssimo, é essencial para o cuidado com seu bichinho. Ter um plano de saúde para o seu pet é cuidar dele no presente e pensar no futuro… — Já que os pets têm aí um instinto natural de mascarar os sintomas. Então, quando uma dor se torna visível para a gente, nós que somos tutores, o quadro do nosso pet geralmente já está um pouco mais avançado. Então, a gente tem que ficar sempre de olho. —
Com o plano de saúde da Petlove, você pode fazer um acompanhamento preventivo, com exames de rotina, check-up, consultas que detectam aí doenças silenciosas precocemente, garantindo que seu pet viva mais e viva sem sofrimento. Os planos de saúde da Petlove têm valores que cabem no seu bolso e, além de tudo, tem microchipagem grátis, dando muito mais segurança para o seu pet. Plano de saúde Petlove, se tem pet, tem que ter. — Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio e fica comigo até o final que tem o quê? Tem cupom. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Cristiane. Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]
Cristiane, quando ela estava no ensino médio, conheceu uma garota ali da turma dela e elas começaram a sair juntas, a fazer os trabalhos de escola juntas e aquela amizade cresceu. Cristiane sempre foi muito simpática, expansiva, gosta de conversar, gosta de dar risada… E sua amiga ali — as duas muito garotas ainda — mais na dela, mais de boa. Cris sempre ia inserindo essa garota nas baladas, nos grupinhos, pra que ela também se sentisse parte ali da turma da Cristiane. Só que ainda na adolescência, essa amizade tinha uma dinâmica meio estranha. — Pra mim, tá? — Digamos que elas estivessem numa balada e tinha um carinha olhando ali pra Cristiane, querendo ficar com a Cristiane, dar uns beijos na Cristiane… Automaticamente, essa garota ia ficar triste e ia falar pra Cristiane que já estava de olho naquele garoto.
E aí a Cristiane, tipo, ela não tava apaixonada pelo garotinho ali, pelo carinha, nada, ela abria mão — de ficar com o cara que também queria ficar com ela — porque a sua amiga queria ficar com o cara. Só que, na maioria das vezes, o cara, que era a outra parte que devia estar interessada, não ficava com ela… — Com a amiga, entendeu? — Então é tipo: “Eu não vou ficar com ele porque é a minha amiga tá falando que tá tristinha, que tá deprê…”, ela usava muito essa palavra, né? “Tô deprê”. — Era essa a dinâmica… Na faculdade, Cristiane estudou horrores e a amiga nem tanto. Cristiane passou no curso que ela queria. — Vamos botar um curso aí? Sei lá, farmácia. — A amiga dela não passou, porque não estudou… E aí a amiga falou para ela: “Eu estou deprê… Tô mal porque você vai começar a faculdade e eu não vou. Eu queria que você me esperasse pra gente começar junto”.
A mãe dela, vamos botar um nome aqui, Dona Ofélia, falou: “Você tá louca? Você vai começar essa faculdade agora. Sua amiga pode ficar na cama, com depressão, porque você não vai fazer outro vestibular, fazer todo o processo de novo, porque a bonita não passou”. Quando a Cristiane falou pra ela, elas estavam ali com seus 19 anos, a amiga realmente ficou deprê de cama… “Ah, é porque você vai estudar e eu não vou” e ela se tocou que a Cristiane realmente ia estudar, foi lá, correu atrás do prejuízo, fez o vestibular no meio do ano e entrou… E elas começaram a estudar em turmas diferentes, Cristiane estava ali um semestre na frente. Tudo que a Cristiane já tinha aprendido, a amiga estava aprendendo… E aí começou a acontecer o quê? A Cristiane tendo que ajudar a amiga nos trabalhos e a estudar, porque ela ficava muito deprimida e não conseguia. — E aí aqui a gente está falando de uma moça que nunca foi num psiquiatra, nunca passou num psicólogo para saber se realmente ela tinha depressão. Podia ter? Até podia, mas ela nunca foi diagnosticada… Mas vivia dizendo que estava deprê, que estava mal, tipo vou parar de comer, porque vou ficar de cama, vou perder o semestre. —
Cristiane querendo dar uma força ali para a amiga, fazia o que ela podia para que a amiga continuasse no curso, continuasse fazendo as coisas. Foi o curso todo assim, nessa dinâmica, onde a Cristiane tinha que ajudar a amiga nos trabalhos, às vezes fazer o trabalho inteiro da amiga e estimular que a amiga estudasse, porque senão a amiga não estudava, para passar no curso de farmácia. Lá pela metade do curso, tinha uma festa de uma turma que estava se formando e todo o pessoal de farmácia foi convidado. Nesta festa, um rapaz ficou de olho ali na Cristiane, automaticamente a amiga diz que estava interessada em Edinaldo. Cristiane tinha olhado pra Edinaldo e sabe quando te dá aquele frio na barriga? Aí ela falou pra amiga: “Amiga, desculpa, mas eu também tô interessada”.
Nessa hora, a amiga simplesmente foi embora da festa e mais tarde mandou mensagens dizendo que tinha tomado um monte de comprimidos. Quando essa moça entrou na faculdade de farmácia, não era na cidade delas, a família dela veio junto — para dar o suporte, isso é muito bacana, então veja, ela tinha suporte da família dela toda — e, na hora, a Cristiane ligou para a mãe e Dona Nauva falou: “Não, bem, ela estava tomando chá agora pouquinho comigo, foi nanar, está dormindo”, “Por favor, Dona Nauva, vai lá checar, porque ela falou que tomou um monte de remédio”, “não, não tomou, não, tá dormindo”. — Então, quer dizer, ela mentiu. que tinha tentado aí contra a própria vida, porque a Cristiane estava interessada em Edinaldo. — Cristiane ficou com o Edinaldo e isso virou um namoro… Inclusive com o Cristiane, abrindo toda essa situação do que tinha acontecido pro Edinaldo e o Edinaldo falou: “Olha, eu achei, por essa história que você tá me contando e que a mãe dela foi lá ver e ela tava de boa, eu achei a sua amiga muito manipuladora… Então, assim, não me interessa se ela tá interessada em mim, eu não tenho o menor interesse nela, eu tenho interesse em você. Eu, se eu fosse você, eu tomava cuidado com essa amiga”. — Edinaldo… Acabou de conhecer Edinaldo e Edinaldo já deu a letra. —
Cristiane ficou um pouco ofendida: “Como assim ele estava falando da amiga dela de tantos anos?”. — Ela tinha acabado de conhecer Edinaldo. — Esse namoro firmou e marcaram o casamento… Cristiane chamou a amiga dela para ser madrinha. — Óbvio, né? Uma amiga de tanto tempo… — E a amiga, assim, de cara, não ficou animada… “Ai, não sei… Ah, tá bom, vai. Eu vou”. Dois dias antes do casamento, ela disse que não ia mais, porque ela estava deprê. Cristiane teve que correr, achar uma outra pessoa pra botar no lugar dela, porque tinha tudo feito… — Eles fizeram um casamento com um cerimonialista, tudo certinho assim, né? — Ela não foi no casamento de quem ela dizia que era a melhor amiga dela, a Cristiane. Porque ela estava o quê? Deprê. Porque o homem que ela achou que ela também gostava estava se casando com a Cristiane. Sério… Ela falou isso pra Cristiane. — Eu já falei aqui pra vocês que amizades também se encerram como relacionamentos. Se a amizade é tóxica, se a amizade é ruim para você, termina. O “termina” vale para muita coisa, inclusive para encerrar amizades que só te sugam e não te acrescentam em nada. —
Cristiane sempre ficava pensando: “Ai, coitada, tem depressão” e a amiga vivia falando “ai, tô deprê, tô deprê”. O tempo passou, Cristiane arrumou um excelente emprego na Farma Pônei, Edinaldo também num ótimo emprego, todo mundo formado, todo mundo ganhando bem, todo mundo progredindo, menos a amiga que tava ali desempregada… Mas ela preenchia vagas, ela ia atrás? Não ia atrás. As duas na mesma área de farmácia. Um dia, a Farma Pônei estourou num remédio aí, o laboratório agora ia ser ampliado e teriam nove vagas. De cara, a Cristiane, pensou em indicar amiga, mas: “Não vou, porque vai sobrar pra mim” e não indicou… Só que assim, o mundo ali da farmácia, muito pequeno… Todo mundo ficou sabendo daquelas vagas e todo mundo aplicou. A Farma Pônei dava preferência para quem tinha se formado naquela universidade onde Cristiane e a amiga se formaram, então a amiga já entrou com grandes chances.
Durante o processo, ela tinha pedido uma força para Cristiane, tipo: “ah, fala com alguém lá, né?” e a Cristiane falou: “olha, eu não posso fazer isso, não faz parte da política da empresa, então eu não tenho como te ajudar nisso”. Ainda assim, a amiga passou e entrou nesse laboratório. De cara, a amiga já espalhou ali que era a melhor amiga da Cristiane… E elas eram de equipes diferentes, então assim, pra Cristiane tava ótimo. Só que a líder da outra equipe viu que aquela amiga da Cristiane era um peso morto… Como eles tinham acabado de contratar — eu não sabia que existia isso — e a Cristiane estava me explicando que essas empresas muito grandes, multinacionais, quando elas fazem uma contratação, são muitos processos e tal. Então, dificilmente ali naquela experiência eles vão te mandar embora. — Porque, tipo, pega até mal para a empresa. —
Como a líder sabia que não podia demitir essa moça, ela fez uma graça com a outra líder, pegou uma pessoa da equipe da Cristiane e mandou a amiga para a mesma equipe dela. — Até hoje, a Cristiane acha que foi a própria amiga que fez essa manipulação para poder mudar para ir para a equipe dela, mas em todo caso, foi a líder que teve que fazer esse meio de campo. — Agora em equipe, algumas coisas que a amiga deixava de fazer, de propósito, porque não queria fazer, a Cristiane tinha que fazer. Porque você tinha que apresentar ali resultados e às vezes o líder não quer saber quem que fez. — Tem que estar feito o bagulho no dia tal, na hora tal. Façam. É a equipe. — Todo mundo ali daquela equipe começou a pegar ranço da amiga da Cristiane e Cristiane não sabendo como sair fora disso. Dois anos carregando essa amiga nas costas e agora na Farma Pônei ela já tinha o apelido de “Deprê”. — Porque tudo ela dizia “ai, tô com depressão”, “ai, tô deprê”, “ai, não consigo fazer”, ai, isso, ai, aquilo, “ai, quero me afastar”, isso e aquilo. — Assim, gente, insuportável de trabalhar com ela. —
Paralelo a isso, a empresa do Edinaldo, que também era uma multinacional, ofereceu um cargo para ele na Alemanha… Edinaldo conversou com a esposa e falou: “E aí, como é que a gente faz? Eu também não quero que você saia do emprego… Eu podia escolher entre Bélgica e Alemanha e eu escolhi a Alemanha porque eu sei que é Farma Pônei também tem uma empresa, um laboratório, na Alemanha… Então, antes que eu aceite, eu tô conversando com você, se você topar, você pode falar lá na Farma Pônei que quando tiver uma vaga na Alemanha, se você pode aplicar”, “Poxa, pra mim vai ser ótimo mudar pra Alemanha, se tiver uma vaga lá”. Ela comentou ali na equipe, todo mundo falou: “Nossa, que legal, dizem que a Farma Pônei da Alemanha é incrível e tal”, Cristiane conversou com a líder e a líder falou: “Olha, eu vou ver, se tiver alguma vaga dentro do seu perfil, com certeza você pode aplicar”.
Estava só as duas e a líder falou assim para ela: “Se você aplicar para a Alemanha, aqui na nossa equipe vai surgir duas vagas”. — Dando a entender que realmente, quando a Cristiane saísse, a amiga dela seria demitida. — A líder foi lá ver se tinha essa vaga e tal e não é que tinha? A líder deu todo o caminho, explicou até pra equipe toda ali como que funciona quando você quer ir para uma outra filial da Farma Pônei e você aplica, é tipo um formulário, tudo online e tal que você faz… Não é tipo uma indicação do chefe, né? E você pode aplicar… E aí, gente, vocês não vão acreditar… Além da Cristiane, a amiga aplicou para a vaga da Alemanha. Ela sabendo que o Edinaldo teria uma chance lá e, assim, gente, aí vai o casal… A equipe toda ficou estarrecida e a líder questionou ela: “Você sabia que tinha a vaga e que a Cristiane, sua amiga, precisa dessa vaga porque o marido dela recebeu uma ótima oportunidade na Alemanha. Por que você aplicou?”, a líder… — Na frente de todo mundo… Nem sei se ela podia fazer isso na frente de todo mundo, eu achei meio assédio. Tinha que chamar, né? Meio de lado. —
“Ah, eu queria saber como era, se eu passar, eu vou”, na frente da Cristiane… A líder ficou vermelha, olhou pra Cristiane e falou: “É… Se você passar, você tem todo o direito de ir” e acabou o assunto ali. O que ninguém sabia é que os líderes aqui do Brasil podem dizer quem que vai… Não se sabe se a outra tinha ido bem ou não, mas quem ficou com a vaga realmente foi a Cristiane. A amiga surtou, disse que a Cristiane estava roubando a oportunidade da vida dela, que a Cristiane já tinha roubado o homem da vida dela. — O Edinaldo… — Isso lá no laboratório… Que ela não devia aceitar a vaga, porque a vaga tinha que ser dela. — Gente, como que as pessoas são assim? — Gritando com a Cristiane, a Cristiane só ouvindo, o pessoal do laboratório todo mundo chocado… A líder chamou a amiga, comunicou o RH e deu o que pra ela? Uma justa causa. — Porque uma hora ela pegou, sei lá, um tubo de ensaio, alguma coisa e meio que quase deu na cara da Cristiane. —
A amiga tentou reverter a justa causa na justiça, não conseguiu… Cristiane se mudou para a Alemanha e agora ela está processando a amiga, porque a amiga fez uma página dizendo que a Cristiane tinha acabado com a vida dela, que ela estava em depressão, que ela tinha tentado por duas vezes aí contra a própria vida, que era culpa da Cristiane…
Difamando, falando horrores, dizendo que a página realmente era dela e a Cristiane teve que gastar com advogado pra processar agora a ex-amiga. Tudo a amiga bota na conta da depressão, uma depressão que ela nunca passou num psicólogo, num psiquiatra, nunca foi diagnosticada. Inclusive, a defesa dela no processo é porque ela tem depressão. — Sério… — Cristiane resolveu escrever pra gente porque ela vê muita gente que é assim, né? Do convívio dela até, “ai, tô deprimido, fiz tal coisa”, “tô deprimido, fiz tal coisa” e as pessoas que estão em volta vão ali ajudando aquela pessoa, fazendo as coisas e, no fim, a pessoa que se disse em depressão ainda se vira contra você.
A última dela é que a Cristiane tá grávida e essa ex-amiga fica inventando fakes, falando que a gravidez dela não vai vingar, que vai nascer um demônio, que vai nascer morto… — Imagina o psicológico da Cristiane. — A amiga agora fechou as redes, acho que por conta do processo, mas vivia fazendo conteúdo sobre depressão. — Que tava deprê, que isso, que aquilo, e ela ama usar essa palavra, “deprê”. O que vocês acham?
[trilha]
Assinante 1: Bom dia, aqui quem fala é França, de Belém do Pará. Cristiane, os sinais estavam aí, claros como água… Acontece que quando a gente está envolvida numa relação de afeto, a gente não consegue enxergar isso. Existe uma coisa que eu acho muito interessante de ser dito aqui, que a Déia apontou, que a gente precisa terminar relacionamento… A gente tem essa cultura de que achar que a gente vai ter amigos pra vida toda… Eu acho incrível quem consegue ter isso, sabe? “Ah, eu consegui ter uma amiga lá do prézinho e somos amiga a vida toda, 30 anos, 40 anos de amizade”, beleza, eu acho lindo, ok, super válido, mas infelizmente essa receita de bolo não é válida pra todo mundo. Então, as amizades elas terminam, principalmente quando a gente passa a ser pro outro uma espécie de lixeira emocional, que eu acho que é isso que essa menina fazia contigo, sabe? Tu eras uma espécie de lixeira emocional que ela depositava ali todo aquele lixo tóxico que ela era, que tinha dentro dela, ela colocava em ti, as expectativas dela ela transferia pra ti e tu que lidavas com essa culpa porque tu eras a amiga e ela não era a tua amiga. Então, assim, muito cuidado com esse tipo de relação porque eles nos fazem mal, eles sugam a nossa energia e levam aquilo que a gente tem de melhor. Beijo, abraço.
Assinante 2: Oi, nãoinviabilizers, aqui é a Lar, eu falo de Cataguase, Minas Gerais. A única coisa que eu tenho a dizer a Cristiane é: Delete tudo e todo o contato que você tiver dessa pessoa, que eu não posso chamar de sua amiga e nem de querida, porque ela não é querida… Exclua todo tipo de contato, fale para as pessoas próximas que você não quer saber, porque ela já chegou um ponto que ela vai começar a fazer mal pra você e pro seu bebê, que não tem culpa de nada. E nem você tem culpa, né? Porque você sim foi uma amiga, você ajudou ela pra caramba e ela só soube ter inveja da sua vida. Fale com as pessoas: “olha, eu não quero saber dela”, bloqueia, faz B.O, faz o que tiver ao seu alcance pra te blindar de qualquer informação sobre ela, porque a sua preocupação agora tem que ser o seu bebê. Um beijo.
[trilha]
Déia Freitas: Cuide do seu pet com todo o carinho e responsabilidade que ele merece. Como você vai fazer isso? Com o plano de saúde Petlove. São mais de 8 mil credenciados entre clínicas, hospitais 24 horas, laboratórios, médicos veterinários a domicílio e especialistas em em mais de 350 cidades pelo Brasil. A contratação é prática e rápida e usando o nosso cupom: “PONEI50” — pônei em maiúsculo, sem acento, 50 em numeral, tudo junto —, você ganha 50% de desconto na primeira mensalidade do Plano de Saúde Petlove. — Gente, contrata agora, porque o nosso cupom tem tempo limitado, tá? E consulte também aí os Termos e Condições. Valeu, Petlove, incrível, amada… — Um beijo, gente, e eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]
Na adolescência você não consegue, né? Mas ali na faculdade já não tinha que fazer o trabalho dela, já tinha que deixar ela repetir, não passar, não continuar o curso, né? Eu, pelo menos, já tinha terminado. Então, vamos pensar nas amizades que a gente tem que só fazem mal pra gente? Vamos terminar? Então, a minha resposta para tudo é sempre: termina. [risos]
