título: cafetina
data de publicação: 19/03/2026
quadro: picolé de limão
hashtag: #cafetina
personagens: jussara
TRANSCRIÇÃO
[vinheta] Picolé de Limão, o refresco ácido do seu dia. [vinheta]
Déia Freitas: Oi, gente… Cheguei. Cheguei para mais um Picolé de Limão. — E hoje eu não tô sozinha, meu publiii. — [efeito sonoro de crianças contentes] Quem está aqui comigo hoje — novamente — é a Hidrabene. — A marca cor de rosinha que eu amo… — Que tal você ter todos os dias uma base super sequinha, com acabamento matte e toque seco? Aquela base que é perfeita, sabe, pro seu dia a dia? Mesmo nos dias de muito calor? — Olha que sonho… — E se essa base ainda tiver alta cobertura, fator de proteção solar 50 contra raios UVA e UVB, fórmula multifuncional que ajuda no controle da oleosidade e da acne e ainda te protege contra a luz visível e até contra a poluição… O que você faria se tivesse essa base? Uma base que deixa a sua pele uniforme, tudo isso num único passo? Você não precisa fazer nada…
Você precisa só entrar no site da Hidrabene e comprar, ela está prontinha esperando por você. A Hidrabene está relançando a base Stick Fator de Proteção solar 50, que é a nossa base queridinha, a base queridinha das Hidralovers. — E, ó, um relançamento que veio com tudo, tá? — A Base Stick Fator de Proteção Solar 50 vem em uma novíssima embalagem, que foi desenvolvida com redução no uso de papel, deixando tudo ainda mais perfeito, já que a Hidrabene é a nossa perfeitinha de tudo e segue fazendo escolhas mais conscientes e sustentáveis. A base tem proteção, cobertura e tratamento em um só produto, do jeitinho que a gente ama, a Hidrabene fez pra gente… — Pra gente não ficar mais oleosa, amo… [risos] Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio… Fica comigo até o final que tem o quê? Tem cupom. — E hoje eu vou contar para vocês a história da Jussara. Então vamos lá, vamos de história.
[trilha]
Jussara foi criada na igreja, então os namorados que ela teve, eles eram ali da igreja. Você podia namorar um pouquinho de meses e, se não fosse casar, já tinha que largar. Ela teve dois namoradinhos assim, que ela mal nem beijou e depois conheceu seu futuro marido, que era ali da mesma congregação que ela. Só que este marido tinha uma fama de ter uma mãe muito difícil… Na igreja, como em todo lugar, sempre tem aquelas pessoas que julgam mais os outros, né? — Sue são mais péssimas, né? — E, nesse caso, era a mãe aí desse namorado de Jussara. Então nenhuma moça prestava, as moças da igreja se usassem a saia acima do joelho, já era prostituta, porque a saia tinha que cobrir o joelho… Então a Jussara teve que se adaptar a isso, inclusive a vestimenta. — Então, assim, você não podia mostrar o colo, né? E mesmo com calor, você ali com a blusinha fechada. —
Essa senhora dizia: “Porque eu sou crente, crente e temente a Deus”, ela gostava muito de dizer isso, que ela era crente. O tempo foi passando, com seis meses eles noivaram pra casar dali mais seis meses e ela já sabendo que a sogra era assim, mas até então futuro marido era um homem pacato, na dele, tranquilo. O rapaz estava alugando uma casa mais longe da casa da mãe, então ela ficou mais tranquila em relação a isso. Só que assim que a Jussara casou, esta sogra começou a fazer um inferno na vida dela. Essa sogra só usava saia no tornozelo, então assim que a Jussara casou, ela falou: “Agora você não pode mais mostrar sua canela, você tem que usar saia no tornozelo” e a Jussara, para não arrumar briga, falou: “Tudo bem, eu vou usar saia no tornozelo” e o marido, assim, sem boca pra nada.
A sogra enfiou na casa de Jussara um estudo da Bíblia, com dez pessoas, a Jussara tinha que fazer coisa para comer, para beber para aquele povo, ninguém pagava nada e toda semana tinha gente enfiada na casa de Jussara junto com a sogra para esse tal estudo da Bíblia. A sogra também repreendia outras moças na igreja, porque assim, ela era ali a mais Santa de todas as pessoas. O tempo passou, Jussara teve aí dois filhos com esse homem e, a partir do momento do nascimento do primeiro filho, este marido mudou um pouco. — Criança chora, né, gente? Ainda mais bebezinho, bebezinho chora… — Este homem passou a ficar mais na casa da mãe, a sogra ficou muito feliz que ela teve dois meninos, né? “Porque, mulher, onde já se viu… Mulher para ficar imoral é um segundo, então que bom que nasceu aí varão”. O primeiro, depois o segundo… Na igreja essa sogra da Jussara era muito temida, muito temida pelos outros, assim, né? Todo mundo ficava: “Nossa, o que ela vai falar, quem que ela vai repreender?”, ela era aquela pessoa que todo mundo para pra ouvir e ela dava bronca em todo mundo.
Com dois filhos e com o marido passando mais tempo na casa da mãe, ele começou a dar menos dinheiro em casa. Jussara não trabalhava… A mãe dela era de uma outra igreja e o pai dela, que nunca tinha sido da igreja, frequentava pouco a casa dela, porque ele falava que sempre que ele ia estava cheio de crente. — Vamos dar um nome aqui pra esse pai? “Seu José”. — E aí ela foi pedir um dinheiro para o Seu José, para comprar o mínimo, um leite, que ele já não estava dando… Aí o Seu José falou para ela: “Filha, eu vou te dar esse dinheiro, mas você precisa trabalhar… A sua mãe está em casa, eu estou em casa já aposentado, você pode deixar as crianças aqui durante o dia e você arruma um emprego”. — O Seu José certíssimo. — Ele falou: “Sua mãe não se aposentou? Sua mãe, mesmo crente, [risos] ela trabalhou… E se aposentou. Então você precisa arrumar um trabalho, você pode ir para sua igreja, pode fazer as suas oração de crente”, Seu José falando, tá? “Mas você precisa arranjar um emprego, pega qualquer emprego, mas você precisa ter um dinheiro seu, você não sabe o dia de amanhã”.
E aí Jussara avisou o marido que ela ia trabalhar e ele pouco se importou assim, né? — Achou que ele fosse achar ruim. — Jussara arrumou um emprego no supermercado para ser empacotadora. O mercado que ela arrumou emprego era um mercado grande, o salário não era tão bom, mas ela tinha os benefícios e ela foi percebendo que a saia até o tornozelo era ruim para ela trabalhar. O mercado não falou nada, arrumou uma saia lá de uniforme pra ela e ela mesma fez a barra da saia abaixo do joelho ali, porque ficava melhor para ela se movimentar, mas até então ela ainda queria usar saia ali de acordo com a igreja dela e tudo. E, a partir do momento que Jussara arrumou um emprego, abriu um mundo novo… Ela falou para mim: “Andréia, me abriu um mundo novo, por que qual era o meu mundo? Meu mundo era a igreja e as pessoas da igreja. Eu só saía de casa pra ir pra igreja e só conhecia aquelas pessoas. E ali no mercado eu conheci muita gente, muitas meninas e as meninas contavam as histórias delas e tal e eu comecei a me abrir também, falar mal da minha sogra [risos] e também falar que meu marido ficava enfiado na casa da minha sogra, não ficava em casa”.
E aí as meninas do mercado falavam para ela assim: “Abre seu olho, isso aí é estranho, ele só fica na casa da mãe dele? Será que ele tá na casa da mãe dele mesmo?” e ela ficou com essa pulguinha… E um dia ali, no final do culto, uma das moças de lá veio falar com ela, uma conversa amena e no final falou: “Olha, Jussara, vigia, vigia, você tem que orar e vigiar” e ela não entendeu porque a moça tava falando daquilo, só que a moça morava perto da sogra da Jussara. A demônia da sogra já tinha feito um escândalo porque a Jussara tinha arrumado um emprego, depois porque ela estava usando saia abaixo do joelho, infernizando a vida mesmo… Tanto na casa da Jussara quanto na igreja, a mulher infernizava a vida da Jussara. Como os pais da Jussara ficavam com os dois meninos, a Jussara tinha uma flexibilidade para mudar a sua escala de trabalho.
Ela falava: “Andréia, era horrível ficar na minha casa, porque às vezes eu chegava lá e minha sogra estava enfiada lá, ela tinha a chave e ela botava as pessoas lá para fazer estudo bíblico mesmo se eu não autorizasse, ela mandava na casa… Então eu gostava de ficar no meu trabalho. Então, o que eu fazia? Quando alguém precisava trocar ou precisava de uma folga no final de semana, eu cobria e depois eu ficava com aquele dia para tirar, né?”. Num dia desses, o marido de Jussara já tinha saído para trabalhar: “Hoje eu tenho o dia para mim, estou com as crianças, mas vou deixar as crianças na minha mãe e em vez de ir trabalhar…”, ela pegou aquele dia, “vou fazer umas coisinhas no centro que eu preciso, vou comprar umas coisinhas que eu preciso”, fazer umas coisas dela, assim, era um dia de semana…
E o marido de Jussara saía muito cedo para trabalhar, porque ele trabalhava de turno e ele trabalhava das 06h00 às 14h00. Então, quando eram 3 horas era para ele estar em casa, mas às vezes ele ia para casa da mãe dele. Jussara foi, fez as coisinhas dela em casa, fez as coisinhas dela na rua e quando ela voltou, três e pouco, ela não tava… Ela tinha comprado umas coisinhas também para a sogra, que a sogra tinha pedido — a sogra meio que mandava, né? —, tipo: “Ai, você vai para o centro? Então traz isso, isso e isso”, só que a sogra ia lá buscar depois, quando tinha o estudo da Bíblia, ela pegava as coisas. Só que ela falou: “Eu tô aqui sem fazer nada, vou lá, passo na minha sogra, deixo as coisas e depois já vou lá buscar as crianças. Se meu marido tiver lá na minha sogra, ele já vai comigo”.
Era no bairro do lado, mas ela fazia tudo ali a pé, né? A sogra morava num sobradinho meio afastado da rua, então tinha o muro ali, o portão, o portão não tinha tranca, tinha um quintal na frente e aí vinha um sobradinho. E lá em cima, no sobradinho, tinham três quartos: Um era dela, um foi do marido — que agora não morava mais lá — e o quarto de trás era do outro filho dela. Da rua você via os dois quartos da frente, né? Da janela. E, conforme ela estava chegando, assim, meio longe, do outro lado da rua, ela olhou para a janela ali do dos quartos e ela viu o marido dela sem camisa. — Bom, como ele frequentava a casa da sogra, de repente, ele, sei lá, tem umas mudas de roupa lá, fica mais à vontade na casa da mãe… —
Quando uma moça de sutiã abraçou o marido dela, Jussara, do outro lado da rua, vendo aquilo, ainda pensou que pudesse ser o irmão do marido dela, que é outro pentelho também, mas que não vem ao caso aqui. Só que o irmão, o corpo dele era diferente, ele era muito magrinho e o marido da Jussara não era magro, então não tinha como ser, era o marido dela. Ela parou do outro lado da rua e o coração dela começou a disparar: “o que eu faço, meu Deus?”. Na hora, a única coisa que ela lembrou foi o grupo do supermercado que ela trabalhava — ela estava num grupo de mulheres ali — e ela mandou áudio no grupo falando: “Gente, pelo amor de Deus, meu marido… Eu estou vendo aqui da janela, de longe, meu marido está com uma mulher na casa da minha sogra”, e aí, o grupo veio abaixo, né?
Umas falavam: “Filma, filma”, outras falavam: “Entra quebrando tudo, entra quebrando tudo”, e as janelas ali daquele sobrado tinham grade, então sair pela janela eles não iam conseguir sair. Era um sobrado muito pequeno, a escadinha já dava ali na sala… Jussara foi, abriu o portão, abriu a porta… — Ela não conseguia pensar em nada, assim… E o grupo ali pipocando de notificação tal. — Ela não conseguia filmar, estava tremendo muito e, quando ela entrou na sala, a sogra estava na cozinha. — Então dali da sala você já via a cozinha sem porta ali… — Ela estava lavando alguma coisa dentro da pia que ela deixou cair… — Dentro da pia. — Então, quer dizer, a sogra estava sabendo.
Ela parou no meio da sala e falou: “Oi, fulana” e a sogra começou a gaguejar e a tentar trazer ela para a cozinha e ir lá para o quintal. Ela se desvencilhou da sogra e subiu correndo a escada… Quando ela abriu a porta do quarto, o marido já estava realmente transando com essa moça. E a Jussara falou: “Andréia, eu sempre fui uma moça da igreja, uma moça pacata e me deu uma loucura… Comecei a gritar, comecei a quebrar coisa, comecei a chamar minha sogra de cafetina”. Ali naquela rua, além daquela moça evangélica que falou para ela vigiar, moravam outras pessoas da igreja e um pessoal mais velho, que já está aposentado, que já estava ali, ela saiu gritando e empurrando o marido dela só de cueca lá para o quintal da casa… Juntou gente e ela falou: “Meu marido vem aqui para pegar outras mulheres debaixo da asa da mãe dele, que é uma cafetina” e, assim, gente aos gritos…
Enquanto isso, a moça que estava lá no quarto se vestiu, desceu e falou pra ele, assim: “Me dá meu dinheiro”, no meio daquele barraco — achei a moça profissional, gente — e a Jussara falou: “Mas dinheiro do quê? Dinheiro do quê?”, e ela falou: “Isso aqui é meu trabalho, moça, eu não estou aqui a passeio, não estou aqui porque eu gosto do seu marido, não”. E aí ele correu lá pra cima, todo unhado, pegou a carteira, pagou a moça e a moça foi embora. — Profissional, né, gente? Pegou o que era dela. — E aí aquela rua foi uma confusão, a sogra fingindo estar passando mal e a Jussara gritava: “Não passa mal, não, sua cafetina”, depois ela falou que o filho dela não estava botando nenhuma moça a perder, porque ele só saía com prostitutas e ele precisava… “Ele, como todo homem, precisava”. — Ela, uma pessoa da igreja, hein? —
Jussara fez um escândalo até alguém da igreja tirar ela dali, né? E aí ela foi direto dali lá na igreja, falar com o pastor. Contou tudo para o pastor e o pastor só falou para ela se acalmar que eles iam conversar depois… — Queria conversar os três, né? — Não satisfeita, a Jussara foi lá na casa dela, da mãe, contou para a mãe, para o pai, na frente das crianças mesmo, falou: “Eles têm que saber que o pai deles é um pilantra mesmo”, enfim, contou… Naquela noite tinha culto… Nem ele e nem a mãe foram para o culto, mas a Jussara foi no culto e fez um escândalo no culto. Contou pra todo mundo o que tinha acontecido, falou que queria dar o testemunho dela, da revelação que ela tinha descoberto. A coisa foi tão grave que o pastor foi na casa da Jussara, porque esse marido não voltou mais pra casa…
E sabe o que o pastor queria? Que ela perdoasse. — Que ela perdoasse… — Jussara botou o pastor para correr e, a partir desse dia, ela saiu da igreja, ela chegou no mercado que ela trabalhava e pediu: “Eu quero as minhas calças do uniforme”, as meninas tudo gritando: “Ê, Jussara” [risos], “Ae, Jussara de calça”. [risos] E aí a Jussara rompeu com a igreja, saiu da igreja, só que a Jussara fez com que a sogra também saísse da igreja e a sogra mudasse de bairro. Ela falou: “Eu vou atormentar a vida dessa velha… O que ela fez comigo, eu vou fazer com ela agora”, chamando ela de cafetina da rua, de meretriz, de vagabunda, de tudo, gente… Encontrava a sogra na rua, no mercadinho, onde fosse, ela contava para todo mundo bem alto a história… [risos] A sogra se mudou pra Goiás, o marido também conseguiu uma transferência e foi morar com mãe em outro Estado.
A casa ali ficou pra esse outro irmão, ela não sabe o arranjo que fizeram, né? E eles tinham a casa deles e a Jussara falou: “Se você não me der essa casa, eu vou lá pra Goiás contar pra todo mundo em Goiás”. [risos] aí ele falou: “Pra você também eu não dou a casa”, mas colocou a casa no nome das crianças com usufruto da Jussara no divórcio, né? Ele não pegou nada ali da casa. A Jussara hoje em dia ela ainda é uma pessoa crente… O que ela considera uma pessoa crente? Uma pessoa que crê em Deus, que acredita na Bíblia, só que ela vive a vida dela, assim, não tem mais essas coisas de “ah, pecado”, né? E que os filhos já tão um pouco maiores, quando o marido vem lá de Goiás pra pegar as crianças, ela sempre dá um apavoro nele e sempre fala: “Como é que tá a cafetina da sua mãe?”.
Teve uma vez no Natal que os meninos fizeram tipo FaceTime assim, e aí todo mundo ouvindo, dando tchau pra Jussara e a Jussara gritou: “Mostra aí, onde tá a cafetina? Tá fazendo peru, aquela vagabunda?”. [risos] Então é só assim que ela trata a ex—sogra. E a ex—sogra dela foi pra lá pra Goiás pra uma igreja da mesma franquia, [risos] não sei como diz, que ela frequentava, né? No Estado deles lá e aí alguém descobriu… Esse tipo de coisa, né? Não tem como… A Jussara falou: “Eu não tenho nada a ver com isso”, e aí ela mudou agora não só de igreja, como de franquia… Então tava em uma e foi pra outra. O que vocês acham?
[trilha]
Assinante 1: Oi, gente, meu nome é Malu, falo aqui de João Pessoa na Paraíba. Essa história confirma pra mim algo que eu já sei há muito tempo: o pior da igreja são as pessoas. Eu sou católica, eu frequentava a igreja assiduamente e eu vi isso acontecer com tantas pessoas que eu resolvi me afastar… E eu não me afastei da minha fé, eu não me afastei da minha fé, das minhas crenças, mas eu entendi que a nossa fé, a manutenção dela, não deve ser feita somente num templo de quatro paredes, né? E que as pessoas não tem nada a ver com isso, elas não são juízas… As pessoas usam o nome de Deus e o nome da igreja para serem, de verdade, juízas na sociedade, para fazerem inferno na vida das outras pessoas e eu acredito que a igreja não era para ser assim, é um lugar de amor, é um lugar de paz, é um lugar onde a gente pode se conectar com a nossa espiritualidade. Então, é muito triste… De todas as lições que a gente tira, além do machismo, além de toda a opressão que nossa amiga sofreu, essa é uma delas, que muitas pessoas ruins tiram pessoas bem—intencionadas da igreja e mancham aí a reputação das pessoas que acreditam.
Assinante 2: Oi, gente, aqui é a Stephanie falando de João Pessoa, da Paraíba. Jussara, que livramento, viu? Ainda bem que você não tá mais casada com esse embuste, que você se livrou dessa sogra… Mas quem nunca passou por uma injustiça dessa? Principalmente quem já teve uma sogra crente, né? Porque a minha, meu Deus do céu, ela fala dos meus shorts, mesmo não sendo mini shorts, mas quando eu fui ver o álbum de fotos da família, a jovenzinha lá na igreja com mini saia… É muita injustiça, né? [risos] Um beijo pra vocês.
[trilha]
Déia Freitas: Com a nova Base Stick Fator de Proteção Solar 50, você tem a proteção, cobertura e tratamento em um só produto. Ela é a base perfeita para o dia a dia e vem em uma embalagem desenvolvida com redução no uso do papel. — A Hidrabene, além de tudo, ainda mais perfeita fazendo escolhas conscientes e sustentáveis. — Lógico que não podia faltar o nosso cupom, né? Que é qual? Poneibene, Poneibene, Poneibene… [canatarolando] [risos] Usa o nosso cupom: “PONEIBENE15” — “poneibene” em maiúsculo, sem acento, 15 em inumeral, tudo juntinho — e ganhe 15% de desconto. — Hidrabene, te amo… Obrigada por tudo, parceira querida. — Um beijo, gente, e eu volto em breve.
[vinheta] Quer a sua história contada aqui? Escreva para naoinviabilize@gmail.com. Picolé de Limão é mais um quadro do canal Não Inviabilize. [vinheta]


